Água

Eventos extremos: Aguá é bem e mal

13 de dezembro de 2017

A água é um bem, mas pode ser um mal.

 

 

Em excesso, traz transtornos e causa perdas humanas e materiais. Se falta, causa outra aflição: não há como sanar a sede, como plantar e como colher. Eventos extremos provocados pela água têm marcado forte presença no mundo. Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), o ano de 2005 foi de secas prolongadas no Brasil e em vários outros países. Números recordes de furacões devastadores foram registrados no Hemisfério Norte. Inundações aconteceram por toda parte. A devastação provocada pelo Tsunami, em dezembro de 2004, foi, talvez, o maior evento extremo registrado na história da humanidade.
 
Segundo a OMM, na última década os desastres naturais afetaram a vida de 2 bilhões de pessoas e provocaram a morte de cerca de 1 milhão. Mais: levaram a uma perda de cerca de meio trilhão de dólares, o que representa 65% das perdas totais das atividades produtivas. Nesse início de século, as mudanças climáticas, além de contribuir para tempestades mais violentas, trazem muita incerteza sobre o futuro do planeta e, por isso mesmo, estão no centro do debate atual.
 
Além dos tsunamis no oceano Índico, das inundações em Nova Orleans, nos Estados Unidos, ainda estão na retina de todos nós as terríveis fotos da seca que afetou os rios amazônicos, o nordeste, a região do Planalto Central e até a Capital da República, onde o governador de Brasília, instalou o regime de racionamento de água em todo Distrito Federal.
 
 

As chuvas que atingiram Minas Gerais nos últimos dias deixaram um rastro de destruição. Os distritos de Vista Alegre, em Rio Casca, e Águas Férreas, em São Pedro dos Ferros, na zona da mata mineira, que ficam a 200 quilômetros da capital Belo Horizonte, foram alguns dos locais mais atingidos. Cerca de 1.000 pessoas tiveram as casas alagadas nessas regiões.

As chuvas que atingiram Minas Gerais nos últimos dias deixaram um rastro de destruição. Os distritos de Vista Alegre, em Rio Casca, e Águas Férreas, em São Pedro dos Ferros, na zona da mata mineira, que ficam a 200 quilômetros da capital Belo Horizonte, foram alguns dos locais mais atingidos. Cerca de 1.000 pessoas tiveram as casas alagadas nessas regiões.

 

 

 

 

No video em outra parte do mundo as inundações destroem as estradas, a natureza é simplesmente incrível

 

 

 
A cidade de Higashimatsushima arrasada pelo tsunami em foto tirada em 12 de março de 2011 (esquerda); ao lado, foto do mesmo lugar tirada em 3 de março de 2016 (Foto: Kyodo/Reuters)
 
A cidade de Higashimatsushima arrasada pelo tsunami em foto tirada em 12 de março de 2011 (esquerda); ao lado, foto do mesmo lugar tirada em 3 de março de 2016 (Foto: Kyodo/Reuters)