Boca no Trombone!

23 de abril de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados. Conferência“Eu queria saber o que aconteceu com as propostas que o Brasil inteiro levou para o governo Lula e para a ministra Marina Silva durante a Conferência Nacional do… Ver artigo

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados.


Conferência
“Eu queria saber o que aconteceu com as propostas que o Brasil inteiro levou para o governo Lula e para a ministra Marina Silva durante a Conferência Nacional do Meio Ambiente. Tem alguém cuidando delas? Dá para entrar em contato com algum departamento no Ministério do Meio Ambiente para saber mais sobre as propostas?”
Larissa, Ivo e Alexandre – (estudantes) – Goiânia – GO
NR: É só ligar para o MMA (61) 317-1227 ou entrar no site <www. mma.gov.br > Segundo a ministra Marina Silva as deliberações aprovadas na 1ª Conferência Nacional do Meio Ambiente e na Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente,  realizadas ano passado, serão lançadas oficialmente no próximo dia 22 de abril, Dia da Terra, quando serão assinados termos de cooperação técnica com vários ministérios.


Floresta Amazônica
“Enquanto a floresta amazônica é abundante todo mundo usa e abusa. As últimas estimativas mostram claramente que o homem está entrando para valer na floresta plantando soja, plantando madeireiras, plantando minerações e plantando  poluição. A colheita para todas estas plantações é segura: desastre ambiental e violência. Até quando nós brasileiros – sobretudo os governantes – vamos tolerar tanto desmatamento? ”
Rosa K. de Lucca – Belém – PA


Violência no RJ
“Meio ambiente é qualidade de vida. É incrível como a qualidade de vida no Rio de Janeiro caiu. A ex-Cidade Maravilhosa continua bonita por suas montanhas, por suas praias e por suas florestas. Mas está terrível por sua gente metida com tráfico de  drogas, por seus administradores, por seus políticos e por uma polícia que não sabe onde vai e nem como vai. Não sou carioca, mas vivo no Rio e sei que a violência é sustentada pelo consumidores de cocaína da Zona Sul. São eles que abastecem as favelas de fuzis, de traficantes e de loucuras. Se há mercado para o tráfico é porque a classe média está comprando drogas. O Rio não é rota da droga, é consumidor mesmo. É isso que precisa ser dito. Para acabar com as favelas só por um meio heterodoxo: urbanizando-as”.
Karen Torres – Rio de Janeiro – RJ

Boca no Trombone!

19 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 







Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

“Incrível, mas apesar de embargado pelos órgãos de fiscalização, prossegue o aterramento das áreas vizinhas ao Agroroad Shopping. As obras estão prejudicando o meio ambiente. E mais: o sistema de esgoto instalado é subdimensionado e está poluindo os mananciais que abastecem a cidade. Já denunciamos ao Ministério Público em Itu (Vânia Tuglio), à Polícia Florestal de Sorocaba (Capitão Leonardo Torres Ribeiro) e ao Depto. Estadual de Proteção aos Recursos Naturais ( Inês Ramos Beltrão). Vamos colocar a Boca no Trombone até no Palácio do Planalto”.
AIPA – Associação Ituana de Proteção Ambiental – Fazenda S. Miguel, Caixa Postal 83 CEP 13300-000 – Itu, SP – fone: (11)887-2423


“Por que será que a Usina de Tratamento de Esgoto de Brasília (Lago Sul) cheira tão mal? Quanto mais dinheiro se investe na Usina, piora o odor… Aluguei uma casa na QL 06, do Lago Sul, e estou arrependido. Tem dia que o cheiro é insuportável. A Caesb deveria saber que mau cheiro também é poluição.”
Evanildo da Costa Mendes Júnior – Lago Sul, Brasília, DF


“Meu grito de alerta é a favor dos animais. Viajei para a Bahia de carro e no caminho a gente compra o bicho que quiser: papagaio, mico, passarinho de todos os tipos. Um tráfico que só cresce devido ao desemprego e porque o mercado é bom. É igual droga: tem quem compra, tem quem vende.”
Florisvaldo Carneiro Alvarenga Filho – Itaobim, MG


