Boca no Trombone

Boca no Trombone

18 de julho de 2006

Aracruz desmata “A Aracruz, apesar daquela propaganda bonitinha com o Pelé, o Astronauta e o Popó, continua desmatando ilegalmente a Mata Atlântica, na cabeceira da nascente do córrego Jacutinga, na cidade de Linhares (ES). Dia 16, em apenas 20 minutos, foram destruídos mais de três hectares de árvores. A escolha da data pela Aracruz para fazer… Ver artigo

Aracruz desmata
 “A Aracruz, apesar daquela propaganda bonitinha com o Pelé, o Astronauta e o Popó, continua desmatando ilegalmente a Mata Atlântica, na cabeceira da nascente do córrego Jacutinga, na cidade de Linhares (ES). Dia 16, em apenas 20 minutos, foram destruídos mais de três hectares de árvores. A escolha da data pela Aracruz para fazer o desmatamento foi estratégica: era uma semana de feriado e com jogo do Brasil na Copa. Tanto o Ibama como a mídia estavam longe… Alguns trabalhadores rurais conseguiram impedir a passagem de 20 dos 27 tratores que estavam no local. Mulheres e crianças se colocaram em frente às máquinas para evitar o desmatamento. A ação da Aracruz foi considerada crime ambiental pelo Ibama”.
Elias Alves – Movimento Pequenos Agricultores
Linhares – ES


Parceiros de um sonho
“Sou fisioterapeuta, gosto muito de ciências biológicas e de  tudo que diz respeito à natureza, animais e afins. Estou preocupado com o futuro de nosso planeta. Tenho um sonho: construir uma entidade para conscientização sobre a importância de se valorizar mais o meio ambiente. Sobretudo a preservação da água. Moro numa cidade do interior. Tanto aqui como nas cidades vizinhas estão acabando com as florestas. No lugar da vegetação natural só aparece cana, soja e pasto. Espero contar com ajuda dos leitores da FMA para construir esta entidade. Não estou interessado em verba ou doações, mas sim no apoio de voluntários e de parceiros que queiram participar deste sonho, com informações e algum tipo de orientação”.
Giuliano – giuliano.gm@ig.com.br – Palmital -SP


Sujeira nas ruas
“A política, ou melhor, os políticos já começaram a sujar as ruas, avenidas, muros, calçadas e até árvores. Começou a fase de quanto mais esperto, mais divulgação do nome tem. Acho que os leitores deveriam fazer um acordo de cidadania: político sujismundo não leva o nosso voto. Melhor dizendo, vamos trabalhar contra eles. Quem suja o bem público, deve também “sujar” os orçamentos, as emendas e as votações em plenário. Imagina que superfaturam até ambulâncias!”
Ricardo C. P. Silva – Campinas – SP


Poluição do rio Tietê
“A poluição do rio Tietê não pode continuar por mais tempo nos municípios de Santana de Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Cabreúva, Itu, Salto, Porto Feliz, Tietê e Laranjal Paulista. É muita espuma. É muito mau cheiro. É muito lodo, entulho e lixo. Há que despoluir o rio Tietê imediatamente”. Veja o site: http://www.tratamentodeagua.com.br/informativos/ acervo.php?chave=216&cp=est
aguape.guaru@uol.com.brBragança Paulista – SP

Boca no Trombone!

8 de agosto de 2005

“A centenária cidade de Coxim, no Mato Grosso do Sul, até hoje não conseguiu um lugar para colocar o lixo público. Tanto tempo, tanta tecnologia disponível e tanta falta de interesse público! Quem sabe, nos próximos 100 anos, Coxim ainda poderá ter alguém para resolver este grave problema …”Mauro de Figueiró – Coxim – MS… Ver artigo

“A centenária cidade de Coxim, no Mato Grosso do Sul, até hoje não conseguiu um lugar para colocar o lixo público. Tanto tempo, tanta tecnologia disponível e tanta falta de interesse público! Quem sabe, nos próximos 100 anos, Coxim ainda poderá ter alguém para resolver este grave problema …”
Mauro de Figueiró – Coxim – MS


“Vou colocar a Boca no Trombone contra vocês aí da Folha do Meio. Acho que vocês têm que ser mais agressivos. Quem luta pelo meio ambiente tem que ser radical. Não pode dar moleza contra o BNDES (que financia projetos poluentes) contra o Ibama que finge que fiscaliza, contra a CSN que acaba com a qualidade de vida em Volta Redonda e contra a Cia. Vale do Rio Doce, que depois de privatizada só pensa em lucro, fazer buraco para tirar o minério e exportar. Nada de contemporizar, minha gente! Vamos denunciar e cobrar dos que preferem ganhar dinheiro poluindo.”
Pedro Jorge Lourenço Souza Filho – Rio de Janeiro – RJ 


“A Gessy Lever e a Dedini devolvem água impura e poluída ao meio ambiente. Vamos promover uma manifestação contra esse pessoal que só acha que rio é para carregar as sobras e os lixos das indústrias.”
Sílvio de Magalhães Soares – São Paulo – SP


“A Sanbra, unidade de Jaguaré, São Paulo, lança constantemente resíduos de fuligem decorrente de suas atividades de refino de óleos vegetais, poluindo todo o bairro há duas décadas.”
Emerson de Oliveira Neto – Cidade Universitária –  São Paulo


“Vou fazer três denúncias graves: se recebem por fora, os fiscais do Instituto Estadual de Florestas deixam desmatar; os técnicos da Emater receitam adubos químicos e venenos e a prefeitura não está nem aí para o lixo e para o tratamento de esgoto.”
Cáritas Diocesana de Almenara – Jequitinhonha – Minas Gerais


“Início de ano é tempo da gente meditar, criar vergonha e começar a respeitar o homem, o solo, o ar e a água. É tempo da gente entender que a Terra é nossa morada e será a morada dos bisnetos de nossos netos. A destruição caminha num ritmo alucinante. É hora de cada um fazer sua parte. Se cada um respeitar o meio ambiente, o mundo vai mudar. Meio ambiente é cultura. É educação. É respeito à vida! É cidadania!”
Professor Átila L. da Costa e Silva – Salvador – Bahia


“Vou fazer uma denúncia: os técnicos da Cetesb estão careca de saber que tem inúmeras pequenas empresas, principalmente as galvanoplásticas, que jogam muita carga inorgânica nos rios. Apesar de pequenas no tamanho, no conjunto essas empresas acabam sendo as maiores poluidoras do Estado. Olho vivo, Cetesb!”
Carlos T. Wolfran – Piracicaba – São Paulo
 
“A Viação Alvorada, em Brasília, precisa fazer revisões em seus ônibus. Estou cansado de ver ônibus com motores desregulados, soltando uma fumaça danada! Para que existe a Secretaria do Meio Ambiente? A lei está aí, mas não existe fiscalização.”
Alan Santos de Oliveira (Assoc. YBY Movimento Terra), Taguatinga – DF

