FILATELIA E ECOLOGIA - DEPARTAMENTO DE FILATELIA — ECT

500 anos do descobrimento do Brasil

25 de março de 2004

A história dos descobrimentos portugueses inclui numerosas viagens no Oceano Atlântico, visando encontrar terras no Ocidente. Na última década do século XV, os portugueses já sabiam da existência de ilhas ou mesmo de um continente (terra firme) que nada tinha a ver com a Ásia, como pretendia Cristóvão Colombo. As cláusulas do Tratado de Tordesilhas… Ver artigo

A história dos descobrimentos portugueses inclui numerosas viagens no Oceano Atlântico, visando encontrar terras no Ocidente. Na última década do século XV, os portugueses já sabiam da existência de ilhas ou mesmo de um continente (terra firme) que nada tinha a ver com a Ásia, como pretendia Cristóvão Colombo. As cláusulas do Tratado de Tordesilhas (1494) atribuindo a Portugal, e por proposta deste, 370 léguas a oeste do arquipélago de Cabo Verde, eram concludentes a este respeito. Em 1498, Duarte Pacheco Pereira teria mesmo explorado parte do litoral do futuro Brasil. Mas, por razões várias, não conviera revelar a sua existência durante muito tempo.


Um ano depois da conclusão da viagem de Vasco da Gama à Índia, o rei D. Manuel I enviou uma grande frota de treze embarcações, com o objetivo de estabelecer as bases da presença portuguesa na Ásia. Chefiada por Pedro Álvares Cabral e também chamada Pedro Álvares de Gouveia, a frota partiu de Belém em 9 de março de 1500. Seguiu a rota da sua antecessora, mas desviou-se um pouco mais para oeste, a fim de fixar também os fundamentos dos interesses portugueses nas terras ocidentais. Atingiu assim as imediações de Porto Seguro (Bahia) no Brasil, “descobrindo-o” oficialmente em 22 de abril de 1500. Cabral logo enviou um navio informando o rei do acontecimento e D. Manuel não tardou a comunicar a notícia às potências européias, em especial à Espanha. Em 24 de abril efetuou-se um primeiro desembarque. Depois de alguns dias de permanência em território brasileiro – então chamado de Terra de Vera Cruz – a esquadra prosseguiu viagem até à Índia.


O encontro com os habitantes locais foi pacífico e simpático para ambas as partes, como relatou o primeiro cronista do descobrimento, o escrivão do feitor da armada, Pero Vaz de Caminha. Os portugueses apreciaram a beleza da paisagem e das gentes, enquanto os indígenas ficaram impressionados com a novidade da visita, as técnicas evoluídas e os costumes estranhos dos europeus. Cabral e sua gente não deixaram de avaliar as realidades da produção, as virtualidades do comércio e a possibilidade da existência de metais preciosos na região. Acharam igualmente os índios “de tal inocência” que não lhes pareceu difícil convertê-los ao Cristianismo.


Estando o Brasil oficialmente conhecido, expedições não tardaram a ser enviadas com o único objetivo de lhe explorar a costa e iniciar o tráfico. Assim sucedeu em 1501, 1502 e 1503, só para mencionar as primeiras frotas. Apenas algumas décadas depois se iniciaria uma verdadeira colonização.


Assinalando o congraçamento dos países irmãos, Brasil e Portugal, é realizada a emissão conjunta da quadra de selos, trabalho do artista de Portugal, que retrata fatos importantes da chegada de Cabral ao Brasil. 


Com esta emissão, Brasil e Portugal convidam para um breve passeio histórico, bem como perpetuam por meio dos quatro selos, este importante elo entre as duas Nações, que se iniciou com o próprio descobrimento do Brasil.


Adquira os selos nas agências dos Correios ou pela Central de Vendas à Distância, no endereço: Av. Presidente Vargas, 3077 – 230 Andar – 20202-900 
Rio de Janeiro/RJ – Tel. (21)503-8095 / Fax: (21) 503-8638
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Água: tesouro de vida

25 de março de 2004

A água é um verdadeiro tesouro de vida, de incalculável riqueza biológica e que possibilita a vida de todos os seres do planeta. Hoje a água é considerada o recurso natural mais precioso da Terra e que vem se tornando cada vez mais ameaçado pela poluição e contaminação desmedidas e pelo desmatamento, responsáveis pela extinção… Ver artigo

A água é um verdadeiro tesouro de vida, de incalculável riqueza biológica e que possibilita a vida de todos os seres do planeta. Hoje a água é considerada o recurso natural mais precioso da Terra e que vem se tornando cada vez mais ameaçado pela poluição e contaminação desmedidas e pelo desmatamento, responsáveis pela extinção do habitat natural de inúmeras espécies e pela escassez de água para o consumo.
A preocupação com a qualidade da água dos rios, mares e oceanos é latente nos dias de hoje, impelindo o homem a buscar alternativas para a manutenção e renovação deste recurso, além de realizar pesquisas para a preservação da fauna aquática.



Preservar a água
é preservar a vida


As Nações Unidas declararam 1998 como o Ano Internacional dos Oceanos, em reconhecimento à importância destes, do meio ambiente marinho e dos recursos oceânicos para a vida na Terra e para o desenvolvimento sustentável. O Brasil, atendendo ao convite da Comissão Oceanográfica Internacional – IOC, divulgou, por meio de uma belíssima folha com 24 selos, espécies marinhas como o peixe-boi e a baleia jubarte, bem como a beleza dos recifes de coral e a soltura da tartaruga marinha n0 2.000.000 pelo Projeto Tamar do IBAMA.
Outra emissão alusiva aos oceanos foi a emissão especial que divulgou o Programa REVIZEE – Programa de Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva – e o Programa Proarquipélago – Programa de Pesquisas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, ambos coordenados pelo Ministério do Meio Ambiente.
O Programa REVIZEE destina-se a realizar um levantamento dos potenciais sustentáveis de pesca na Zona Econômica Exclusiva, que se estende até 200 milhas náuticas (370 km) de nossa costa, incluindo também as áreas marítimas em torno de nossas ilhas oceânicas, abrangendo uma área total de 3,5 milhões de quilômetros quadrados. Com isso, será possível um reordenamento do setor pesqueiro nacional com a incorporação de novos recursos e a abertura de uma nova fronteira de pesca em nosso país.
 O Programa Proarquipélago tem como objetivo a implementação de uma Estação Científica permanente para o desenvolvimento de pesquisas científicas no Arquipélago de São Pedro e São Paulo, ponto mais remoto do território nacional e de grande importância para o estudo das aves marinhas, climatologia e meteorologia, oceanografia e marés, recursos pesqueiros e biodiversidade marinha.
Ao contrário do que possa parecer,  a água é um bem finito e vulnerável, de valor econômico. Além do abastecimento de cidades, a água é essencial para atividades econômicas como a agricultura e a piscicultura. Em face disso, fez-se necessária a implantação de um Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, que focalize as bacias hidrográficas como unidades de planejamento e redefina o acesso ao uso da água pela definição de seus usos múltiplos, preserve as nascentes de tais bacias e proporcione o acesso à água nas regiões onde ela é naturalmente escassa. O acesso à água é o tema da emissão comemorativa “Recursos Hídricos: Bacias Hidrográficas e Usos Múltiplos, Estação Ecológica de Águas Emendadas e Açudes Cedro e Orós”, composta de quatro selos que ilustram a água desde suas nascentes, exemplificadas pela Estação Ecológica de Águas Emendadas – ponto de dispersão das bacias do Tocantins e Paraná – até seu represamento, como no caso dos açudes Cedro e Orós, no Ceará.
Por meio destes fascinantes selos, os Correios chamam a atenção do homem para as iniciativas de utilização racional da água e para preservação do meio-ambiente dos rios, mares e oceanos.



Adquira os selos nas agências dos Correios ou pela Central de Vendas à Distância, no endereço: Av. Presidente Vargas, 3077 – 230 Andar – 20202-900 – Rio de Janeiro – RJ / Tel. (21)503-8095 / Fax: (21) 503-8638
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Selos e a preservação da flora

24 de março de 2004

    Setembro é o mês em que se comemora a chegada da primavera, estação de luz, cores e muita beleza. Para a região Centro-Sul é também o mês das árvores, sendo o seu dia o 21 de setembro. É importante que essa data não seja meramente figurativa, mas que sirva para estimular um debate… Ver artigo





 


 











Setembro é o mês em que se comemora a chegada da primavera, estação de luz, cores e muita beleza. Para a região Centro-Sul é também o mês das árvores, sendo o seu dia o 21 de setembro. É importante que essa data não seja meramente figurativa, mas que sirva para estimular um debate amplo em todos os segmentos sociais acerca da necessidade de preservar o patrimônio florestal, essencial ao equilíbrio da vida e do planeta.









As árvores são plantas lenhosas, mais altas que os arbustos, com caules lineares e verticais que se desenvolvem para formar troncos, que passam a sustentar galhos e folhas, que formam as copas, podendo viver por centenas de anos. Nas florestas, as árvores exercem importante papel, sendo responsáveis pela sobrevivência de ecossistemas complexos, pela proteção dos solos, rios e nascentes, pela preservação da vida silvestre, pela realização da fotossíntese, transformando gás carbônico em oxigênio, fatores imprescindíveis à vida.