“Há mais de dez anos o mar avança sobre Boa Viagem, no Recife. Estudos da Universidade Federal dizem que tudo começou com o alargamento do calçadão. O fato é que a cidade cresce sem regras ambientais, a erosão aumenta e as autoridades só fazem alguma coisa quando não tem mais nada o que fazer”.
Verônica Castro e Cesar S. Lemos – Recife, Pernambuco


“Os jornais aqui já denunciaram que no ano passado 42 municípios de Goiás tiveram problema de abastecimento d’água. Riachos estão secando e os rios estão com menos água no leito. Com isso, a perfuração de cisterna aumentou muito e sem nenhum controle. Por quê? Simples: estão destruindo as matas ciliares, todo mundo está comprando pivô central, o esgoto está sendo jogado nos rios, a erosão e o assoreamento estão reduzindo ainda mais a vazão de água dos rios. Tudo isto nas barbas do Ministério do Meio Ambiente, ou seja, no Entorno do DF e em Goiás”.
Agrônomo Lourival C. Azevedo Neto – Goiânia, Goiás


“Não adianta falar em progresso, em desenvolvimento, em riqueza, em dinheiro se para conseguir tudo isso estamos destruindo as matas e a água. Riqueza é a floresta, é o solo, é a fauna e a água e não o dinheiro”.
Professor Alencar da Silva Batista – Belém, Pará.


“Sou funcionário do governo do Rio de Janeiro e fico irritado com os jornais que teimam em cobrar só do governo o cuidado com o meio ambiente. Cuidar do meio ambiente é responsabilidade de todos. Mais uma função da sociedade do que do governo”.
Pascoal Marcelino C. Filho – Niterói, Rio de Janeiro


Quem quiser colocar a “Boca no Trombone!” é só escrever, mandar fax ou e-mail para a Folha do Meio Ambiente. Endereço: SRT Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719 – Centro Empresarial Brasília – CEP 70340-907 – Brasília-DF Fax: (61) 321-7357 Fone: (61) 321-3765 / E-mail: folhamei@zaz.com.br

Boca no Trombone!

15 de abril de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar… Ver artigo


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.



“As lavanderias limpam de um lado e sujam de outro. Vejam só: a grande São Paulo tem mais de 2 mil lavanderias. Elas consomem mais de 30 milhões de litros d’água tratada na lavagem de cerca de 1.000 toneladas de roupa por dia. São responsáveis pela transformação de cerca de 15 milhões de litros em efluentes, que são lançados sem tratamento nos cursos d’água”.
Eng. Ambiental Gorette Maria S. de Magalhães – São Paulo, SP

“Fico revoltada com a quantidade de lixo que os “ecoturistas” deixam nos parques, nas praias, nas cachoeiras e nas grutas. Será que não dá para ter um pouquinho de responsabilidade e de consciência? Será que não dá para entender que sujeira é agressão ao meio ambiente e a nós mesmos? Quem quer curtir a natureza tem que saber respeitá-la. Quem produziu o lixo é seu proprietário. E seu dono precisa saber o que fazer com ele. Isso se chama civilidade!”
Alessandra Gomes Silveira Paiva – Búzios, RJ

“FHC/ACM ignoram os povos indígenas e seus direitos fundamentais. Inexiste política de atenção à saúde, à educação, às atividades produtivas, à proteção, à fiscalização e à demarcação das terras. A Funai está paralisada, desmontada e subserviente aos tradicionais inimigos dos direitos indígenas”.
Roberto Liebgott – Secretário Adjunto do CIMI, Conselho Indigenista Missionário – Brasília, DF