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8 de agosto de 2005

“O naturismo, forma contemplária de praticar o nudismo como relaxamento e lazer, é um dos mais fortes apelos que o Brasil tem para atrair turistas estrangeiros. Entre os campos de nudismo, um dos mais exuberantes é a praia de Tambada, na Paraíba. Mas o uso indiscriminado de máquinas fotográficas está inviabilizando o futuro da área…. Ver artigo

“O naturismo, forma contemplária de praticar o nudismo como relaxamento e lazer, é um dos mais fortes apelos que o Brasil tem para atrair turistas estrangeiros. Entre os campos de nudismo, um dos mais exuberantes é a praia de Tambada, na Paraíba. Mas o uso indiscriminado de máquinas fotográficas está inviabilizando o futuro da área. Sensíveis e sutis, os praticantes do naturismo partem, em silêncio, buscando outras fronteiras, quando deparam com grupos que fazem da praia estúdio para sessões pornô com gatinhas sensuais e deslumbradas.”
Marcos Agê – SQS 112  Bloco “F” – Brasília, DF


“Quero expressar minha preocupação com esses alimentos transgênicos que já estão na mesa de nossas casas. Como saber se são confiáveis? Segundo a multinacional Monsanto, esses alimentos, geneticamente modificados, são seguros. Mas a Monsanto está vendendo “seu peixe”. É o caso da soja Roundup Ready. Outro exemplo é o fumo Y-ida DNAP que vicia ainda mais o fumante. Olho vivo!”
Eng. Florestal Anderson Luís Oratz – Itaiópolis, SC


“Mineradoras inescrupulosas atuam no sul de Minas extraindo granito. Em Pedralva conseguimos coibir esta atividade por algum tempo. Em Lambari, na Serra das Águas, tal atividade continua e próximo ao Parque Estadual Nova Baden. Em Delfim Moreira, três mineradoras atuam dentro da região da Área de Proteção Ambiental da Mantiqueira. Quem vai fazer cumprir a Legislação? Uma vergonha!”
João  Bosco Vilela, do GE Pedra  Branca (035) 663-1063 – Pedralva, MG.


“Quero deixar meu protesto: se a população é mal educada, a culpa primeiro é do governo e depois da família. Por quê? Simples: todos os governos (federal, estaduais e municipais) são obrigados a dar escolas para educar. Segundo, deviam fazer menos propagandas em causa própria, de obras que eles já têm obrigação de fazer, para promover mais campanhas de utilidade pública, alertando para os problemas do lixo, da poluição das águas e da civilidade no trânsito.”
Professor Aquiles de Almeida B. Filho – Rio de Janeiro, RJ


“Nosso repúdio ao descaso da Justiça que até hoje não puniu o assassino e mandante do crime contra Manoel Mendes Guajajara (o Manoel Jacu) ocorrido em 1997. Os índios desconfiam do fazendeiro Leoci.”
Índios Krikati, Maranhão


“É preciso combater o revanchismo dos fazendeiros e dos políticos de Roraima. O Governo tem obrigação de dar continuidade ao processo de demarcação, homologando e registrando a área Raposa/Serra do Sol, em RR, como território indígena.”
Roberto Liebgott – Secretário Adjunto do CIMI – Brasília, DF


“SOS Natureza! Vamos lutar pelo fim das carvoeiras que desmatam as margens dos rios, acabam com o Cerrado e transportam, perigosamente, o carvão pelas rodovias. Caminhão com carvão é perigo de montão!”
Professora Edna C. Rodrigues – Sete Lagoas, MG

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23 de abril de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados. Conferência“Eu queria saber o que aconteceu com as propostas que o Brasil inteiro levou para o governo Lula e para a ministra Marina Silva durante a Conferência Nacional do… Ver artigo

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados.


Conferência
“Eu queria saber o que aconteceu com as propostas que o Brasil inteiro levou para o governo Lula e para a ministra Marina Silva durante a Conferência Nacional do Meio Ambiente. Tem alguém cuidando delas? Dá para entrar em contato com algum departamento no Ministério do Meio Ambiente para saber mais sobre as propostas?”
Larissa, Ivo e Alexandre – (estudantes) – Goiânia – GO
NR: É só ligar para o MMA (61) 317-1227 ou entrar no site <www. mma.gov.br > Segundo a ministra Marina Silva as deliberações aprovadas na 1ª Conferência Nacional do Meio Ambiente e na Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente,  realizadas ano passado, serão lançadas oficialmente no próximo dia 22 de abril, Dia da Terra, quando serão assinados termos de cooperação técnica com vários ministérios.


Floresta Amazônica
“Enquanto a floresta amazônica é abundante todo mundo usa e abusa. As últimas estimativas mostram claramente que o homem está entrando para valer na floresta plantando soja, plantando madeireiras, plantando minerações e plantando  poluição. A colheita para todas estas plantações é segura: desastre ambiental e violência. Até quando nós brasileiros – sobretudo os governantes – vamos tolerar tanto desmatamento? ”
Rosa K. de Lucca – Belém – PA


Violência no RJ
“Meio ambiente é qualidade de vida. É incrível como a qualidade de vida no Rio de Janeiro caiu. A ex-Cidade Maravilhosa continua bonita por suas montanhas, por suas praias e por suas florestas. Mas está terrível por sua gente metida com tráfico de  drogas, por seus administradores, por seus políticos e por uma polícia que não sabe onde vai e nem como vai. Não sou carioca, mas vivo no Rio e sei que a violência é sustentada pelo consumidores de cocaína da Zona Sul. São eles que abastecem as favelas de fuzis, de traficantes e de loucuras. Se há mercado para o tráfico é porque a classe média está comprando drogas. O Rio não é rota da droga, é consumidor mesmo. É isso que precisa ser dito. Para acabar com as favelas só por um meio heterodoxo: urbanizando-as”.
Karen Torres – Rio de Janeiro – RJ

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19 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 







Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

“Incrível, mas apesar de embargado pelos órgãos de fiscalização, prossegue o aterramento das áreas vizinhas ao Agroroad Shopping. As obras estão prejudicando o meio ambiente. E mais: o sistema de esgoto instalado é subdimensionado e está poluindo os mananciais que abastecem a cidade. Já denunciamos ao Ministério Público em Itu (Vânia Tuglio), à Polícia Florestal de Sorocaba (Capitão Leonardo Torres Ribeiro) e ao Depto. Estadual de Proteção aos Recursos Naturais ( Inês Ramos Beltrão). Vamos colocar a Boca no Trombone até no Palácio do Planalto”.
AIPA – Associação Ituana de Proteção Ambiental – Fazenda S. Miguel, Caixa Postal 83 CEP 13300-000 – Itu, SP – fone: (11)887-2423