Nas cidades, as árvores cumprem importantes funções na melhoria da qualidade do ambiente urbano: purificam o ar pela fixação em suas folhas da poeira que a chuva conduz para o solo; proporcionam sombra e conforto térmico; reduzem a velocidade do vento; conservam a umidade do solo e do ar e influem no balanço hídrico, favorecendo a infiltração da água no solo; amortecem os ruídos; abrigam e alimentam a fauna, equilibrando cadeias alimentares e diminuindo pragas; embelezam a paisagem.


Apesar de todos esses benefícios manifestos, os crimes ecológicos ainda fazem parte da triste realidade nacional. O desmatamento de enormes áreas de mata nativa para a expansão de fronteiras agrícolas, bem como a exploração predatória das florestas é uma prática frequente, o que põe em ameaça o futuro das gerações vindouras.


Os Correios vêm contribuindo com a conscientização e a sensibilização da comunidade para a defesa e a conservação dos recursos naturais por meio da emissão de uma série de selos postais que focalizam essa temática. Nessa oportunidade, destacamos os seguintes selos: “Festa Anual da Árvore – Semana Florestal” (1975); “Defesa do Meio Ambiente – Parque Nacional do Iguaçu – Ipê Amarelo” (1978); “Preservação da Flora – Bicentenário do Nascimento do Naturalista Karl Friedrich Phillip Von Martius” (1994); “Preservação da Fauna e da Flora – Pinheiro do Paraná” (1998).


 


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Natal

22 de março de 2004

2000 anos do nascimento de Jesus







 


 



 


Para comemorar os dois mil anos do nascimento de Jesus Cristo, os Correios emitem seis selos, com a representação do nascimento de Jesus, da multiplicação dos pães e dos peixes e do Cristo Ressuscitado. São passagens de intenso significado na vida de Cristo, nas quais Ele se mostra sempre atento às necessidades das pessoas que sofrem. 


Nos selos, a vida de Jesus é mostrada no sentido mais universal. Desde o seu nascimento, com a mãozinha estendida, o Menino Jesus já demonstrava o seu poder e a sua generosidade, conforme se destaca no primeiro conjunto de selos da sextilha. Novamente, nos conjuntos seguintes, a mão de Jesus simboliza o amor, a força e o poder de transformar o mundo. 


Segundo a tradição cristã, a missão fundamental de Jesus, ao entrar na história humana, é anunciar que Deus é Pai e que, nele, todos somos irmãos e irmãs. Jesus veio ao mundo para nos “divinizar”, tornando nossas vidas cada vez mais humanas.


No encerramento do segundo milênio e na passagem para o terceiro, a humanidade, dentre outros acontecimentos, festeja seu grande avanço científico e tecnológico, mas, ao mesmo tempo, se dá conta do vazio se esse progresso não for colocado a serviço do bem-estar de todos os povos. O ser humano traz, dentro de si, o desejo de ser plenamente feliz e isso só é possível quando vive em harmonia com os seus semelhantes. 


O Natal do ano 2000 é um convite para que renovemos as esperanças de vivermos nessa harmonia e nos deixemos iluminar pela luz de Cristo, entrando no terceiro milênio com a disposição de construir uma cultura de solidariedade e cooperação. É o único caminho para que o nosso planeta se transforme num lugar melhor para se viver. 


Os selos do natal estão à venda nas agências dos Correios e na loja virtual www.correios.com.br


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Tel: (61) 317/1800
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FILATELIA E ECOLOGIA - ECT no ano da serpente

Brasil lança selo do Calendário Lunar Chinês

22 de março de 2004

  Esta emissão apresenta um tema que envolve cultura e astrologia, dois importantes aspectos da milenar civilização chinesa. O calendário chinês é um dos mais antigos, em que o ano é originariamente lunar. Após alterações influenciadas por outras culturas, a partir de 1911, com a instalação da República e com o Movimento do Modernismo da… Ver artigo







 



Esta emissão apresenta um tema que envolve cultura e astrologia, dois importantes aspectos da milenar civilização chinesa. O calendário chinês é um dos mais antigos, em que o ano é originariamente lunar. Após alterações influenciadas por outras culturas, a partir de 1911, com a instalação da República e com o Movimento do Modernismo da Literatura Chinesa em 1928, o uso do calendário gregoriano passou a ter influência cada vez maior. Hoje em dia, prevalece a ênfase solar, embora seja comum encontrar referências aos sistemas solar e lunar nos calendários.


Por tradição, na China, os anos são identificados por um nome diferente de outras civilizações que identificam os anos apenas de forma numérica. 


A origem desse sistema de identificação é um estudo milenar chamado I-Ching, que tem aproximadamente 3000 anos e surgiu em função da necessidade de a comunidade agrícola saber sobre as condições ambientais. Esse estudo é o resultado de pesquisas realizadas com oráculos baseados em 64 símbolos, cada um composto por 6 traços, que podem ser divididos em YIN (negativos) e YANG (positivos). Basicamente, é um instrumento intuitivo, direcionável para se saber sobre o futuro, localizações favoráveis, etc.


Os anos apresentam características básicas, cíclicas, a cada 12 anos. A essas características principais foram atribuídas semelhanças a 12 animais: Rato, Búfalo (ou Boi), Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Javali (ou Porco). A esses animais atribuem-se as variâncias: Metal, Madeira, Água, Fogo e Terra, os cinco elementos fundamentais que, na filosofia oriental, são a composição do universo.


Este ano, que corresponde à Serpente de Metal (Xin-Si), no calendário chinês, inicia-se em 24 de janeiro de 2001 e termina em 11 de fevereiro de 2002. Trata-se do ano 4698 do Calendário Lunar Chinês.


O selo é uma composição decorativa que tem como elementos principais a serpente e o zodíaco chinês. A cauda da serpente parte da sua casa no zodíaco, à esquerda, envolvendo-o num círculo. O corpo da serpente, no outro lado, à direita, forma novo círculo, lembrando o infinito. As escamas da serpente ilustrada sofreram a aplicação de uma película de metal dourado, pelo processo “hot stamping”, proporcionando um efeito de alto-relevo, dando ao selo uma característica muito especial. 


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Água: uma questão estratégica

22 de março de 2004

    "Essencial à vida, a água é o recurso natural mais importante às diversas atividades humanas, constituindo componente fundamental da paisagem e do meio ambiente. É recurso de alto valor, que apresenta múltiplos usos como: geração de energia elétrica, abastecimento doméstico e industrial, irrigação, navegação, recreação, piscicultura, pesca e até mesmo assimilação e condução… Ver artigo

 

 

"Essencial à vida, a água é o recurso natural mais importante às diversas atividades humanas, constituindo componente fundamental da paisagem e do meio ambiente. É recurso de alto valor, que apresenta múltiplos usos como: geração de energia elétrica, abastecimento doméstico e industrial, irrigação, navegação, recreação, piscicultura, pesca e até mesmo assimilação e condução de afluentes, constituindo-se, no limiar do 3ª milênio, como uma das maiores riquezas existentes.

Entretanto, a quantidade de água é finita e, atualmente, sua disponibilidade diminui gradativamente devido à degradação do meio ambiente, ao crescimento populacional desordenado e à expansão de fronteiras agrícolas.

Como um dos países que dispõem dos maiores potenciais de água potável do mundo (localiza-se, no Brasil, 8% do volume de água doce do globo), espera-se que comece, a partir do Brasil, o exemplo de como preservar esse que é o recurso estratégico de maior valor sob nossa responsabilidade.

No intuito de contribuir para a conscientização da sociedade quanto à real importância de preservar, proteger e usar racionalmente os recursos hídricos de que nosso país dispõe, os Correios efetuaram, em outubro de 1998, uma emissão comemorativa intitulada "Recursos Hídricos", que se desdobra em quatro diferentes subtemas . Nos selos, estão representados a "Estação Ecológica de Águas Emendadas" , em Planaltina-DF (importante centro de preservação e conservação dos recursos naturais renováveis e não-renováveis do cerrado), o "Açude Cedro", em Quixadá-CE e o "Açude Orós", em Orós-CE (dois grandes ícones da luta contra a seca no Nordeste). Já o subtema "Bacias Hidrográficas e usos múltiplos", é representado por imagens de uma pequena embarcação e de uma moradia à beira de um rio, procurando simbolizar a amplitude da relação entre o ser humano e os recursos hídricos.

Objetivando a orientação da população para o uso racional da água, cada selo estampa uma mensagem de conscientização: "Água é vida", "Água é finita", "Água é preciosa", "Água é essencial", de forma a enfatizar que este recurso é finito, vulnerável e imprescindível à vida.

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O valor filatélico de um selo

22 de março de 2004

Todo colecionador procura, acima de tudo, a sua satisfação. Porém a valorização de seus selos, constitui-se também num bom atrativo.







 


 



 


Os dois valores


Podemos dizer que todos selos tem dois valores: o valor facial e o valor filatélico.


O valor facial é o fixado pelos governos para o pagamento dos serviços postais dos Correios. Este valor é praticado com os selos adquiridos diretamente nas agências de Correios ou então nos estabelecimentos autorizados.