“Illinois, EUA, constrói uma usina experimental para produção de álcool, na cidade de Edwardsville. A Califórnia já produz álcool derivado do milho que chamam de “combustível verde”. A Índia mandou estudar o Proálcool e quer misturar álcool à gasolina. O mundo inteiro começa a descobrir o álcool como alternativa ambiental. O carro a álcool no Brasil completa agora 20 anos, e parece que só o Brasil (que saiu na frente) continua não acreditando no álcool. É coisa de brasileiro!”
Sérvulo Santiago M. de Oliveira Filho – Ribeirão Preto, SP

“Assustadora, repugnante, sobretudo condenável, a matança de gatos ocorrida no mês de julho, numa chácara do Condomínio Village Alvorada, Lago Sul, Brasília. A atitude dos autores do crime foi proposital e com requintes de crueldade. Atenção moradores: tomem cuidado, antes que também sejam vítimas desses sacripantas e, se encontrá-los, convide-os à reflexão, dizendo-lhes que viver em paz e honestamente é bonito e maravilhoso!”
José Joacy Bastos – Lago Sul (982-2621) Brasília, DF

“Costuma-se dizer que os ambientalistas são contra o progresso e o desenvolvimento, o que é uma grande mentira. Eles querem, sim, progresso e desenvolvimento, mas efetivo, verdadeiro, com qualidade de vida para todos e não esse caos social e ambiental que aí está e com o qual amarguradamente temos de conviver dia-a-dia”.
Ari Quadros, presidente da Fundação Rio Ibirapuitã (55) 422-5487 – Alegrete, RS

“A Secretaria Municipal de Obras desmatou 10 mil m2 de Mata Atlântica no Forte do Pico, em Jurujuba. Como o desmate não foi autorizado pelo Ibama e nem pelo IEF, como atesta conteúdo do inquérito policial, fica caracterizado crime ambiental. Envolvidos no caso: Adriano Antônio Soares, Delegado da PF; José Roberto Mocarzel, Secretário de Obras; José Chacon de Assis, Presidente do CREA; Sérgio Ricardo e Deputado Carlos Minc.”
Gerhard Sardo, Coord. da Assembléia Permanente das Entidades de Defesa do Meio Ambiente do RJ – fone: (21) 711-4665 e 9999-4853 – Niterói, RJ



Quem quiser colocar a “Boca no Trombone!” é só escrever, mandar fax ou
e-mail para a Folha do Meio Ambiente. Endereço: SRT Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719 – Centro Empresarial Brasília – CEP 70340-907 – Brasília-DF Fax: (61) 321-7357 Fone: (61) 321-3765 / E-mail:
folhadomeio@folhadomeio.com.br

Boca no Trombone!

14 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.


“Ele merece o Troféu Pinico. Em comemoração ao Dia do Rio Tietê (22/setembro) o Grupo Ecológico Nascente do Tietê (GENT) entregou o Troféu PINICO ao senhor José Berna R do Ortiz, Superintendente do DAEE-SP. Motivo: a construção de sanitário em cima da nascente do Tietê (a menos de 15 metros), sem a devida licença ambiental. As nascentes do Tietê foram transformadas em Parque Estadual pelo decreto 29.181/88, sendo também tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de S.Paulo”.
Helder Wuo, Secretário Executivo do GENT – Rua Pedro Rodrigues de Camargo, 140 – Fax: (11) 776-1174 – Salesópolis, São Paulo

“Angustia verificar, ano após ano, a degradação da ilha de Santa Catarina, tão bela e que, por ser patrimônio natural da humanidade, merece um cuidado especial. É preciso que se diga claramente e sem meias palavras: estão matando a ilha mais bonita do litoral brasileiro. Silenciar é sinônimo de cumplicidade”.
Ari Quadros, presidente da Fundação Rio Ibirapuitã (55) 422-5936 – ALEGRETE, RS

“A prefeitura de Niterói ignora a necessidade de implementar a política de unidades de conservação e abandona a área de Mata Atlântica de domínio do Parque Municipal da Pedra do Cantagalo. Criado em 1993, o Parque ainda não possui diagnóstico ambiental, plano de manejo, levantamento fundiário e fiscalização. Sua regulamentação expirou há 4 anos e oito meses”.
Gerhard Sardo, Membro Titular do Conselho Municipal do Meio Ambiente – Rua Mem de Sá, 169/1104 (fone: 21-=711-4665) CEP: 24220-260 NITERÓI, RJ