“Por que será que a Usina de Tratamento de Esgoto de Brasília (Lago Sul) cheira tão mal? Quanto mais dinheiro se investe na Usina, piora o odor… Aluguei uma casa na QL 06, do Lago Sul, e estou arrependido. Tem dia que o cheiro é insuportável. A Caesb deveria saber que mau cheiro também é poluição.”
Evanildo da Costa Mendes Júnior – Lago Sul, Brasília, DF


“Meu grito de alerta é a favor dos animais. Viajei para a Bahia de carro e no caminho a gente compra o bicho que quiser: papagaio, mico, passarinho de todos os tipos. Um tráfico que só cresce devido ao desemprego e porque o mercado é bom. É igual droga: tem quem compra, tem quem vende.”
Florisvaldo Carneiro Alvarenga Filho – Itaobim, MG


“Há mais de dez anos o mar avança sobre Boa Viagem, no Recife. Estudos da Universidade Federal dizem que tudo começou com o alargamento do calçadão. O fato é que a cidade cresce sem regras ambientais, a erosão aumenta e as autoridades só fazem alguma coisa quando não tem mais nada o que fazer”.
Verônica Castro e Cesar S. Lemos – Recife, Pernambuco


“Os jornais aqui já denunciaram que no ano passado 42 municípios de Goiás tiveram problema de abastecimento d’água. Riachos estão secando e os rios estão com menos água no leito. Com isso, a perfuração de cisterna aumentou muito e sem nenhum controle. Por quê? Simples: estão destruindo as matas ciliares, todo mundo está comprando pivô central, o esgoto está sendo jogado nos rios, a erosão e o assoreamento estão reduzindo ainda mais a vazão de água dos rios. Tudo isto nas barbas do Ministério do Meio Ambiente, ou seja, no Entorno do DF e em Goiás”.
Agrônomo Lourival C. Azevedo Neto – Goiânia, Goiás


“Não adianta falar em progresso, em desenvolvimento, em riqueza, em dinheiro se para conseguir tudo isso estamos destruindo as matas e a água. Riqueza é a floresta, é o solo, é a fauna e a água e não o dinheiro”.
Professor Alencar da Silva Batista – Belém, Pará.


“Sou funcionário do governo do Rio de Janeiro e fico irritado com os jornais que teimam em cobrar só do governo o cuidado com o meio ambiente. Cuidar do meio ambiente é responsabilidade de todos. Mais uma função da sociedade do que do governo”.
Pascoal Marcelino C. Filho – Niterói, Rio de Janeiro


Quem quiser colocar a “Boca no Trombone!” é só escrever, mandar fax ou e-mail para a Folha do Meio Ambiente. Endereço: SRT Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719 – Centro Empresarial Brasília – CEP 70340-907 – Brasília-DF Fax: (61) 321-7357 Fone: (61) 321-3765 / E-mail: folhamei@zaz.com.br

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15 de abril de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar… Ver artigo


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.



“As lavanderias limpam de um lado e sujam de outro. Vejam só: a grande São Paulo tem mais de 2 mil lavanderias. Elas consomem mais de 30 milhões de litros d’água tratada na lavagem de cerca de 1.000 toneladas de roupa por dia. São responsáveis pela transformação de cerca de 15 milhões de litros em efluentes, que são lançados sem tratamento nos cursos d’água”.
Eng. Ambiental Gorette Maria S. de Magalhães – São Paulo, SP

“Fico revoltada com a quantidade de lixo que os “ecoturistas” deixam nos parques, nas praias, nas cachoeiras e nas grutas. Será que não dá para ter um pouquinho de responsabilidade e de consciência? Será que não dá para entender que sujeira é agressão ao meio ambiente e a nós mesmos? Quem quer curtir a natureza tem que saber respeitá-la. Quem produziu o lixo é seu proprietário. E seu dono precisa saber o que fazer com ele. Isso se chama civilidade!”
Alessandra Gomes Silveira Paiva – Búzios, RJ

“FHC/ACM ignoram os povos indígenas e seus direitos fundamentais. Inexiste política de atenção à saúde, à educação, às atividades produtivas, à proteção, à fiscalização e à demarcação das terras. A Funai está paralisada, desmontada e subserviente aos tradicionais inimigos dos direitos indígenas”.
Roberto Liebgott – Secretário Adjunto do CIMI, Conselho Indigenista Missionário – Brasília, DF

“Illinois, EUA, constrói uma usina experimental para produção de álcool, na cidade de Edwardsville. A Califórnia já produz álcool derivado do milho que chamam de “combustível verde”. A Índia mandou estudar o Proálcool e quer misturar álcool à gasolina. O mundo inteiro começa a descobrir o álcool como alternativa ambiental. O carro a álcool no Brasil completa agora 20 anos, e parece que só o Brasil (que saiu na frente) continua não acreditando no álcool. É coisa de brasileiro!”
Sérvulo Santiago M. de Oliveira Filho – Ribeirão Preto, SP

“Assustadora, repugnante, sobretudo condenável, a matança de gatos ocorrida no mês de julho, numa chácara do Condomínio Village Alvorada, Lago Sul, Brasília. A atitude dos autores do crime foi proposital e com requintes de crueldade. Atenção moradores: tomem cuidado, antes que também sejam vítimas desses sacripantas e, se encontrá-los, convide-os à reflexão, dizendo-lhes que viver em paz e honestamente é bonito e maravilhoso!”
José Joacy Bastos – Lago Sul (982-2621) Brasília, DF

“Costuma-se dizer que os ambientalistas são contra o progresso e o desenvolvimento, o que é uma grande mentira. Eles querem, sim, progresso e desenvolvimento, mas efetivo, verdadeiro, com qualidade de vida para todos e não esse caos social e ambiental que aí está e com o qual amarguradamente temos de conviver dia-a-dia”.
Ari Quadros, presidente da Fundação Rio Ibirapuitã (55) 422-5487 – Alegrete, RS

“A Secretaria Municipal de Obras desmatou 10 mil m2 de Mata Atlântica no Forte do Pico, em Jurujuba. Como o desmate não foi autorizado pelo Ibama e nem pelo IEF, como atesta conteúdo do inquérito policial, fica caracterizado crime ambiental. Envolvidos no caso: Adriano Antônio Soares, Delegado da PF; José Roberto Mocarzel, Secretário de Obras; José Chacon de Assis, Presidente do CREA; Sérgio Ricardo e Deputado Carlos Minc.”
Gerhard Sardo, Coord. da Assembléia Permanente das Entidades de Defesa do Meio Ambiente do RJ – fone: (21) 711-4665 e 9999-4853 – Niterói, RJ



Quem quiser colocar a “Boca no Trombone!” é só escrever, mandar fax ou
e-mail para a Folha do Meio Ambiente. Endereço: SRT Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719 – Centro Empresarial Brasília – CEP 70340-907 – Brasília-DF Fax: (61) 321-7357 Fone: (61) 321-3765 / E-mail:
folhadomeio@folhadomeio.com.br

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14 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.