O valor filatélico é estabelecido em virtude da oferta e da procura no mercado. Este preço é o praticado quando os selos são comprados de outros colecionadores, ou então dos comerciantes filatélicos que editam suas listas de preços e ofertas, baseados geralmente nos catálogos.


O que determina o valor


Os principais fatores que contribuem para a fixação do preço ou valor filatélico de um selo, que se aplicam nos leilões, catálogos ou listas de preços são:


A raridade é um fator essencial para que o selo seja valorizado.


A procura sempre aliada a raridade, pois um selo raro que não é procurado não tem seu valor alterado.


O tempo é outro fator importante na determinação do valor de um selo, pois com o passar dos anos, os selos se dispersam, diminuindo em quantidade, o que os torna mais difíceis de serem localizados.


A conservação do selo também é um elemento fundamental para a determinação do preço, principalmente se tratando de selos antigos ou clássicos. Dependendo do estado de conservação apresentado, a cotação do selo modifica-se substancialmente.


(O Filatelista Ano VII nª 1)




ECT valorizou cultura indígena com série 500 Anos


A Série “Divulgação 500 anos do Descobrimento do Brasil, iniciada em 1996, foi encerrada em abril de 2000 com a emissão de 20 selos, resultado de um concurso realizado em âmbito nacional e que contou com a participação da comunidade brasileira para escolher as ilustrações dos temas que mais representam os 500 anos do Brasil, suas características culturais e os principais feitos do seu povo.


Dentre os temas contemplados nessa emissão, destacamos três selos dedicados à cultura indígena: “Índio Kayapó” (Eduardo Carvalho dos Santos), “Arte Plumária Carajá” (Adriano Dlugosz) e “Máscara Bakairi”(Márcia Matsico Tibana). 


Hoje, no Brasil, vivem cerca de 345 mil índios, distribuídos entre 215 diferentes sociedades, que falam 180 línguas distintas. Os índios vivem nos mais diversos pontos do território brasileiro (com exceção dos estados do Piauí e Rio Grande do Norte) e representam, em termos demográficos, um pequeno percentual da população brasileira (0,2%). Entretanto, são um exemplo concreto e significativo da grande diversidade cultural existente no país. Cabe esclarecer que este dado populacional considera tão somente aqueles indígenas que vivem em aldeias, havendo estimativas de que, além destes, há entre 100 e 190 mil vivendo fora das áreas indígenas, inclusive em áreas urbanas. 


As mudanças ocorridas em várias sociedades indígenas, como o fato de falarem português, vestirem roupas iguais às dos outros membros da sociedade com que estão em contato, utilizarem modernas tecnologias(como câmeras de vídeo, máquinas fotográficas e aparelhos de fax), não fazem com que percam sua identidade étnica e deixem de ser indígenas. 


Os seus antepassados contribuíram com muitos aspectos de suas diversificadas culturas para a formação do que atualmente se chama Brasil: um país de vasta extensão territorial, cuja população é formada pelos descendentes de europeus, negros e índios e, mais recentemente, também de imigrantes vindos de países asiáticos, que mesclaram suas diferentes línguas, religiões e tradições em geral, propiciando a formação de uma nova cultura, fortemente marcada por contrastes.


É necessário, portanto, que reconheçamos e valorizemos a cultura indígena como parte integrante da nossa nação e elemento primordial na definição de nossa identidade”.


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O valor filatélico de um selo (2)

22 de março de 2004

      Um selo é escasso quando é objeto de grande procura quer seja pela sua temática, interesse filatélico ou quando sua tiragem foi limitada. No caso de selos novos, deve-se a uma grande utilização para franquia. Este fenômeno é muito freqüente nas séries ordinárias, que devido a sua longa duração e custo facial,… Ver artigo







 


 


 


Um selo é escasso quando é objeto de grande procura quer seja pela sua temática, interesse filatélico ou quando sua tiragem foi limitada. No caso de selos novos, deve-se a uma grande utilização para franquia. Este fenômeno é muito freqüente nas séries ordinárias, que devido a sua longa duração e custo facial, quando se vai comprá-los, já estão esgotados.


Em certas ocasiões, a retirada de uma série por qualquer motivo pode criar esta situação de escassez: um tema de interesse mundial esgota os estoques de países que fazem tiragens pequenas. A escassez reflete-se então rapidamente no mercado filatélico.


Outros motivos que também fazem os selos serem muito procurados e, por isso, esgotam-se rapidamente, são os acontecimentos filatélicos, como as exposições e congressos. Normalmente são emitidas séries especiais, de tiragens limitadas que tendem a valorizar-se com maior rapidez.


Nos primeiros anos do Correio, as tiragens eram maiores, mas com o tempo decorrido e o colecionismo só de exemplares usados – devido ao seu elevado custo na época – fez com que poucos selos clássicos chegassem aos nosso dias. Assim, a cotação é mais alta que a dos selos modernos.



Selos contam a história
da etnia brasileira


Dentro da série Divulgação 500 anos do Descobrimento do Brasil, iniciada em 1996 e encerrada em abril de 2000, os Correios lançaram, em 1999, um bloco abordando a composição de nossa etnia. 


O conceito de etnia é diferente do conceito de raça, embora, popularmente, os dois termos sejam confundidos. Enquanto o que caracteriza a etnia são fatores culturais como tradição, língua e identidade, o que distingue a raça são fatores biológicos como a cor da pele, o formato da cabeça, o tipo de cabelo, etc. Assim, os membros de uma etnia compartilham de valores culturais próprios e se comunicam por meio de uma língua que é também própria. 


É comum se dizer que o Brasil foi formado por três raças, mas, nem sempre se faz referência ao fato de ele ser ele um país pluriétnico. Esta grande diversidade étnica, longe de ser um problema, resulta em uma riqueza cultural que se expressa por intermédio das artes – da música, principalmente, da culinária, das crenças, do próprio modo de ser dos brasileiros. O mais importante fator de unidade nacional foi a língua, este português falado no Brasil, diferente do de Portugal, porque foi constituído pela adição de palavras originárias das muitas etnias que formam o país.


No selo que destaca o branco, o índio e o negro, para representar as três principais raças formadoras da etnia brasileira, fica explícita a grande mistura, da qual resultou “o brasileiro”. De acordo com a cultura de cada região, ele adquire e desenvolve hábitos e costumes distintos. Assim temos o pantaneiro, o baiano, o mineiro, o gaúcho, o amazonense e muitos outros, que, com suas peculiaridades, contribuem para a riqueza material e cultural do país, além de oferecer ao mundo um exemplo admirável de convivência pacífica entre vários grupos de origens tão distintas. 


Os selos podem ser adquiridos pela loja virtual www.correios.com.br


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O valor filatélico de um selo (3)

22 de março de 2004

      Tempo e Conservação – O valor filatélico de um selo é determinado não só pelo passar do tempo, mas também pela qualidade da peça. Esta qualidade é obtida observando-se vários fatores. Entre eles podemos destacar os mais importantes que são: a cor do selo, o estado do papel, o centrado da peça,… Ver artigo







 


 


 


Tempo e Conservação – O valor filatélico de um selo é determinado não só pelo passar do tempo, mas também pela qualidade da peça. Esta qualidade é obtida observando-se vários fatores. Entre eles podemos destacar os mais importantes que são: a cor do selo, o estado do papel, o centrado da peça, o estado e conservação dos picotes.


Outras fatores que influenciam muito, dependem quase que exclusivamente de cuidados do colecionador: a maneira como o selo é manuseado e guardado.


Nos selos antigos, os cuidados e o estado geral de conservação, podem duplicar o preço de catálogo.


Nos selos modernos, o estado dos picotes, o centrado, o sinal da charneira ou a existência ou alteração da cola também alteram o preço. Estes valores, geralmente já constam nos catálogos.


Se é verdade que o selos aumentam de preço com o decorrer do tempo, também é que nem todos se valorizam na mesma proporção.


É normal encontrarmos selos emitidos há mais de um século a um preço insignificante por não cumprirem as condições mínimas de conservação, e assim, com o tempo, perderam suas características originais.


 


 



ECT comemora Dia Mundial do Meio Ambiente


A América do Sul é conhecida como o continente das aves, devido ao número e à diversidade de espécies. Entre migratórias e residentes, o total de aves encontrado na região não a iguala a qualquer outra parte do planeta. Nesse cenário de riqueza natural, o Brasil se destaca por abrigar mais da metade das aves de todo o continente americano. Essa imensa diversidade encontra fundamento na variedade dos ecossistemas brasileiros.
Todavia, a beleza das aves brasileiras transformou-se em ameaça, por causa do interesse internacional que fomenta o tráfico de animais. Além disso, a destruição dos hábitats de algumas espécies colocou-as sob risco de extinção. Ao escolher quatro espécies brasileiras de indiscutível beleza e carisma para esta série de selos, a ECT, com apoio do WWF-Brasil, comemorou o Dia do Meio Ambiente (5 de junho), criado para incentivar a proteção à natureza e torná-la uma responsabilidade de todos os cidadãos.


Elaborados com técnica mista, com predominância de aquarela e guache, os selos receberam um tratamento que buscou retratar as espécies, destacadas em primeiro plano, apresentando suas características morfológicas bem definidas, inseridas em seus “habitats” preferidos.