“A água será motivo de guerras no próximo século. Está passando da hora de acabar com a cultura do desperdício e da poluição desse recurso”.
Eng. Agrônomo Sanderson Medeiros Leitão – JOÃO PESSOA, PB

“As florestas não podem ser sacrificadas sob a pífia argumentação do estímulo ao livre comércio. E a Organização Mundial do Comércio não pode, através de suas normas, ameaçar a proteção das florestas do planeta. Cerca de 15 milhões de hectares de florestas são perdidos anualmente”.
João de Deus Medeiros – Coordenação da Federação de Entidades Ecologistas Catarinenses – Caixa Postal 347 – CEP 89608-000 – JOAÇABA, SC

“Para mim a principal diferença entre um país de Primeiro Mundo e um de Terceiro Mundo é a civilidade das pessoas. As pessoas podem não ter uma rua bonita, mas têm que ter uma rua limpa. Podem ter muito dinheiro, mas têm que evitar o desperdício. Podem ser pobres, mas não precisam ser sujas”.
Professora Célia M. Alcântara Lopes – FORTALEZA, CE

“Tem gente comprando gato por lebre. Tem muitas instituições vivendo de um bom marketing, para pegar dinheiro fácil dos ingênuos. O Jornal Nacional, da TV Globo, denunciou o Instituto Santo Antônio. Só depois da denúncia da imprensa é que as autoridades tomam providências. O que não faltam são ONGs e instituições picaretas. Olho vivo, minha gente! Cuidado com as doações por telefone! Vou tentar conseguir algumas provas e mandar para a Boca no Trombone.”.
João Camillo G. de Oliveira Filho – BELO HORIZONTE, MG

Boca no Trombone!

12 de abril de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar… Ver artigo

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

“Baía da Guanabara – 500 anos de ocupação predatória e absurdamente desordenada. Ou tomamos agora uma atitude ou, no ano de 2500, não haverá como comemorar os 1000 anos da outrora bela Baía da Guanabara”.
Ítalo Miranda Carneiro de Sá – NITERÓI, RJ


“A Petrobras não é a principal responsável pelo terrível acidente que liquidou praias, manguezais e o mar da Baía da Guanabara. Tão responsável quanto a Petrobras são as outras 400 e tantas empresas que poluem o mar, o solo e o ar do Rio de Janeiro. O grande responsável por isso tudo é o Poder Público: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário que não executam, não legislam e deixam impunes tantos agressores ao meio ambiente. Não existem auditorias e nem fiscalização. Ganha muito quem polui mais”.
Estudantes Dalton R. Salles, Dinorah Chaybe e Celso Castro – Larangeiras – RIO DE JANEIRO, RJ


“Depois do desastre ecológico que está dizimando a fauna e flora do mais importante manguezal da Baía da Guanabara, atingindo um raio de 50 km, está na hora de uma manifestação gigantesca contra a Petrobras e contra as autoridades que já gastaram mais de R$ 500 milhões para a despoluição da Baía e ela continua mais poluída do que nunca. Vamos defender a vida”
Franklin Mattos <francklin@grude.org.br>


“Precisamos criar um SOS do rio das Contas. Os principais afluentes do rio das Contas são os rios: Brumado, do Antônio, Gavião, Sincorá, Jacaré, Jaquiezinho e Gongogi. Todos eles estão enfrentando a mesma e grave poluição pelos dejetos humanos e industriais. Em Jequié está o máximo de agressão ambiental ao rio das Contas. Até quando?”
Grupo Ecológico Rio das Contas – Travessa ACM, 155 A – Ed. Sindicato Bancários – Sala 155-A   JEQUIÉ, BA – fone: (73) 525-6309