“Ele merece o Troféu Pinico. Em comemoração ao Dia do Rio Tietê (22/setembro) o Grupo Ecológico Nascente do Tietê (GENT) entregou o Troféu PINICO ao senhor José Berna R do Ortiz, Superintendente do DAEE-SP. Motivo: a construção de sanitário em cima da nascente do Tietê (a menos de 15 metros), sem a devida licença ambiental. As nascentes do Tietê foram transformadas em Parque Estadual pelo decreto 29.181/88, sendo também tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de S.Paulo”.
Helder Wuo, Secretário Executivo do GENT – Rua Pedro Rodrigues de Camargo, 140 – Fax: (11) 776-1174 – Salesópolis, São Paulo

“Angustia verificar, ano após ano, a degradação da ilha de Santa Catarina, tão bela e que, por ser patrimônio natural da humanidade, merece um cuidado especial. É preciso que se diga claramente e sem meias palavras: estão matando a ilha mais bonita do litoral brasileiro. Silenciar é sinônimo de cumplicidade”.
Ari Quadros, presidente da Fundação Rio Ibirapuitã (55) 422-5936 – ALEGRETE, RS

“A prefeitura de Niterói ignora a necessidade de implementar a política de unidades de conservação e abandona a área de Mata Atlântica de domínio do Parque Municipal da Pedra do Cantagalo. Criado em 1993, o Parque ainda não possui diagnóstico ambiental, plano de manejo, levantamento fundiário e fiscalização. Sua regulamentação expirou há 4 anos e oito meses”.
Gerhard Sardo, Membro Titular do Conselho Municipal do Meio Ambiente – Rua Mem de Sá, 169/1104 (fone: 21-=711-4665) CEP: 24220-260 NITERÓI, RJ

“A água será motivo de guerras no próximo século. Está passando da hora de acabar com a cultura do desperdício e da poluição desse recurso”.
Eng. Agrônomo Sanderson Medeiros Leitão – JOÃO PESSOA, PB

“As florestas não podem ser sacrificadas sob a pífia argumentação do estímulo ao livre comércio. E a Organização Mundial do Comércio não pode, através de suas normas, ameaçar a proteção das florestas do planeta. Cerca de 15 milhões de hectares de florestas são perdidos anualmente”.
João de Deus Medeiros – Coordenação da Federação de Entidades Ecologistas Catarinenses – Caixa Postal 347 – CEP 89608-000 – JOAÇABA, SC

“Para mim a principal diferença entre um país de Primeiro Mundo e um de Terceiro Mundo é a civilidade das pessoas. As pessoas podem não ter uma rua bonita, mas têm que ter uma rua limpa. Podem ter muito dinheiro, mas têm que evitar o desperdício. Podem ser pobres, mas não precisam ser sujas”.
Professora Célia M. Alcântara Lopes – FORTALEZA, CE

“Tem gente comprando gato por lebre. Tem muitas instituições vivendo de um bom marketing, para pegar dinheiro fácil dos ingênuos. O Jornal Nacional, da TV Globo, denunciou o Instituto Santo Antônio. Só depois da denúncia da imprensa é que as autoridades tomam providências. O que não faltam são ONGs e instituições picaretas. Olho vivo, minha gente! Cuidado com as doações por telefone! Vou tentar conseguir algumas provas e mandar para a Boca no Trombone.”.
João Camillo G. de Oliveira Filho – BELO HORIZONTE, MG

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12 de abril de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar… Ver artigo

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

“Baía da Guanabara – 500 anos de ocupação predatória e absurdamente desordenada. Ou tomamos agora uma atitude ou, no ano de 2500, não haverá como comemorar os 1000 anos da outrora bela Baía da Guanabara”.
Ítalo Miranda Carneiro de Sá – NITERÓI, RJ


“A Petrobras não é a principal responsável pelo terrível acidente que liquidou praias, manguezais e o mar da Baía da Guanabara. Tão responsável quanto a Petrobras são as outras 400 e tantas empresas que poluem o mar, o solo e o ar do Rio de Janeiro. O grande responsável por isso tudo é o Poder Público: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário que não executam, não legislam e deixam impunes tantos agressores ao meio ambiente. Não existem auditorias e nem fiscalização. Ganha muito quem polui mais”.
Estudantes Dalton R. Salles, Dinorah Chaybe e Celso Castro – Larangeiras – RIO DE JANEIRO, RJ


“Depois do desastre ecológico que está dizimando a fauna e flora do mais importante manguezal da Baía da Guanabara, atingindo um raio de 50 km, está na hora de uma manifestação gigantesca contra a Petrobras e contra as autoridades que já gastaram mais de R$ 500 milhões para a despoluição da Baía e ela continua mais poluída do que nunca. Vamos defender a vida”
Franklin Mattos <francklin@grude.org.br>


“Precisamos criar um SOS do rio das Contas. Os principais afluentes do rio das Contas são os rios: Brumado, do Antônio, Gavião, Sincorá, Jacaré, Jaquiezinho e Gongogi. Todos eles estão enfrentando a mesma e grave poluição pelos dejetos humanos e industriais. Em Jequié está o máximo de agressão ambiental ao rio das Contas. Até quando?”
Grupo Ecológico Rio das Contas – Travessa ACM, 155 A – Ed. Sindicato Bancários – Sala 155-A   JEQUIÉ, BA – fone: (73) 525-6309


“Duas coisas: primeiro, quero me solidarizar com as pessoas que denunciaram a liberação da caça esportiva no Rio Grande do Sul. E, segundo, gostaria que alguma autoridade competente esclarecesse a questão do adoçante aspartame: se é ácido fórmico, portanto venenoso ao ser humano, ou é simplesmente um aminoácido inofensivo.”
Suely Ando Maglia, bióloga – Rua Santa Catarina, 108 – Cep: 78.505-000 – TERRA NOVA DO NORTE, MT


“Os autoridades e políticos de Niterói estão permitindo que se destrua a última reserva verde do município: a serra da Tiririca. E o prefeito Jorge Roberto Silveira nada faz contra esse estado de coisas. Aliás os políticos do  PDT agem assim: deixam que se invadam terrenos públicos e abandonados para ali criarem currais eleitorais”.
José Luiz Gonçalves Simões – <isimoes@vnet.com.br>


“Em plena comemoração dos 500 anos, a ARACRUZ Celulose está tratando muito mal os índios Tupinikim e Guarani das aldeias Caeiras Velhas, Pau Brasil, Irajá, Boa Esperança e Três Palmeiras. Em 1999, foi feito um acordo de indenização com a Aracruz para ela pagar pelas terras dos índios, nos próximos 20 anos, cerca de R$ 9,7 milhões. A ARACRUZ paga os índios de seis em seis meses e o dinheiro fica rendendo juros para a própria empresa e não para a comunidade indígena. Coisa de capitalista que quer explorar índios e terra”.
Adalberto Pires Barbosa – VITÓRIA, ES