 


JANDAIA (Aratinga solstitialis auricapilla)
Com aproximadamente 31 centímetros e também conhecida como jandaia-sol, esta ave é originária do nordeste brasileiro. As asas e a parte superior das costas são verdes brilhantes. Já as pontas das penas das asas são bem escuras, chegando ao azul escuro ou preto, somente com a parte anterior da cabeça e abdômen vermelhos. Bastante barulhenta, a jandaia é encontrada na orla das matas, em regiões cultivadas e carnaubais da região Centro-Oeste. Alimenta-se de uma grande variedade de sementes e frutos. 


FURA-MATO (Pyrrhura cruentata)
Espécie relativamente grande, em média 29 centímetros, verde-escura, com nuca anegrada, os lados do pescoço destacando-se pela cor amarelo-ferrugínea e peito azulado, o fura-mato vive no interior de mata alta, quase sempre escondido entre as copas das árvores. É encontrado na zona litorânea do sul da Bahia até o Rio de Janeiro. Capturada ilegalmente e bastante comercializada pelos traficantes de animais silvestres, a espécie acabou ameaçada de extinção. Para reverter essa condição, o fura-mato passou por um programa de re-introdução no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, nos anos 70. Os animais apreendidos pela fiscalização junto aos traficantes de animais eram libertados nas matas do Parque Nacional. Contudo, devido à destruição de seu habitat, o que leva ao isolamento das populações, a espécie continua a integrar a lista oficial do IBAMA de animais ameaçados de extinção.


ARARA-AZUL-GRANDE (Anodorynchus hyacinthinus)
Ameaçada de extinção, a arara-azul-grande é o maior psitacídio do mundo, com aproximadamente um metro da ponta do bico à cauda e cerca de 1,5 quilo de peso. De fácil visualização e bastante ruidosa, a arara-azul impressiona pela coloração azul cobalto. A espécie é carismática e bastante popular entre os habitantes do Pantanal. Devido à sua captura ilegal para atender à demanda do comércio nacional e internacional, à descaracterização do seu habitat e à coleta de penas para adornos indígenas e carnavalescos, a arara-azul tornou-se uma espécie ameaçada de extinção. A sua situação na natureza só começou a mudar em 1990, quando foram iniciados os primeiros estudos da espécie no Pantanal Sul Mato-grossense. Hoje elas têm uma possibilidade concreta de conservação graças aos trabalhos científicos e de conscientização realizados pela equipe de pesquisadores e educadores do Projeto Arara-Azul.


PAPAGAIO-GALEGO (Amazona xanthops)
Ave típica das regiões secas do Brasil Central, Cerrado e Caatinga, o papagaio-galego tem como característica a cabeça e barriga amarelas, lados do corpo alaranjados. Os machos são ainda mais vivamente coloridos. Devido à destruição do seu habitat, principalmente nas áreas de Cerrado ocupadas pela agricultura, o papagaio-galego encontra-se ameaçado de extinção.


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Filatelia e Ecologia

Série folclore valoriza Velho Chico

22 de março de 2004

    Diz a lenda que o rio São Francisco nasceu das lágrimas derramadas pela índia Irati. Com saudade do bravo companheiro que foi lutar pela posse da terra contra o homem branco e não voltou mais, Irati sentou em uma pedra e chorou dias. De tão grande, sua tristeza deu origem ao Opará, que… Ver artigo





 


 






Diz a lenda que o rio São Francisco nasceu das lágrimas derramadas pela índia Irati. Com saudade do bravo companheiro que foi lutar pela posse da terra contra o homem branco e não voltou mais, Irati sentou em uma pedra e chorou dias. De tão grande, sua tristeza deu origem ao Opará, que significa rio-mar, na linguagem indígena.


As águas do São Francisco refletem cinco séculos de nossa história. Maior rio situado em território nacional, o São Francisco – também conhecido como Rio da Integração Nacional – nasce em Minas Gerais, na Serra da Canastra, percorrendo, ainda, os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, atingindo um total de 504 municípios, com condições naturais e sociais as mais diversas.


No início da colonização, o rio era visto como uma dádiva da providência para com os colonizadores. Por sua posição geográfica, o São Francisco teve uma elevada importância na história da conquista, motivo pelo qual os portugueses foram incentivando o povoamento e a navegação ao longo do seu curso. Sem a ajuda de um caminho aberto pela própria natureza, não teria sido possível o avanço lusitano, após o domínio do litoral com suas plantações de cana-de-açúcar. Nesta fase, o rio era apenas um caminho de passagem.


Vencida esta etapa, o rio São Francisco deixou de funcionar apenas como uma estrada generosa na marcha da civilização nacional. Ao contrário do Rio Amazonas, conhecido e pesquisado pela curiosidade despertada, o Rio São Francisco se impôs pelos serviços prestados à conquista das terras desconhecidas do Brasil, sendo normal a sua utilização pelos desbravadores do interior (bandeirantes), nas suas viagens.


Durante o ciclo do ouro, o rio São Francisco desempenhou a função de condensador de populações. A criação de gado que se desenvolveu nas margens do rio foi indispensável para o abastecimento e a alimentação da enorme massa populacional que se deslocou para as minas.


Passado o período do ouro, o interior voltou ao abandono dos tempos primitivos, com o declínio das atividades de pastoreio. A grande maioria das regiões percorridas pelo São Francisco é habitada por populações de baixo poder aquisitivo, que têm as suas condições de sobrevivência agravadas por uma série de fatores, os quais reduziram drasticamente o volume de água disponível para navegação, irrigação, pesca e geração de energia. Ainda assim, o sertanejo resiste bravamente, principalmente em função da preservação dos valores culturais e religiosos.


Os Correios homenagearam as manifestações culturais da região do São Francisco por meio da emissão do selo “Série Folclore: Carranca do São Francisco”, datado de 1972. As carrancas do rio São Francisco, figuras mitológicas postas à frente das embarcações, serviam para afugentar os maus espíritos, segundo a crença religiosa local. Hoje, elas não são mais usadas nos barcos, mas estão preservadas no imaginário e na cultura das populações que vivem às margens do São Francisco, fazendo parte do patrimônio artístico e cultural do Brasil.



Recomendações para a montagem de uma coleção


Sacos plásticos


Para sua própria segurança, facilidade de manuseio e transporte, utilize sacos plásticos transparentes como protetores para as folhas de sua coleção. Isto evita que as folhas se sujem ou que os selos que eventualmente se desprendam caiam e se percam.


Não se esqueça de fazer um pequeno furo com um alfinete para que o saco plástico não fique vedado.


Numeração das folhas


Para facilitar a montagem e a conferência das coleções, todas as folhas devem ser numeradas atrás, com números no alto e à direita.


Material a ser utilizado


Lembre-se de que uma coleção não é constituída apenas de selos. Você também pode – e deve – incluir carimbos, envelopes de primeiro dia, envelopes comuns circulados, franquias mecânicas, cartões, máximos e inteiros postais, e outras peças.


Verifique e constate que as peças filatélicas dão uma outra dimensão à sua coleção.


Utilize apenas material filatélico. Jamais use desenhos, fotos etc, de modo a não descaracterizar sua coleção. Lembre-se, você pratica uma arte e ciência própria, a Filatelia.


Procure selos novos ou usados, com carimbos leves, que não escondam o desenho do selo, evitando porém misturá-los. Faça uma coleção só de selos novos ou só de selos carimbados ou usados.


Evidentemente se em uma coleção de selos novos entrar algum selo valioso, este poderá ser carimbado.

FILATELIA & ECOLOGIA

Natal: tempo da confraternização

19 de março de 2004

  O Natal é a grande festa da cristandade. É a festa da alegria, da paz e da confraternização humana em torno de Jesus recém-nascido. A história da humanidade transformou-se com a vinda de Cristo ao mundo. Ele revelou aos homens que Deus é pai de todos nós, não obstante as diversidades de raças e… Ver artigo





 



O Natal é a grande festa da cristandade. É a festa da alegria, da paz e da confraternização humana em torno de Jesus recém-nascido. A história da humanidade transformou-se com a vinda de Cristo ao mundo. Ele revelou aos homens que Deus é pai de todos nós, não obstante as diversidades de raças e de nações. Para vivermos nessa família de Deus, devemos, antes acima de tudo, amar, não com palavras sonoras, mas de verdade, colocando-nos a serviço dos nossos semelhantes. Foi o que Jesus veio ensinar-nos, não só com palavras, mas principalmente, com seu exemplo: dando até a própria vida para nossa salvação. Foi a aventura da história: a divinização do homem pela humanização de Deus.


A estrela de Natal brilha novamente para todos: a luz da estrela, a luz que irradia sobre o mundo, a luz dos povos, a luz de Cristo que nos há de acompanhar. A estrela é um convite a deixarmo-nos conduzir pelo Senhor e a transformarmo-nos também, em luz para os irmãos.


Neste Natal de 2001, imitemos a constância e a fidelidade dos magos. Sejamos sensíveis ao sinal da estrela que orienta e ilumina a caminhada difícil de todos nós. Sentindo-nos responsáveis por aqueles que ainda não descobriram o sinal do Senhor, procuremos a melhor forma de sermos luz e presença de Cristo no meio dos nossos irmãos e irmãs.