“Duas coisas: primeiro, quero me solidarizar com as pessoas que denunciaram a liberação da caça esportiva no Rio Grande do Sul. E, segundo, gostaria que alguma autoridade competente esclarecesse a questão do adoçante aspartame: se é ácido fórmico, portanto venenoso ao ser humano, ou é simplesmente um aminoácido inofensivo.”
Suely Ando Maglia, bióloga – Rua Santa Catarina, 108 – Cep: 78.505-000 – TERRA NOVA DO NORTE, MT


“Os autoridades e políticos de Niterói estão permitindo que se destrua a última reserva verde do município: a serra da Tiririca. E o prefeito Jorge Roberto Silveira nada faz contra esse estado de coisas. Aliás os políticos do  PDT agem assim: deixam que se invadam terrenos públicos e abandonados para ali criarem currais eleitorais”.
José Luiz Gonçalves Simões – <isimoes@vnet.com.br>


“Em plena comemoração dos 500 anos, a ARACRUZ Celulose está tratando muito mal os índios Tupinikim e Guarani das aldeias Caeiras Velhas, Pau Brasil, Irajá, Boa Esperança e Três Palmeiras. Em 1999, foi feito um acordo de indenização com a Aracruz para ela pagar pelas terras dos índios, nos próximos 20 anos, cerca de R$ 9,7 milhões. A ARACRUZ paga os índios de seis em seis meses e o dinheiro fica rendendo juros para a própria empresa e não para a comunidade indígena. Coisa de capitalista que quer explorar índios e terra”.
Adalberto Pires Barbosa – VITÓRIA, ES


“Por que o Ministério do Meio Ambiente e o Programa AVANÇA BRASIL não fazem campanha específica para que as cidades ribeirinhas, os turistas, as indústrias e sobretudo as embarcações que navegam pelos rios da Amazônia deixem de fazer o Negro, o Madeira, o Tapajós, sobretudo o rio Amazonas de lixeira? É triste ver tanto plástico, tanta lata, garrafas, até embalagens de agrotóxico boiando nos rios”.
Sílvio de Alencar Peixoto – BELÉM, PA

Boca no Trombone!

7 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

"Em Junho de 98, a prefeitura de Águas de Lindóia (SP) conseguiu recursos do Ministério da Agricultura, no valor de R$ 60 mil, para retificar e recuperar a microbacia do Ribeirão dos Tanques, com plantio de 25 mil mudas de espécies nativas. Um ano e meio depois, só plantaram 10 mil mudas e, hoje, quase todas estão mortas. O prefeito de Lindóia diz que devolveu o dinheiro ao Ministério da Agricultura. São projetos financiados pelo Governo para atender a politicagem local. Infelizmente, todos descompromissados com a causa ambiental".
João Luís de Souza Almeida, Secretário do Grupo Ecológico Vida – Rua Mato Grosso, 262 CEP: 13940-000 Fone: (19) 824-1519 – ÁGUAS DE LINDÓIA, SP

"A cidade de Cabedelo tem uma mata de restinga que, a cada ano que passa vem sendo agredida pela população. As autoridades ignoram e nada fazem para que esse ecossistema mantenha-se conservado. Pessoas jogam lixo, desmatam, fazem queimadas. Faltam-lhes consciência e educação. Uma pena!"
Iracema de França Lima – CABEDELO, PB

"A Barra da Tijuca, no Rio, é a Miami brasileira só de faixada. Quando se fala em saneamento, telefonia e trânsito, aí parece uma Baixada Fluminense: os telefones não funcionam, o emissário submarino vai acabar na Justiça, pois ninguém assume o grave problema dos dejetos produzidos na região da Barra e Jacarepaguá, enquanto isso as lagoas da região vão se poluindo. O mau cheiro e as algas tóxicas já são uma realidade. Os emergentes da Barra estão sufocando de sujeira a vida das Lagoas".
Alberto da Silveira Lobo – Freguezia – JACAREPAGUÁ, RJ