“Por que o Ministério do Meio Ambiente e o Programa AVANÇA BRASIL não fazem campanha específica para que as cidades ribeirinhas, os turistas, as indústrias e sobretudo as embarcações que navegam pelos rios da Amazônia deixem de fazer o Negro, o Madeira, o Tapajós, sobretudo o rio Amazonas de lixeira? É triste ver tanto plástico, tanta lata, garrafas, até embalagens de agrotóxico boiando nos rios”.
Sílvio de Alencar Peixoto – BELÉM, PA

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7 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

"Em Junho de 98, a prefeitura de Águas de Lindóia (SP) conseguiu recursos do Ministério da Agricultura, no valor de R$ 60 mil, para retificar e recuperar a microbacia do Ribeirão dos Tanques, com plantio de 25 mil mudas de espécies nativas. Um ano e meio depois, só plantaram 10 mil mudas e, hoje, quase todas estão mortas. O prefeito de Lindóia diz que devolveu o dinheiro ao Ministério da Agricultura. São projetos financiados pelo Governo para atender a politicagem local. Infelizmente, todos descompromissados com a causa ambiental".
João Luís de Souza Almeida, Secretário do Grupo Ecológico Vida – Rua Mato Grosso, 262 CEP: 13940-000 Fone: (19) 824-1519 – ÁGUAS DE LINDÓIA, SP

"A cidade de Cabedelo tem uma mata de restinga que, a cada ano que passa vem sendo agredida pela população. As autoridades ignoram e nada fazem para que esse ecossistema mantenha-se conservado. Pessoas jogam lixo, desmatam, fazem queimadas. Faltam-lhes consciência e educação. Uma pena!"
Iracema de França Lima – CABEDELO, PB

"A Barra da Tijuca, no Rio, é a Miami brasileira só de faixada. Quando se fala em saneamento, telefonia e trânsito, aí parece uma Baixada Fluminense: os telefones não funcionam, o emissário submarino vai acabar na Justiça, pois ninguém assume o grave problema dos dejetos produzidos na região da Barra e Jacarepaguá, enquanto isso as lagoas da região vão se poluindo. O mau cheiro e as algas tóxicas já são uma realidade. Os emergentes da Barra estão sufocando de sujeira a vida das Lagoas".
Alberto da Silveira Lobo – Freguezia – JACAREPAGUÁ, RJ

"Não há quem ainda não tenha desvendado o mistério dos suicídios dos índios Guaranis e Kaiowás. Se não fizerem alguma coisa por nós, é melhor apagar o sol".
Amilton Lopes, Kaiowá e líder da aldeia Pirakuá – DOURADOS, MS

"Civilidade é para todos: ricos e pobres, adultos e crianças. As pessoas podem ser pobres, mas não precisam ser sujas. A criança pode ser peralta, mas não precisa ser mal educada. A sociedade moderna precisa entender que a água é alimento, o solo vale ouro e o ar é vida. É hora de cuidar melhor de nossa GRANDE CASA."
Cristina de Alencar Fonseca (16 anos) – CAMPINAS, SP

"O homem de fato parece um irracional. Depois de poluir os rios, os lagos e até o mar; depois de desmatar as florestas, ferir o solo e abrir um buraco na camada de ozônio; depois de tantas experiências atômicas e de tanta destruição, o homem vai para o espaço e começa a poluir os céus. Abandona satélites, deixa parafusos flutuando e perde até material radioativo na órbita da Terra. Isso é muito triste!"
Maria Emília Flora Alcalah – SÃO PAULO, SP

"Quero colocar mais uma vez a boca no trombone: estão destruindo os manguezais do litoral brasileiro, sobretudo no Nordeste. A sede imobiliária é a grande responsável."
Raimundo Nonato de Souza Filho – ARACAJU, SE

Quem quiser colocar a "Boca no Trombone!" é só escrever, mandar fax ou e-mail para a Folha do Meio Ambiente. Endereço: SRT Sul, Quadra 701, Bloco A, Sala 719 – Centro Empresarial Brasília – CEP 70340-907 – Brasília-DF Fax: (61) 321-7357 Fone: (61) 321-3765 / E-mail: folhamei@zaz.com.br

Boca no Trombone!

6 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer… Ver artigo

 

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.

"Por que os países ricos (G-7) e o Banco Mundial só se preocupam em financiar a preservação das florestas úmidas da Amazônia? A floresta que está correndo um perigo muito maior é a mata atlântica e as matas do Cerrado. Para elas, nem palavras de consolo…"
Prof. Acácio Xavier de Pádua Netto – BELO HORIZONTE, MG

"A Peugeot, a ONF e o Instituto Pro-Natura são todos farinha do mesmo saco. Não é possível que os europeus que vivem criticando o Brasil por não preservar a Amazônia, cheguem aqui dizendo que vão investir milhões de dólares, vão recuperar áreas degradadas, vão plantar 10 milhões de árvores, prometem até criar um poço de carbono e fazem justamente o contrário. Desmatam irregularmente, usam herbicida em excesso, matam grande número de animais e promovem até a biopirataria. A Peugeot está vendendo gato por lebre. Será que dá para confiar nos seus carros?"
Maria Paula Ribeiro de Souza – CUIABÁ, MT

"Um amigo meu foi ao aeroporto de Maceió para transportar um porco para Fortaleza. O recepcionista do aeroporto disse que precisava autorização do Ibama. No Ibama, meu amigo foi informado que se fosse porco-espinho, tudo bem, mas como era um animal doméstico a licença teria que ser do Ministério da Agricultura. Já o delegado do ministério da Agricultura mandou meu amigo para a Vigilância Sanitária e a Saúde Pública do município, a fim de fazer as inspeções de rotina. Foram três dias de burocracia, de gasto de tempo e desperdício de dinheiro. E o porco continuou em Maceió. Isso é Brasil!"
José Cleiton de Oliveira, Contador – MACEIÓ, AL

"Respeito à natureza, a um meio ambiente saudável e à melhoria da qualidade de vida parecem coisas secundárias ao longo desse belo e vasto litoral brasileiro. O que interessa mesmo é o lucro fácil e a qualquer custo".
Ari Quadros, Presidente da Fundação Rio Ibirapuitã (55) 422-5936 – ALEGRETE, RS

"Queremos desmentir o laudo do Hospital de Altamira pela morte da índia Érika Xipaia, ocorrida dia 10 de novembro/99. Érika foi violentamente espancada pelo pescador de cari, Raimundinho Paraná, e só depois de 4 dias a levaram para o hospital, onde faleceu. O laudo assinado pelos médicos Eliane Conceição Maia Pereira e Guilherme Barbosa Conde aponta a morte como sendo natural. Érika foi assassinada porque denunciava a presença de pescadores de cari (cari é uma espécie de peixe ornamental) na ilha da Boa Vista, no Rio Xingu. É muito estranho que o hospital não tenha comunicado o fato nem à Funai e nem à Polícia". 
Elza Xipaia e CIMI Regional Norte II – ALTAMIRA, PA