Num ano marcado por acontecimentos decisivos e surpreendentes, este selo é o gesto concreto dos Correios em prol da disseminação das aspirações de paz no mundo e de união entre os homens. Tais valores são perpetuados aqui pela Filatelia, começando pelo período natalino e estendendo-se por todo o ano que se mostra como a renovação das esperanças de uma vida melhor e de mais harmonia entre os povos.


O Natal tem sido tema de emissões de selos desde 1963, apresentando aspectos da cultura, do folclore e da arte brasileira. Nessa oportunidade, destacamos os seguintes selos postais: “Natal 1996”; “Natal 1997”; “Natal 1998 – Azulejos de Athos Bulcão – Igrejinha”; “Natal 1999 – Anúncio a Maria / Nascimento e Adoração / Apresentação no Templo / Batismo por João Batista / Evangelização – Jesus e os Apóstolos / Morte e Ressurreição”; “Natal – 2000 Anos do Nascimento de Jesus Cristo” e “Natal 2001”.


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FILATELIA E ECOLOGIA

19 de março de 2004

  A beleza do Pantanal na filatelia A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, reconheceu o Pantanal Matogrossense como uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do planeta, integrando-o ao acervo dos patrimônios da humanidade. Localizado no interior da América do Sul, o pantanal matogrossense é a maior extensão úmida… Ver artigo





 


A beleza do Pantanal na filatelia


A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, reconheceu o Pantanal Matogrossense como uma das mais exuberantes e diversificadas reservas naturais do planeta, integrando-o ao acervo dos patrimônios da humanidade. Localizado no interior da América do Sul, o pantanal matogrossense é a maior extensão úmida contínua do planeta. Constitui-se numa planície sedimentar de aproximadamente 100.000 km2, com altitudes inferiores a 200m acima do nível do mar. Nela corre, de Norte a Sul, o rio Paraguai e, de Leste a Oeste, seus tributários do lado brasileiro, destacando-se os rios São Lourenço, Cuiabá, Taquari, Negro, Aquidauana e Miranda.


Durante a estação chuvosa, que vai de dezembro a abril, a concentração pluviométrica sobre os rios da região faz com que estes, devido à pequena declividade, extravasem o excesso d’água, inundando quase a totalidade da área. No quadro formado pelas enchentes, inúmeras lagoas (“baías”) aparecem ou ampliam-se, e braços d’água (“corichos”) interligam-se. Certos trechos, mais elevados e a salvo das enchentes, são os preferidos para implantação das sedes das fazendas de gado, principal atividade econômica da região. Em razão deste quadro apresentado durante as cheias, os primeiros habitantes da região deram-lhe o nome de lagoa ou mar de Xaraiés.


Os solos, em sua maioria, são arenosos e pobres, com pequenas manchas argilosas e calcáreas, mais ricas. A maior limitação ao uso destes solos é decorrente do excesso de água. São encontrados, com maior intensidade, em áreas planas e rebaixadas, sujeitas a inundações.


A vegetação pantaneira, que apresenta aspectos bastante peculiares, é formada por um conjunto de composições florísticas diversas, sendo não raras vezes esse conjunto chamado de “Complexo do Pantanal”. Em função da variabilidade ambiental, condicionada por fatores, tais como solos, regime hídrico e topografia, ali aparecem, lado a lado, elementos florísticos representativos dos cerrados, da floresta amazônica, formações hidrófilas e higrófilas, xerófitas, além de transições entre estas.


A fauna, abundante e variada, é representada, entre muitas outras espécies, pela ariranha (Pteronura brasiliensis), a lontra (Lutra platensis), o cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus); a onça pintada (Panthera onca) e o jacaré (Caiman crocodilus yacare); estes dois últimos muito perseguidos pelos “coureiros”, em virtude dos altos preços de suas peles no exterior. A avifauna, com muitas espécies de hábitos migratórios, é também numerosa e variada. A fartura alimentar, aliada à diversificação ambiental, proporciona abrigo a muitas espécies, entre as quais se destacam o cabeça seca (Mycteria americana); o jaburu (Jabiru mycteria) e o colhereiro (Ajaia ajaja); estes, agrupados na época de nidificação, às margens das lagoas, compõem os conhecidos “ninhais” ou “viveiros”.


A beleza cênica associada aos mais diversos processos de divulgação e da modernização e ampliação dos sistemas infra-estruturais assinalam novo status econômico para o Pantanal. Dentre eles, o turismo desponta como a mais promissora atividade regional. Riquíssima em manifestações culturais provocadas pelas suas várias etnias, a tradição pantaneira alia-se a uma portentosa produção artística contemporânea, criando um caldo de cultura vigoroso, capaz de seduzir e conquistar visitantes das mais diversas origens. As possibilidades ilimitadas da prática de esportes amadores – desde a pesca aos safaris – são também atraentes possibilidades ao estímulo do ecoturismo regional.


O homem pantaneiro recebeu dos indígenas Guaranis, Paiaguás e Guatós a agilidade física e o respeito à natureza, a qual encontra-se praticamente inalterada com mais de 200 anos de ocupação e exploração econômica. A colonização da região remonta ao século XVIII. Pelos rios Tietê, Paraná e Paraguai, chegaram os primeiros bandeirantes provenientes de São Paulo à Chapada Cuiabana onde encontraram ouro. Após a Guerra do Paraguai e com o declínio do ouro, o povoamento se dá no sentido Norte-Sul, surgindo no Pantanal grandes fazendas de pecuária extensiva que, associadas aos fatores ambientais, consolidaram uma estrutura fundiária de grandes propriedades (56 % da área, com mais de 10.000 Ha). No início deste século, o acesso aos grandes centros urbanos do país fazia-se por Assunção, Buenos Aires e Montevidéo, resultando daí a absorção de inúmeras manifestações culturais e folclóricas – música, vestimenta, linguagem e alimentação. A chegada da Estrada de Ferro (Noroeste do Brasil – 1914) incorporou novos hábitos e costumes. As distâncias e o difícil acesso às fazendas fizeram o homem pantaneiro acostumar-se ao isolamento e à solidão, apesar de manifestar o sentimento de cooperação quando trabalha seu gado (manejo tradicional) ou nas festividades típicas entre as fazendas. Vivendo a realidade de uma região inóspita, enchentes, ataque de animais silvestres, problemas de transporte e, sem política diferenciada para a região, o homem pantaneiro (pecuarista, vaqueiro ou pescador) mantém amor, respeito e apego à sua terra.


Os Correios homenagearam diversas vezes essa obra-prima da natureza, por meio da emissão de uma série de selos postais. Vale destacar as seguintes emissões: “Pantanal Mato-Grossense: Cervo do Pantanal / Onça Pintada / Jacaré” (1984); “Peixes do Pantanal – Aquário de Água Doce” (1999) e “Pantanal – Fauna e Flora” (2001), que destacam os elementos mais representativos da grande diversidade biológica desse bioma.


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FILATELIA E ECOLOGIA

Dia mundial dos Correios

19 de março de 2004

Diálogo entre as civilizações Apesar da intolerância, conflitos e guerras, a história da humanidade é marcada também pelas relações positivas entre as nações. Para reforçar os laços de amizade entre os povos de diferentes culturas e promover a cooperação internacional, a Assembléia Geral da ONU definiu o ano de 2001 como o “Ano das Nações… Ver artigo





Diálogo entre as civilizações






Apesar da intolerância, conflitos e guerras, a história da humanidade é marcada também pelas relações positivas entre as nações. Para reforçar os laços de amizade entre os povos de diferentes culturas e promover a cooperação internacional, a Assembléia Geral da ONU definiu o ano de 2001 como o “Ano das Nações Unidas para o Diálogo entre as Civilizações”.


Para as Nações Unidas, 2001 é um grande momento de reflexão sobre os fundamentos, as conseqüências e os benefícios que a cultura do diálogo pode trazer à humanidade. Por meio do diálogo entre as diversas culturas e diferentes religiões, os homens poderão se unir para a construção de uma civilização de amor e paz.


A idéia de sugerir 2001 como o Ano do Diálogo entre as Civilizações partiu da ONU – Organização das Nações Unidas, tendo sido prontamente acolhida pela UPU – União Postal Universal, no sentido de divulgar, por meio da filatelia, esse assunto que, com certeza, é um marco na história. A idéia central é manter uma reaproximação entre as nações, contribuindo, desta forma, para a diminuição de conflitos.


Depois de uma reunião do Conselho de Administração Postal, em Pequim, todos os países-membros da União Postal Universal (UPU) foram convidados a emitir, em conjunto, um selo com o tema “Diálogo entre as Civilizações”. Para aumentar o impacto da emissão, o selo foi lançado com uma única ilustração em todo o mundo, no Dia Mundial dos Correios, 9 de outubro de 2001.


O desenho do selo foi escolhido em um concurso internacional de desenho. A vencedora, Urska Golob, de 27 anos, vive na pequena cidade de Slovenj Gradec, na Eslovénia. A estudante de artes foi premiada por seu primeiro trabalho com selos. Ela apresentou um desenho simples de quatro crianças numa roda em torno do mundo, representando as principais raças mundiais: americana, asiática, africana e européia. O desenho enfatiza a importância da comunicação entre os povos e ressalta a contribuição dos Correios para viabilizar a troca de informações por meio de cartas e encomendas.