"Não há quem ainda não tenha desvendado o mistério dos suicídios dos índios Guaranis e Kaiowás. Se não fizerem alguma coisa por nós, é melhor apagar o sol".
Amilton Lopes, Kaiowá e líder da aldeia Pirakuá – DOURADOS, MS

"Civilidade é para todos: ricos e pobres, adultos e crianças. As pessoas podem ser pobres, mas não precisam ser sujas. A criança pode ser peralta, mas não precisa ser mal educada. A sociedade moderna precisa entender que a água é alimento, o solo vale ouro e o ar é vida. É hora de cuidar melhor de nossa GRANDE CASA."
Cristina de Alencar Fonseca (16 anos) – CAMPINAS, SP

"O homem de fato parece um irracional. Depois de poluir os rios, os lagos e até o mar; depois de desmatar as florestas, ferir o solo e abrir um buraco na camada de ozônio; depois de tantas experiências atômicas e de tanta destruição, o homem vai para o espaço e começa a poluir os céus. Abandona satélites, deixa parafusos flutuando e perde até material radioativo na órbita da Terra. Isso é muito triste!"
Maria Emília Flora Alcalah – SÃO PAULO, SP

"Quero colocar mais uma vez a boca no trombone: estão destruindo os manguezais do litoral brasileiro, sobretudo no Nordeste. A sede imobiliária é a grande responsável."
Raimundo Nonato de Souza Filho – ARACAJU, SE

Quem quiser colocar a "Boca no Trombone!" é só escrever, mandar fax ou e-mail para a Folha do Meio Ambiente. Endereço: SRT Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719 – Centro Empresarial Brasília – CEP 70340-907 – Brasília-DF Fax: (61) 321-7357 Fone: (61) 321-3765 / E-mail: folhamei@zaz.com.br

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6 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

"Por que os países ricos (G-7) e o Banco Mundial só se preocupam em financiar a preservação das florestas úmidas da Amazônia? A floresta que está correndo um perigo muito maior é a mata atlântica e as matas do Cerrado. Para elas, nem palavras de consolo…"
Prof. Acácio Xavier de Pádua Netto – BELO HORIZONTE, MG

"A Peugeot, a ONF e o Instituto Pro-Natura são todos farinha do mesmo saco. Não é possível que os europeus que vivem criticando o Brasil por não preservar a Amazônia, cheguem aqui dizendo que vão investir milhões de dólares, vão recuperar áreas degradadas, vão plantar 10 milhões de árvores, prometem até criar um poço de carbono e fazem justamente o contrário. Desmatam irregularmente, usam herbicida em excesso, matam grande número de animais e promovem até a biopirataria. A Peugeot está vendendo gato por lebre. Será que dá para confiar nos seus carros?"
Maria Paula Ribeiro de Souza – CUIABÁ, MT

"Um amigo meu foi ao aeroporto de Maceió para transportar um porco para Fortaleza. O recepcionista do aeroporto disse que precisava autorização do Ibama. No Ibama, meu amigo foi informado que se fosse porco-espinho, tudo bem, mas como era um animal doméstico a licença teria que ser do Ministério da Agricultura. Já o delegado do ministério da Agricultura mandou meu amigo para a Vigilância Sanitária e a Saúde Pública do município, a fim de fazer as inspeções de rotina. Foram três dias de burocracia, de gasto de tempo e desperdício de dinheiro. E o porco continuou em Maceió. Isso é Brasil!"
José Cleiton de Oliveira, Contador – MACEIÓ, AL

"Respeito à natureza, a um meio ambiente saudável e à melhoria da qualidade de vida parecem coisas secundárias ao longo desse belo e vasto litoral brasileiro. O que interessa mesmo é o lucro fácil e a qualquer custo".
Ari Quadros, Presidente da Fundação Rio Ibirapuitã (55) 422-5936 – ALEGRETE, RS