"Em plena piracema, aqui em Goiás (nos rios Claro, Caiapó e Santa Marta) tem gente sem consciência que ainda pratica pesca predatória, em "pé de cachoeira". Será que não dá para ficar uns 3 meses sem comer uns peixinhos? Será que não tem ninguém para fiscalizar?"
Daniel Toledo – Av. Bruxelas Quadra 41 Lt. 576 Vila Brasília – Cep 76200-000 IPORÁ, GO

"É hora de rasgar a fantasia: aprendi que a qualidade ambiental da vida na Terra está minguando sem parar. O consumo de ítens poluentes aumentou em mais de 60% nos últimos 30 anos. Só o homem poderá reverter esta situação, pois ele é o grande vilão. Temos que trabalhar a cabeça de nossas crianças, caso contrário a degradação será i-ne-vi-tá-vel!"
Emília de Morais R. Tupinambá – SÃO PAULO, SP

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Boca no Trombone

1 de abril de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados. Atenção autoridades do DF“Atenção autoridades ambientais: estão invadindo uma área verde ao lado do córrego do Guará, na pista que vem do ParkShopping, perto da Candangolândia. Tanto o… Ver artigo


 


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o
desabafo para protestar e exigir respeito
ao meio ambiente. Este é um espaço
reservado aos leitores inconformados.


Atenção autoridades do DF
“Atenção autoridades ambientais: estão invadindo uma área verde ao lado do córrego do Guará, na pista que vem do ParkShopping, perto da Candangolândia. Tanto o córrego como a área verde aos poucos estão sendo destruídos. Sem falar no esgoto e no lixo que estão jogando no local. Uma pena! Onde anda a fiscalização?”
Letícia de Oliveira – Universitária – Brasília-DF



Cultura da abundância

“Antigamente – acho que não tão antigamente assim – existia uma expressão para dar grandeza nas coisas, que dizia: Isso aí tem igual água… Água sempre foi um símbolo de quantidade inesgotável… Algo que não acaba nunca… Coisa que se pode desperdiçar… Pois bem, hoje estamos aprendendo que não é bem assim. Água é um bem que pode acabar e a gente tem que cuidar se não vai faltar. Parabéns à vocês da Folha do Meio Ambiente por colocarem isso na minha – e em muitas cabeças desse Brasil”.
Fátima de Freitas Lucas – Campinas-SP



Sem vergonha

“Me explique uma coisa: por que as pessoas não têm vergonha de jogar toco de cigarro na rua, não tem vergonha de jogar lixo na calçada e não tem vergonha de espalhar plástico por todo lado? Eu sei: porque são verdadeiramente muito sem vergonha….”
J.B. Cardoso – São Paulo – SP


ONGoverno
“O Ministério do Meio Ambiente do governo Lula continua sendo um Ministério Não Governamental. É único no gênero”.
Esther M. Seixas – Brasília – DF


Mau cheiro
“Estudo na Faculdade Euro-Americana e moro na QL 06 do Lago Sul de Brasília. Gente, será que não tem jeito de fazer uma usina de tratamento de esgoto menos fedida? Moro em frente à Usina de Tratamento e estudo ao lado. Ando desesperada com minha sina! Durmo, almoço e estudo com aquele cheirinho no nariz”.
Cássia (por email) – Brasília – DF

Boca no Trombone!

25 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar… Ver artigo


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.


“As denúncias da Nicéa Pitta, como também o bate-boca entre os senadores Antônio Carlos Magalhães e Jader Barbalho, fazem muito bem ao meio ambiente: ajudam a exorcizar as falcatruas, a arejar o ar, a desmoralizar os corruptos e mostrar à sociedade que não adianta salgar carne podre”.
Felícia de Oliveira Saldanha, universitária – SÃO PAULO, SP


“O prefeito de Búzios, Mirinho Braga, exonerou o Secretário do Meio Ambiente, o ambientalista Carlos Alberto Muniz e nomeou para o cargo um comerciante dono de loja de lubrificantes. Trocado o secretário, o prefeito sancionou a Lei do Uso do Solo, aprovando uma taxa de ocupação de 6% nas áreas verdes. Carlos Alberto Muniz e sua equipe defendiam a metade, apenas 3%. Isso é um escândalo!”
Jorge Charles – <jorgecharles@bol.com.br> CABO FRIO, RJ


“São onze anos de apelo. São 60 anos de poluição. O Curtume Aliança se instalou em 1940 às margens do Rio Das Contas, em Jequié-BA, e apesar de ter sido notificado por poluição ambiental várias vezes, a empresa continua descumprindo as leis e agredindo ao meio ambiente, para sofrimento da população ribeirinha. Até quando temos que aguentar tamanho descaso?”
GERC – Grupo Ecológico do Rio das Contas – fone: (73) 525-6309 Travessa ACM, 155 sala/155-A – JEQUIÉ,BA 


“Por que será que Brasília, uma cidade tão nova e tão moderna tem prédios que são verdadeiros monstrengos. Quem tiver dúvida, faça uma visita sem compromisso ao CONIC, a todos os Venâncios ( 1, 2, 3, 4…. 2.000, até o 3.000), aos edifícios Márcia, Maristela, ao prédio onde está a FUNAI e muitos outros. Todos eles por fora, fazem mal aos olhos! Por dentro, fazem mal à saúde!”
Stella Tolentino de Souza – Asa Norte – BRASÍLIA – DF


“Nós gaúchos temos que ter vergonha de temporada de caça. Caça esportiva? Matar por prazer? Barbaridade! Isso é coisa da Idade Média.”
C. Almeida Alvin – PORTO ALEGRE, RS


“É certo que as autoridades são responsáveis pela solução dos problemas ambientais. Mas, ao queixar-se da sujeira e do mau cheiro das cidades, as pessoas esquecem que se cada cidadão fizer sua parte, não poluindo, não jogando lixo no chão, nos rios e nas praias, o meio ambiente estará sendo preservado e os próprios homens estarão ganhando uma melhor qualidade de vida”.
Manuela E. C. de Castro – Telefax (61) 5680914 – Guará 1 – BRASÍLIA, DF


“A Bahia foi onde o Brasil nasceu, por isso devia dar o exemplo. Os três parques nacionais existentes na Bahia estão seriamente ameaçados por um combinação diabólica: falta de fiscalização e ação predatória do Homem. Quando o Homem vai se conscientizar que precisa preservar a casa onde mora?”
Paulo Afonso C. Lacerda Filho – SALVADOR, BA


Atenção autoridades do Ibama e do Ministério Público: a maior incidência do comércio ilegal de aves na BR-116 está entre Paraguaçu e Milagres e entre Manuel Vitorino e Poções. Nas feiras de Vitória da Conquista, Barreiras e Feira de Santana o tráfico de animais, sobretudo aves, corre solto”.
João Guilherme Cavalcanti (motorista de caminhão) BRAGANÇA PAULISTA, SP








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Boca no Trombone!