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A riqueza do Pantanal em selos

15 de março de 2004

  O Pantanal é a maior planície inundável do mundo, com aproximadamente 365.000 km2, que se espalham por áreas da Bolívia, do Paraguai e do Brasil. Durante a estação chuvosa, a concentração pluviométrica sobre os rios da região (Paraguai, São Lourenço, Cuiabá, Taquari, Negro, Aquidauana e Miranda) faz com que as águas extravasem e inundem… Ver artigo

 


O Pantanal é a maior planície inundável do mundo, com aproximadamente 365.000 km2, que se espalham por áreas da Bolívia, do Paraguai e do Brasil. Durante a estação chuvosa, a concentração pluviométrica sobre os rios da região (Paraguai, São Lourenço, Cuiabá, Taquari, Negro, Aquidauana e Miranda) faz com que as águas extravasem e inundem quase a totalidade da área. Nos trechos mais elevados e a salvo das enchentes, instalam-se as sedes das fazendas de gado. Em função da variabilidade ambiental, a flora apresenta elementos representativos do cerrado, da floresta amazônica, formações hidrófilas, higrófilas e xerófitas. A fauna não é menos abundante.


A riqueza de sua fauna e flora é um manancial para a criação de belos selos. Retratadas em uma paisagem com vegetais típicos (buriti, ipê-roxo, aguapé, etc), que deu origem a três selos em 1984, estão as seguintes espécies animais: ariranha (Pteronura brasiliensis), lontra (Lutra platensis), jacaré (Caiman crocodilus yacare) , onça-pintada (Panthera onca), cabeça seca (Mycteria americana), cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), colhereiro (Ajaia ajaja) e jaburu ou tuiuiú (Jabiru mycteria).


Em 2001, foram 10 selos em uma cartela, formando um típica paisagem do Pantanal. Além de alguns animais que já haviam sido focalizados na emissão de 1984, há outros como a biguatinga (Anhinga anhinga), a garça-moura (Ardea cocoi), a capivara (Hydrochoerus hydrochoeris), o quati (Nasua nasua),a garça-branca-grande (Casmerodius albus), o frango-d’água azul (Pophyrula martinica).

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Mensagens de Natal em selos

15 de março de 2004

O selo do Natal 2002 reproduz a obra “Presépio”, do grande pintor brasileiro Cândido Portinari. Os traços delicados retratam a pureza da história do nascimento de Jesus e levam a todos a mensagem de Feliz Natal dos Correios. O lançamento desse selo abriu as comemorações do centenário de nascimento de Portinari, autor de mais de… Ver artigo

O selo do Natal 2002 reproduz a obra “Presépio”, do grande pintor brasileiro Cândido Portinari. Os traços delicados retratam a pureza da história do nascimento de Jesus e levam a todos a mensagem de Feliz Natal dos Correios.
O lançamento desse selo abriu as comemorações do centenário de nascimento de Portinari, autor de mais de 5.000 obras, de pequenos desenhos a grandes murais, nos quais se fixou a fisionomia da terra brasileira. Esse conjunto de obras, com temas sociais, históricos, religiosos, tipos e festas populares, infância, trabalho no campo e na cidade, paisagens, fauna e flora, constitui uma grande carta que o pintor, emocionadamente, endereçou ao povo brasileiro, dizendo-lhe “somos assim”. Entretanto, essa carta ainda não foi entregue, pois mais de 95% da produção do artista está inacessíveis ao grande público, em coleções particulares.
Por isso, a missão do Centenário de Portinari é entregar a carta ao verdadeiro destinatário, o que, nos Correios, adquire o seu significado mais concreto e literal. No próximo ano, outras emissões filatélicas estão previstas, registrando o legado do menino pobre nascido em Brodowski/SP, que inscreveu seu nome na galeria dos grandes mestres da pintura.
Desde 1966, os Correios emitem selos tendo o Natal como tema. Além dos presépios, que também ilustraram os selos de 1977 e de 1981, foram abordados outros aspectos dessa grande festa da Cristandade, como cenas da Sagrada Família e de várias fases da vida de Jesus, obras de arte ligadas à religiosidade, símbolos e figuras típicas, visões de artistas famosos sobre o Natal, desenhos infantis, decoração das grandes cidades e manifestações populares.

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Carimbo comemorativo do Prêmio Nobel

15 de março de 2004

  Todos os anos – desde 1901 – são atribuídos os Prêmios Nobel de Física, Química, Medicina/Fisiologia, Literatura e Paz. O Prêmio referente à Economia foi instituído somente mais tarde. Os vencedores recebem uma medalha, um diploma e um prêmio pecuniário. O Brasil ainda não conquistou um Prêmio Nobel, mas temos fortes candidatos. Pelo segundo… Ver artigo


 

Todos os anos – desde 1901 – são atribuídos os Prêmios Nobel de Física, Química, Medicina/Fisiologia, Literatura e Paz. O Prêmio referente à Economia foi instituído somente mais tarde. Os vencedores recebem uma medalha, um diploma e um prêmio pecuniário. O Brasil ainda não conquistou um Prêmio Nobel, mas temos fortes candidatos. Pelo segundo ano consecutivo, a Pastoral da Criança foi a candidata oficial do Brasil ao Prêmio Nobel da Paz. A Pastoral da Criança, fundada há 19 anos pela Sra. Zilda Arns Neumann e por Dom Geraldo Magella Agnelo, é uma organização ecumênica, que une fé e vida, no acompanhamento de crianças, famílias e gestantes carentes em todo o Brasil.

Para marcar a indicação oficial da Pastoral da Criança ao Prêmio Nobel da Paz de 2002, foi realizado no dia 9 de julho, o lançamento de um Carimbo Comemorativo, no Palácio do Planalto, com a presença do Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. Um carimbo comemorativo é uma marca filatélica que se destina a difundir e perpetuar o trabalho de relevantes instituições nacionais e internacionais dos mais diversos segmentos socioculturais. O carimbo associa ao motivo enfocado a data e o local em que os eventos são comemorados. Ele é aposto sobre um selo postal cujo tema esteja relacionado ao motivo do carimbo. A partir daí, as correspondências que o contém circulam pelo Brasil e pelo mundo, divulgando o fato celebrado.

Qualquer pessoa ou instituição pode solicitar a emissão de um carimbo comemorativo, desde que sejam observados os critérios estabelecidos na Norma 010/96 do Ministério das Comunicações, que pode ser consultada no site www.correios.com.br. Muitos são os motivos que podem ser homenageados com o lançamento de carimbo comemorativo, como por exemplo: congressos ou conferências internacionais realizadas no Brasil; congressos e conferências nacionais; eventos e comemorações de fatos relevantes nacionais e internacionais; aniversário de nascimento ou de falecimento de vultos pátrios e personalidades ilustres regionais, nacionais e internacionais, já falecidos; exposições industriais, comerciais, técnico-científicas ou agropecuárias, de repercussão regional, nacional e internacional; e exposições filatélicas. Como exemplo de carimbos comemorativos recentes, cujo tema está ligado ao meio ambiente, temos: "IV Casa Verde – Sociedade dos Amigos do Jardim Botânico de Brasília", "54 Anos da Cidade de Bonito" e "Bosque Rodrigues Alves – Jardim Botânico da Amazônia".

Filatelia e Ecologia - DEPARTAMENTO DE FILATELIA — ECT

RIO+10 – Johannesburg 2002

15 de março de 2004

Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável

A conferência que foi realizada em Johannesburg, África do Sul, este ano, no período de 26 de agosto a 4 de setembro de 2002, recebeu o nome RIO+ 10 por ter sido realizada uma década depois da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (RIO-92), que aconteceu no Rio de Janeiro.


O intuito inicial da conferência era discutir questões como:


África, água, ambientes naturais, consumo, energia, florestas, globalização, pobreza e saúde.


O Brasil defendeu a produção de energia a partir de fontes renováveis, numa proposta chamada “Iniciativa Brasileira de energia”, segundo a qual 10% da energia gerada no mundo devem vir de fontes renováveis até 2010. Os Correios do Brasil, na vanguarda, em 1980, lançaram a série de selos chamando a atenção para o uso de novas fontes não-poluentes e renováveis, 22 anos antes da Cúpula de Johannesburg : as formas de energia a álcool, solar, hidrelétrica e eólica.


Os Correios já lançaram selos abordando quase todos os assuntos vinculados à RIO+10, com a consciência de que o Planeta precisa ser preservado. Em homenagem à conferência RIO-92, foi lançada, naquele ano, uma série de selos, divulgando, além do evento propriamente dito, aspectos do nosso meio ambiente, como a fauna da ilha de Fernando de Noronha e a Expedição Langsdorff no Brasil, que revelou uma parte preciosa das nossas riquezas naturais, no século 19.


Utilização pedagógica dos selos postais


NA ARTE
A arte, como forma de expressão cultural, múltipla e inventiva, tem nos selos postais um grande aliado. Nestes se contemplam os momentos da história da arte, a pluralidade cultural e a valorização dos bens culturais e artísticos.