"Queremos desmentir o laudo do Hospital de Altamira pela morte da índia Érika Xipaia, ocorrida dia 10 de novembro/99. Érika foi violentamente espancada pelo pescador de cari, Raimundinho Paraná, e só depois de 4 dias a levaram para o hospital, onde faleceu. O laudo assinado pelos médicos Eliane Conceição Maia Pereira e Guilherme Barbosa Conde aponta a morte como sendo natural. Érika foi assassinada porque denunciava a presença de pescadores de cari (cari é uma espécie de peixe ornamental) na ilha da Boa Vista, no Rio Xingu. É muito estranho que o hospital não tenha comunicado o fato nem à Funai e nem à Polícia". 
Elza Xipaia e CIMI Regional Norte II – ALTAMIRA, PA

"Em plena piracema, aqui em Goiás (nos rios Claro, Caiapó e Santa Marta) tem gente sem consciência que ainda pratica pesca predatória, em "pé de cachoeira". Será que não dá para ficar uns 3 meses sem comer uns peixinhos? Será que não tem ninguém para fiscalizar?"
Daniel Toledo – Av. Bruxelas Quadra 41 Lt. 576 Vila Brasília – Cep 76200-000 IPORÁ, GO

"É hora de rasgar a fantasia: aprendi que a qualidade ambiental da vida na Terra está minguando sem parar. O consumo de ítens poluentes aumentou em mais de 60% nos últimos 30 anos. Só o homem poderá reverter esta situação, pois ele é o grande vilão. Temos que trabalhar a cabeça de nossas crianças, caso contrário a degradação será i-ne-vi-tá-vel!"
Emília de Morais R. Tupinambá – SÃO PAULO, SP

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Boca no Trombone

1 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados. Atenção autoridades do DF“Atenção autoridades ambientais: estão invadindo uma área verde ao lado do córrego do Guará, na pista que vem do ParkShopping, perto da Candangolândia. Tanto o… Ver artigo


 


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o
desabafo para protestar e exigir respeito
ao meio ambiente. Este é um espaço
reservado aos leitores inconformados.


Atenção autoridades do DF
“Atenção autoridades ambientais: estão invadindo uma área verde ao lado do córrego do Guará, na pista que vem do ParkShopping, perto da Candangolândia. Tanto o córrego como a área verde aos poucos estão sendo destruídos. Sem falar no esgoto e no lixo que estão jogando no local. Uma pena! Onde anda a fiscalização?”
Letícia de Oliveira – Universitária – Brasília-DF



Cultura da abundância

“Antigamente – acho que não tão antigamente assim – existia uma expressão para dar grandeza nas coisas, que dizia: Isso aí tem igual água… Água sempre foi um símbolo de quantidade inesgotável… Algo que não acaba nunca… Coisa que se pode desperdiçar… Pois bem, hoje estamos aprendendo que não é bem assim. Água é um bem que pode acabar e a gente tem que cuidar se não vai faltar. Parabéns à vocês da Folha do Meio Ambiente por colocarem isso na minha – e em muitas cabeças desse Brasil”.
Fátima de Freitas Lucas – Campinas-SP



Sem vergonha

“Me explique uma coisa: por que as pessoas não têm vergonha de jogar toco de cigarro na rua, não tem vergonha de jogar lixo na calçada e não tem vergonha de espalhar plástico por todo lado? Eu sei: porque são verdadeiramente muito sem vergonha….”
J.B. Cardoso – São Paulo – SP


ONGoverno
“O Ministério do Meio Ambiente do governo Lula continua sendo um Ministério Não Governamental. É único no gênero”.
Esther M. Seixas – Brasília – DF


Mau cheiro
“Estudo na Faculdade Euro-Americana e moro na QL 06 do Lago Sul de Brasília. Gente, será que não tem jeito de fazer uma usina de tratamento de esgoto menos fedida? Moro em frente à Usina de Tratamento e estudo ao lado. Ando desesperada com minha sina! Durmo, almoço e estudo com aquele cheirinho no nariz”.
Cássia (por email) – Brasília – DF