25 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar… Ver artigo

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.


“Todos sabem que a água é um bem finito. Mas muitos prefeitos estão desmatando as margens de rios com a desculpa de evitar enchentes. E outros estão retirando árvores das praças para fazer chafariz e fonte luminosa. Também liberam áreas para construção de aterros sanitário e até para abatedouro em áreas de nascentes. Os leitores da Folha do Meio podem perguntar: e a fiscalização? Aqui é Jaguariaíva e o Instituto Ambiental do Paraná, que tem escritório em Ponta Grossa, não diz nada”.
Luiz Carlos B. Deable, presidente do Movimento Ecológico Excursionista Capivari
MEECA – Rua Marechal Deodoro, 03 Cep: 84200-000 – JAGUARIAÍVA, PR


“O maior e mais complexo conjunto de ecossistemas do Rio de Janeiro está sob ameaça. A Ilha Grande está sendo gradativamente degradada e descaracterizada. São centenas de “línguas negras” pelas praias e grande quantidade de lixo pelas trilhas. E mais: praias privatizadas e muitas construções irregulares sobre costões. A illha perece”.
Gerhard Sardo – APEDEMA-RJ (21) 9999-4953 e 711-4665


“O Prefeito de Bombinhas-SC, Leopoldo João Francisco Filho, enviou para a Câmara de Vereadores um Projeto de Lei que deve destruir todas as reservas naturais do município. Bombinhas é conhecida por sua beleza natural e por abrigar a Reserva Biológica do Arvoredo. Essa lei propõe a mudança da cota da Zona de Preservação Permanente de 200m para 100m do nível do mar. Assim, será  passível de ser loteada. Essas faixas de terra são as ultimas reservas de Mata Atlântica da região e que ainda mantêm o equilíbrio ecológico com a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, que está localizada em frente ao Maciço da Costeira de Zimbros. Toda fauna marinha desse “point” de mergulho depende da flora na costa.
AMAR-ZIMBROS – azimbros@mdi.com.br – BOMBINHAS, SC


“Queremos denunciar a invasão da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, bem como cobrar ação da Funai para agilizar a fiscalização e tomar providências sobre a questão do PAD – Burareiro, que se arrasta por mais de 20 anos”.
Ivanete Silva – kaninde@osite.com.br – PORTO VELHO, RONDÔNIA 


“A Lagoa Rodrigo de Freiras é o retrato mais fiel e acabado do Rio de Janeiro: uma fantástica beleza natural cercada de descasos por todos os lados: descaso dos moradores, descaso das autoridades e descaso da própria imprensa que só fala da Lagoa quando o problema bóia, ou seja, tem mortandade de peixes e o mau cheiro exala”.
Carlos Maurício F. Braga Filho – RIO DE JANEIRO, RJ


“Alguém de boa fé precisa olhar pelo Salto do Itiquira. Já quiseram desviar as águas do ribeirão Itiquira e a Secretaria do Meio Ambiente de Goiás fechou os olhos. Tem muita gente agredindo o meio ambiente na chapada acima do salto do Itiquira atrás de água para irrigar, de terra para plantar e madeira”.
José Osvaldo de Oliveira Filho – FORMOSA, GO


“Falta uma lei de proteção para o caranguejo goiamum. Sua pesca predatória vem crescendo nos mangues do Rio Grande do Norte, onde armadilhas apanha a espécie em qualquer idade e sexo.”
Bióloga Sílvia Maria de Oliveira, do Ibama – NATAL, RS
 
“A Ilha dos Frades, integrante da Área de Proteção Ambiental Baía de Todos os Santos, está sendo devastada por construtoras como a Lebram Construtora. Áreas remanescentes de Mata Atlântica estão sendo desmatadas. Garanto que o empreendimento não tem licença ambiental para ser realizado”.
Maria Sílvia de Medeiros Araújo – SALVADOR, BA

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24 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Nem tudo são maravilhas em relação à Copel. Tive um terreno desapropriado para a construção de uma sub-estação de energia… Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“Nem tudo são maravilhas em relação à Copel. Tive um terreno desapropriado para a construção de uma sub-estação de energia em 1988, no município de Piên, e até hoje não recebi nada. Estou no aguardo. Empresas privadas têm esse poder de massacrar pessoas comuns. Não tenho ligações políticas ou com pessoas do judiciário, assim, meu nome e de tantos outros sempre ficará para trás na lista de pagamentos da Copel”. 
Luís Augusto Biazzi <luaubi@uol.com.br>

“O Grupo Ecológico Salve o Tamanduatei (Gesta), em Santo André-SP, gostaria de ter um relatório atualizado sobre a situação das indústrias do ABC que lançam seus efluentes/resíduos nos corpos d’água do ABC (córregos, rios, reservatório Billings e cabeceiras dos rios Guaió e Taiaçupeba). É importante ter o tipo de efluente (industrial, doméstico) e a situação atual de cada empresa. A situação está preta!”
José Contreras Castilho – Presidente do Gesta – São Paulo-SP – (11) 6962-4545 

“Quando é que alguma autoridade brasileira vai unificar a sinalização nas estradas? Quando é que alguma autoridade brasileira vai racionalizar a sinalização nas rodovias, ruas e avenidas? As placas de sinalização no Brasil inteiro, inclusive Rio e São Paulo, são mais um lembrete para quem já conhece o caminho”.
Leônidas Mafra Carreiro – Campinas-SP

“Todo lixo tem dono. O cidadão precisa entender que ao jogar o lixo em lugar inadequado, nas ruas por exemplo, ele está colocando algo que lhe pertence no lugar errado. Não precisa ser do Primeiro Mundo para ser limpo e civilizado”.
Maristela Carvalhal Reis – (por e-mail) – Belo Horizonte-MG

“Qualidade de vida boa não é só lutar para ter ar puro, água sem poluição e preservar as florestas. Qualidade de vida boa é, sobretudo, lutar para acabar com a corrupção, resgatar a dignidade no trato da coisa pública e desmistificar esses políticos que fazem da política uma profissão para ficarem mais ricos e mais poderosos”.
Eliette Mendonça de Toledo (por e-mail) – Rio de Janeiro-RJ

“O Brasil inteiro precisa parar de só elogiar e cantar loas ao rio São Francisco. É hora da imprensa, governos, cidadãos e ribeirinhos se darem às mãos para fazer um mutirão para salvar o grande rio, seus afluentes e suas nascentes. É hora não. Passou da hora…”
João Capistrano – Pirapora-MG


“O Ibama precisa fiscalizar mais e melhor a extração de areia nos nossos rios. Até mesmo os uruguaios têm extraído areia irregularmente na margem direita do rio Quarai, que é o lado brasileiro”.
Ari Quadros – Alegrete-RS







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24 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Mais uma vez o Ibama libera caçadas no Sul. Foi autorizada a caça amadora de oito tipos de animais – seis… Ver artigo






Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.