A apreciação crítica da estética dos selos possibilita a reflexão e o entendimento da arte como objeto de conhecimento, referindo-se ao âmbito de sua percepção, decodificação e interpretação da arte e do universo a ela relacionado.


O contexto histórico das produções artísticas inseridas nos selos proporciona a compreensão da importância da arte na sociedade.


As produções nos selos que expressam a diversidade cultural dos povos e transformam as questões sociais em arte se prestam à proposta da abordagem transversal e interdisciplinar.


Os selos postais também incentivam o aluno a preservar a cultura, levando-o a exercer o direito de liberdade de expressão e também a empenhar-se com prazer na apreciação e construção da arte; a aprender a criticar e a reconhecer com sensibilidade as manifestações artísticas; a interessar-se pela história da arte e pelo processo de invenção artística; e a ter respeito, juízo de valor e atenção em relação aos monumentos do patrimônio cultural e às obras artísticas.

FILATELIA E ECOLOGIA - DEPARTAMENTO DE FILATELIA — ECT

O petróleo e a filatelia

15 de março de 2004

O Rio de Janeiro acaba de receber os maiores produtores de petróleo do mundo – indústrias, centros de pesquisa e comércio, além de representantes de mais de 100 países – para participarem do 17ª Congresso Mundial do Petróleo, realizado pela primeira vez no Brasil. Os debates tiveram um caminho bem determinado: o desenvolvimento de novas… Ver artigo



O Rio de Janeiro acaba de receber os maiores produtores de petróleo do mundo – indústrias, centros de pesquisa e comércio, além de representantes de mais de 100 países – para participarem do 17ª Congresso Mundial do Petróleo, realizado pela primeira vez no Brasil. Os debates tiveram um caminho bem determinado: o desenvolvimento de novas tecnologias para aumentar a produtividade das empresas petrolíferas, além da responsabilidade social e da relação dor setor com o meio ambiente.
O petróleo é uma substância viscosa, mais leve que a água, composta por grandes quantidades de Carbono e Hidrogênio e quantidades bem menores de Oxigênio, Nitrogênio e Enxofre. O petróleo é formado pelo processo de decomposição de matéria orgânica (restos vegetais, algas, alguns tipos de plâncton e restos de animais marinhos), ocorrido durante centenas de milhões de anos da história geológica da Terra. Como se trata de um combustível fóssil, de uma fonte de energia não-renovável, suas reservas estão sendo esgotadas gradativamente. Apesar dos sérios impactos causados ao meio ambiente, seu alto potencial econômico faz com que continue sendo explorado. A sociedade atual é extremamente dependente da utilização de petróleo para o seu desenvolvimento.
Dentre alguns selos já lançados pelos Correios focalizando o petróleo, destacamos o da “Petrobras – 40 anos”, emitido em 1994. Por meio das atividades da Petrobras, o Brasil conquistou um desempenho tecnológico que hoje o coloca na vanguarda mundial da produção de petróleo em alto-mar, em profundidades além dos mil metros. O selo é uma homenagem à atuação de 40 anos, que se reflete no dia-a-dia dos consumidores brasileiros.
Destacamos ainda, o selo “Centenário do Nascimento do Presidente Getúlio Vargas”, emitido em 1984, com ilustrações de torres de petróleo. A Petrobrás foi criada no governo de Getúlio Vargas, como solução para o problema do monopólio estatal do petróleo. Outra personalidade relacionada à luta pela exploração do petróleo no Brasil foi Monteiro Lobato, homenageado em selo de 1982, ano do centenário de seu nascimento.
Outros selos significativos sobre o tema foram: 5ª aniversário da Lei da Petrobras (1958), 10ª aniversário da Petrobras (1963), 15ª aniversário da Petrobras (1968) e Promoção dos Recursos Minerais do país (1972).

FILATELIA E ECOLOGIA

Água

15 de março de 2004

Instrumento de transporte e de turismo

  DEPARTAMENTO DE FILATELIA – ECT

 

Sem água não há vida. A água está presente em todas as ações do homem: para gerar energia, para produzir alimentos, para o transporte e para o turismo. São inúmeros os aspectos que comprovam a importância da água para a sobrevivência do planeta. Vamos destacar na filatelia, apenas dois aspectos: a água como elemento facilitador do transporte e como recurso natural de incremento do turismo.

Transporte – Pelas águas do mundo inteiro, circulam as riquezas dos povos. A Marinha Mercante, responsável pelo transporte aquaviário de carga ou passageiros, foi homenageada em um conjunto de dois selos com navios de ontem e de hoje. O transporte marítimo diz respeito a origem e destino das rotas comerciais e pode ser dividido em: navegação de longo curso, realizada com fins comerciais, entre os portos de diversos países; navegação de cabotagem, entre os portos de um mesmo país; navegação comercial, ao longo de canais, rios, lagos, lagoas e nas áreas portuárias.

Turismo – O imenso litoral brasileiro oferece um potencial turístico invejável. O patrimônio representado pela variedade de ecossistemas, de formações geológicas e de manifestações culturais é distintivo das praias brasileiras no contexto internacional. Três belas praias foram apresentadas recentemente em selos: a do Rosa (SC), a de Ponta Negra (RN) e a de Jericoacoara (CE).

A primeira delas fica no município de Imbituba, a 70 km de Florianópolis. A paisagem é dominada por dunas, ilhas e lagoas, além da exuberância natural da serra do Mar. Ali, as águas assumem tons de azul-cristalino, que contrastam com o verde intenso da mata virgem. A praia do Rosa é um dos poucos locais do mundo a acolher a baleia franca, para reprodução e amamentação dos filhotes. É, também, um dos destinos preferidos dos surfistas, devido à qualidade das ondas para a prática do esporte.

A praia de Ponta Negra, que está localizada a 12km de Natal, possui areias brancas e água tépida todos os meses do ano. Por sua localização estratégica, serviu de ponto de desembarque de franceses e holandeses, no início de história do Brasil. Grandes dunas emolduram a praia, destacando as colorações azul-turquesa da água.

Jericoacoara é uma Área de Proteção Ambiental (APA), cuja extensa biodiversidade confere ao local um caráter de "laboratório a céu aberto", que concilia a atividade humana com a preservação da vida silvestre. Considerada uma das dez praias mais belas do mundo, tem clima tropical chuvoso, marcado por temperaturas amenas.

Filatelia&Ecologia

Departamento de Produtos e Filatelia — ECT

5 de março de 2004

  Fernando de Noronha recebe homenagem em seloOs Correios lançam, no dia 10 de agosto, o bloco comemorativo Golfinhos do Brasil, que homenageia os 500 anos de Fernando de Noronha, um paraíso natural encravado no Atlântico Brasileiro Bloco Comemorativo – É o conjunto de um ou mais selos impressos em pequena folha, que pode ser… Ver artigo


 


Fernando de Noronha recebe homenagem em selo
Os Correios lançam, no dia 10 de agosto, o bloco comemorativo Golfinhos do Brasil, que homenageia
os 500 anos de Fernando de Noronha, um paraíso natural encravado no Atlântico Brasileiro







Bloco Comemorativo – É o conjunto de um ou mais selos impressos em pequena folha, que pode ser usado no todo ou em parte no porteamento da correspondência. O primeiro bloco comemorativo foi lançado em Luxemburgo, em 1921.

O bloco comemorativo é uma homenagem aos 500 anos do arquipélago de Fernando de Noronha e mereceu um cuidado estético diferenciado, com a aplicação de holografia, reproduzindo o movimento do golfinho rotador, típico do arquipélago. A holografia é um processo que permite a impressão de imagens de três dimensões em superfícies planas. A matriz de um holograma é obtida por fotografia de um objeto fixo, iluminado por um raio laser dividido em dois filetes. Esses raios são refletidos e expandidos por lentes especiais, produzindo o efeito de movimento.


Além da holografia, o selo conta com um tema de forte apelo e tem grandes chances de receber premiação na Exposição Filatélica Mundial Bangcoc 2003, onde representará o Brasil, de 4 a 13 de outubro. O evento é a quarta exposição filatélica internacional organizada na Tailândia, que, este ano, celebrará o 120ª aniversário dos Correios tailandeses e do primeiro selo postal daquele país.


No Brasil, o lançamento em Fernando de Noronha será filmado e as imagens ficarão disponíveis no site www.correios.com.br.


De autoria do artista plástico Alan Magalhães, o bloco é composto por um selo de R$ 2,90, com tiragem de 400 mil exemplares.


O bloco representa um marco na filatelia brasileira. Além do tema ecológico, de grande apelo para o público, a holografia desperta a curiosidade, especialmente no universo infanto-juvenil. Embora já tenha sido usada anteriormente, no bloco 20ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1989, e na emissão Ano do Coelho, em 1999, a holografia ainda é um recurso estético raro na filatelia, fazendo desta uma emissão diferenciada.

