Fórum Mundial da Água

Fórum Mundial da Água é tema de encontro na Adasa

25 de fevereiro de 2016

Representantes brasileiros de comitê internacional reuniram-se com o governador do DF para definir ações preparatórias do evento

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg; diretor Presidente da Adasa, Paulo Sales; Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Klink; Secretario de Infraestrutura Hídrica do Ministério de Integração Nacional,Osvaldo Garcia; e o diretor do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Itamaraty, Raphael Azeredo

Governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg; diretor Presidente da Adasa, Paulo Sales; Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Klink; Secretario de Infraestrutura Hídrica do Ministério de Integração Nacional,Osvaldo Garcia; e o diretor do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Itamaraty, Raphael Azeredo

 

 
 
Em 14 e 15 de abril, Brasília receberá um encontro do International Steering Committee (ISC), comitê internacional que vai definir os principais pontos do 8º Fórum Mundial da Água, em 2018. Na manhã de hoje (24), representantes brasileiros da entidade reuniram-se com o governador Rodrigo Rollemberg e com o diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa), Paulo Salles.
 
O encontro desta quarta-feira, na sede da Adasa, serviu de preparação para as próximas ações que antecedem o evento, com destaque para a reunião do comitê executivo em abril. "A partir deste encontro, fundamentaremos nossas atividades para que o 8º Fórum Mundial da Água transforme o Brasil em um exemplo de trato com os recursos hídricos, tanto na distribuição quanto na economia", enfatizou Rollemberg, escolhido pela organização como um dos presidentes do fórum.
 
O International Steering Committee é o responsável pelas direções estratégicas, pela supervisão e pela execução do fórum. De acordo com Paulo Salles, um evento bem feito em 2018 deixará um legado fundamental. "Teremos, depois, pessoas mais capacitadas e envolvidas na gestão e na utilização hídricas."
 
Especialistas em recursos hídricos de diversos países deverão vir a Brasília para o fórum mundial. A meta dos organizadores é estabelecer trocas e ações concretas para a melhoria da gestão da água e do saneamento. Paralelamente, busca-se sensibilizar legisladores, tomadores de decisão e sociedade em geral em torno de soluções para os problemas de consumo e gestão da água no mundo.
 
Também estiveram presentes na reunião de hoje o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Klink, o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu Guillo, o reitor da Universidade de Brasília, Ivan Marques de Toledo Camargo, os representantes do Ministério das Relações Exteriores Rafael Azeredo e do Ministério das Cidades Osvaldo Garcia, além do presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, Venilton Tadini.
 
 
Decisões
 
Ainda durante a manhã desta quarta, a Adasa firmou com a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base um acordo de cooperação para os direcionamentos da realização do fórum.
 
Ficou definido também que o diretor-executivo da Adasa, Rodrigo Augusto Barbosa, comandará a secretaria-executiva do fórum, que terá a função principal de colocar em prática as deliberações do International Steering Committee. Nas próximas conferências, será decidido o tema do evento em 2018.
 
 
Histórico
 
A escolha de Brasília como sede do 8º Fórum Mundial da Água ocorreu em 26 de fevereiro de 2014, durante reunião de governadores do Conselho Mundial da Água, em reunião na Coreia do Sul.
 
Com o objetivo de manter a questão da água na agenda ambiental internacional e buscar soluções para o aproveitamento sustentável dos recursos hídricos do planeta, o evento ocorre a cada três anos. Entre os participantes estão governantes, empresários, representantes de organizações não governamentais e demais envolvidos. A última edição foi na cidade sul-coreana de Daegu, em abril do ano passado, quando participaram cerca de 30 mil pessoas de 170 países.
 
A edição brasileira será a primeira no Hemisfério Sul. Anteriormente, além da Coreia do Sul, o fórum passou por França, Holanda, Japão, Marrocos, México e Turquia.
 
 

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