Semana do meio ambiente

Filatelia & Ecologia

5 de março de 2004

  Selos promovem conscientização na Semana do Meio Ambiente Os Correios lançam, na Semana do Meio Ambiente, dois selos que demonstram a importância da preservação da natureza. No dia 2 de junho, será lançada a emissão Plantas Medicinais do Cerrado, composta de uma folha com seis selos, ilustrados com as espécies: velame (Macrosiphonia velame), arnica… Ver artigo

 


Selos promovem conscientização na Semana do Meio Ambiente


Os Correios lançam, na Semana do Meio Ambiente, dois selos que demonstram a importância da preservação da natureza. No dia 2 de junho, será lançada a emissão Plantas Medicinais do Cerrado, composta de uma folha com seis selos, ilustrados com as espécies: velame (Macrosiphonia velame), arnica (Lychnophora ericoides), pacari (Lafoensia pacari), também conhecida como deladeira ou mangabeira-brava, ipê roxo (Tabebuia impetiginosa), embira (Xylopia aromática), muitas vezes chamada de pimenta-de-macaco ou pindaíba, e tiborna (Himatanthus obovatus), conhecida como pau-de-leite, leiteiro, janaguba, ou sucuúba.


O lançamento desses selos ocorrerá no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, o que permitirá sensibilizar um grande público para a importância de nossa flora.


No dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, serão lançados quatro selos especiais, com o tema Reciclagem – Artesanato. Esse lançamento pretende desencadear uma ampla campanha de conscientização para a reciclagem de materiais.


Vidro, metal, plástico e papel compõem os motivos dessa quadra de selos, cujos planos de fundos são apresentados nas cores de identificação dos materiais, às quais se aplicou uma texturização.


No Brasil, os programas de reciclagem ganham destaque e começam a organizar ainda mais seus três processos básicos: a reeducação popular para diminuir a quantidade de lixo; o incentivo às várias possibilidades de reutilização de resíduos antes julgados sem utilidade; e a reciclagem, transformando produto em matéria-prima para a confecção de novas manufaturas.


A coleta seletiva e os subprocessos de redução, reutilização e reciclagem representam esforços grandiosos em prol dos cuidados com os recursos naturais, possibilitando à sociedade almejar um futuro mais saudável. O lançamento dos selos acontece em âmbito nacional e a população pode adquirí-los nas agências de correio ou pela internet, no endereço www.correios.com.br.

Correios homenageiam cachoeiras goianas

5 de março de 2004

Objetivo é ajudar no uso consciente dos recursos naturais para o ecoturismo e a educação

Os Correios lançaram no Dia Mundial da Água, 22 de março, dois selos intitulados Cachoeiras Brasileiras, em Formosa (GO). Os selos apresentam duas das mais famosas cachoeiras brasileiras: Itiquira e Salto II do Rio Preto. O lançamento é mais um trabalho da ECT no esforço de fazer da Filatelia uma forte aliada da educação ambiental.


A decisão dos Correios de mostrar essas duas cachoeiras de Goiás foi motivada pela exuberância natural do cenário onde elas se localizam, sem desconsiderar os aspectos do uso consciente dos recursos naturais para o ecoturismo e a educação.
A Cachoeira do Itiquira (Formosa/GO) oferece a mais alta queda livre acessível do país, com 168 metros de altura. Seus 60.000 visitantes anuais podem apreciar tanto um autêntico véu de noiva, formado pelas águas que despontam do imenso paredão verde-escuro que cai na superfície inferior, como também os vários arco-íris resultantes de uma série de cascatas vistas ao longo dos 2.000 metros do Rio Itiquira.


O Salto II do Rio Preto, localizado no Parque Nacional de Chapada dos Veadeiros (Alto Paraíso de Goiás/GO), com 120 metros de queda d’água, foi internacionalmente reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Para a concepção do selo, os Correios contrataram o designer Anderson Moreira Lima, que usou as técnicas de fotografia e computação gráfica.

Filatelia e Ecologia

Cachoeiras, flora e fauna em selos

4 de março de 2004

Departamento de Produtos e Filatelia – ECT






Os Correios têm emitido regularmente selos que divulgam a necessidade de preservação do meio ambiente. As recentes emissões ?Cachoeiras Brasileiras?, ?Série América 2003: Fauna e Flora Autóctones – Plantas Medicinais? e ?Reciclagem – Artesanato? confirmam esse compromisso com a natureza.


Os selos que divulgam cachoeiras brasileiras ressaltam duas das mais reverenciadas quedas d’água do Brasil: Salto II do rio Preto e do Itiquira. As imagens dessas paisagens naturais são apresentadas em vistas panorâmicas, evidenciando os contrastes entre o verde do Cerrado, as colorações das rochas e o branco intenso das águas em queda.


Localizadas em Goiás, essas cachoeiras despertam o interesse de ecoturistas e amantes da natureza. Itiquira é a mais alta queda livre acessível do País, com 168 metros de altura. Situada no município de Formosa, a 115 km de Brasília, o nome Itiquira descende do tupi-guarani, que significa “água que cai do alto”.


Seus 60.000 visitantes anuais podem apreciar um autêntico véu de noiva formado pelas águas que despontam do imenso paredão verde-escuro, como também os vários arco-íris resultantes de uma série de cascatas vistas ao longo dos 2.000 metros do rio Itiquira.


A cachoeira Salto II, originada em rio Preto é localizada no município de Alto Paraíso de Goiás (GO), tem 120 metros de queda d’água e é reconhecida internacionalmente como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco.


A emissão da mini-folha de selos que divulga plantas medicinais mostra que a flora brasileira é bastante variada. Uma infinidade de cores, cheiros, texturas e tamanhos espalham-se pelas regiões do Brasil. As plantas medicinais do cerrado, em especial, além de seus benefícios para a saúde, enchem de beleza e vida qualquer ambiente.


A impressionante diversidade de espécies da flora medicinal demanda um estudo detalhado desse universo de plantas medicinais encontradas em nosso território. Portanto, faz-se necessário o incentivo à pesquisa e à catalogação de tais variedades, no sentido de conhecer e, sobretudo, proteger e conservar esse patrimônio genético de nosso País.


A quadra de selos ?Reciclagem – Artesanato? mostra como é importante o reaproveitamento criativo de materiais como o vidro, o papel, o plástico e os metais. A idéia de reciclagem começou em 1970, impulsionada pela preocupação do homem com o meio ambiente. A popularização dos produtos descartáveis, a partir dos anos 80, elevou os níveis de geração de lixo per capita de forma inédita na história da humanidade.


A conciliação da consciência ecológica com o estupendo aumento da produção individual de lixo vieram produzir uma pujante indústria de reciclagem. Em decorrência, observa-se uma maior preservação de recursos naturais e o reaproveitamento de materiais não biodegradáveis.


A cada ano, cresce a conscientização da sociedade quanto à importância da coleta seletiva de lixo. Nos próximos anos, esta prática estará, em sua maior parte, inserida na cultura popular.


Destacar as paisagens naturais brasileiras representa para a Filatelia não só a importância da preservação dessas riquezas, mas também a conservação do meio ambiente.
www.correios.gov.br


 

FILATELIA E ECOLOGIA

4 de março de 2004

Departamento de Produtos e Filatelia – ECT


 


A Filatelia, os símbolos e a natureza
A Filatelia mostra uma dupla função: a da preservação dos símbolos nacionais e a da releitura dos itens que formam a identidade do Brasil









A construção da identidade
nacional nos selos:


Comemoração dos 500 anos do Descobrimento do Brasil


Semana da Pátria


20 Anos da Anistia

Os símbolos nacionais sempre foram um tema recorrente na filatelia. Os primeiros selos do mundo, conhecidos como Penny Black, emitidos na década de 40 do século 19, traziam a efígie da Rainha Vitória. Como monarca, a rainha era o símbolo personalizado do Estado. O Brasil, um pouco mais tarde, também veio a usar as imagens do imperador D. Pedro II em uma série de selos clássicos na filatelia nacional – D. Pedro Barba Preta, D. Pedro Barba Branca, D. Pedro Cabeça Pequena e D. Pedro Cabeça Grande.


Dos nossos símbolos nacionais, a Bandeira do Brasil parece ter sido o tema mais visitado pela filatelia. Nossa Bandeira vinha como elemento visual principal do selo ou como um plano de fundo. Na maioria das vezes, as bandeiras retratadas vinham isoladas ou associadas a personalidades nacionais e a eventos de caráter histórico. Uma emissão de 1979, contudo, teve inspiração na natureza. O selo, intitulado “Semana da Pátria 79”, apresenta uma leitura diferenciada da Bandeira Nacional, associando-a ao Sol e às montanhas.


Essa associação não se fez ao acaso. É sabido que, tirante o branco, que simboliza a paz, cada uma das cores da Bandeira reporta-se a um elemento natural: o verde, às matas; o azul, ao céu; o amarelo, à riqueza mineral, especialmente ao ouro. Assim, num estudo inovador na semiótica filatélica, o design elaborado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República fez uma releitura da Bandeira. O verde foi transformado em ondulações, com o formato de montanhas ligeiras. Os elementos circulares da abóbada celeste foram posicionados como o Sol. Por fim, para manter o contraste cromático, o ouro foi suavemente aplicado no plano de fundo, dando luminosidade à peça.


Com essa interpretação tão peculiar, a filatelia mostrou uma dupla função: a da preservação do símbolo nacional e a da releitura dos itens que formam a identidade do Brasil.
Os símbolos, que são uma construção eminentemente cultural, quando associados a elementos da natureza encontram, na filatelia, os seus significados mais profundos.


(Antônio Pereira)