“Mais uma vez o Ibama libera caçadas no Sul. Foi autorizada a caça amadora de oito tipos de animais – seis aves e dois tipos de lebre. Essa é uma prática medieval bárbara e imoral. É a violência maior, pois é o matar por prazer. E o Ibama tinha que liberar a caça justamente no Dia Mundial do Meio Ambiente… Estamos de luto”.
Ari Quadros – presid. da Fund. Rio Ibirapuitã (55) 422-5487 – ALEGRETE, RS 


“A comunidade não precisa que o governo a substitua, resolvendo o seu problema. Precisa, sim, que lhe seja dado os instrumentos de transformação. “Democratas populares” destruíram o Conselho Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo de Campos”.
José Francisco – Vice-Presidente do Cons. Mun. de Meio Ambiente (fone: (24) 734-5469 – Rua Manoel Teodoro, 40 – 28030-490 – CAMPOS -RJ


“Essa história de 500 anos não é nossa. Os brancos que botaram nome, registraram Brasil quando invadiram nossa terra. Para Yanomami, 500 anos é só para branco fazer festa. Índio não tem amigo dentro da política.”
Davi Kopenawa, líder Yanomami


“A festa oficial dos 500 anos tentou ocultar a verdade de nosso Brasil, tentou negar as lutas e os sofrimentos dos índios, dos negros e dos migrantes. Mas a festa fracassou junto com a réplica da nau capitânea grotescamente encalhada no Porto de Aratu.”
Dom Franco Masserdotti – Brasília, DF


“Jequitibá centenário está agonizando em Presidente Venceslau, vítima de envenenamento. A bela árvore está na área de lazer da escola “Dr. Álvaro Coelho” e a direção da escola registrou o crime na Política Florestal. Essa não foi a primeira vez que envenenaram o Jequitibá, pois ela já estava se recuperando de outro ataque.
Ilma Rodrigues da Silva, presidente do Codema 
PRESIDENTE VENCESLAU – S. PAULO


“Depois de defender a autorização para construção de um “condomínio ecológico” no Córrego dos Colibris, em área do Parque Estadual da Serra da Tiririca, o ex-Secretário de Meio Ambiente da cidade participou, na maior cara de pau, de plantio simbólico de mudas de árvore no mesmo local. Uma prova do estado dúbio e escorregadio de um candidato verde em Niterói. Demagogia tem limite!”
Gerhard Sardo <gersardo@ninet.com.br> NITERÓI, RJ


“Com apenas 36 anos de idade, o Lago Paranoá perdeu 2,3 quilômetros quadrados de área devido aos malefícios da erosão. Do que sobrou, 25% estão em processo de assoreamento. A situação do lago tende a piorar com os projetos de doação de lotes para servidores públicos, aumento no número de habitações no Setor Noroeste, regularização de condomínios”.
Dep. distrital Chico Floresta (CPT) – Brasília, DF (61) 348-8041; 9966-7415


“Toda esta briga pelas águas do São Francisco não vai levar a nada, pois se desviarem as águas do “Velho Chico”, elas vão se esgotar com os anos, como já aconteceu com muitos rios. Depois terão de fazer o desvio de outro rio, mais outro rio e assim por diante, pois enquanto alguns economizam, porque têm pouca água, outros desperdiçam”.
Líriam, Meiriam e Layanne – Brasília, DF


“É com viva indignação que o CREA-RJ denuncia mais um crime ecológico provocado pela omissão governamental – o incêndio de grandes proporções que atingiu a Reserva Biológica de Poço das Antas, em Silva Jardim. Vem, também, conclamar o conjunto da sociedade a promover ações e iniciativas que contribuam para interromper, de uma vez por todas, as agressões à vida e ao meio ambiente”. 
José Chacon de Assis – Presidente do CREA-RJ www.crea-rj.org.br








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24 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar… Ver artigo


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Se você tem seu motivo, se você está atento e quer consertar o que está errado e se você quer usar sua palavra para pedir respeito à natureza, vá em frente. O espaço é todo seu.



“Incrível como homem mata o rio que dá água para matar sua sede. Dejetos e desmatamento formam o cenário de degradação ambiental do rio Anil, o mais importante estuário de São Luiz do Maranhão, terra do ministro Sarney, do Meio Ambiente. O Rio Anil já não escorre, mas escorrega no seu leito”.
Universitário Raimundo Sávio de Souza – SÃO LUIZ, MA


“Será que os jornais e as televisões já esqueceram a poluição da Baía da Guanabara? Quem poluiu, continua poluindo e ninguém faz nada… E as Lagoa Rodrigo de Freitas? E as lagoas da Barra da Tijuca? Olho vivo, minha gente! “
Fabrícia Helena Cavalcanti Freitas – NITERÓI – RJ


?O governo quer distribuir mais e mais terras aos madereiros da Amazônia, que em Brasília se passam por agricultores. Sendo que o que não falta nesse país são terras devolutas para serem praticadas sob a agricultura. Mas o que eu fico indignado é que o solo da Amazônia é impróprio para a agricultura ou pecuária e que sem a Floresta aquela região não sobrevive!? 
Fernando César Manosso (estudante de Geografia) 
manogeo@bol.com.br 


“Como brasileira que vive defendendo o Brasil aqui no exterior; como brasileira que não agüenta mais assistir a tantos noticiários negativos sobre meu país; e como brasileira que ama sua terra, quero protestar contra o tratamento que os governos federal e da Bahía deram a todos os índios que estavam em Porto Seguro por ocasião das festividades dos 500 Anos do Descobrimento. As cenas que vi na tevê francesa são tristes e indignas”.
Patrícia Alvarenga B. Costa – PARIS, FRANÇA


“Não é possível que certos programas da TV brasileira cheguem a tão baixo nível. Esses programas fazem mal às crianças, aos adultos e até ao meio ambiente! Questão de qualidade de vida!”
Sílvio de Alencar Souza Britto – SÃO PAULO, SP 


“Quero dizer NÃO à hidrovia Araguaia-Tocantins. O EIA/RIMA mostrou que a hidrovia atravessa 19 unidades de conservação e 35 terras indígenas, sem contar com o processo de erosão, assoreamento e alteração da qualidade das águas”.
Eliene Coelho Silva (Educadora Ambiental)
PORTO ALEGRE DO NORTE, MT








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22 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “O mundo todo discute o aquecimento da Terra, o efeito estufa, o degelo polar e a poluição das águas. Mas… Ver artigo

 








Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“O mundo todo discute o aquecimento da Terra, o efeito estufa, o degelo polar e a poluição das águas. Mas essa má gestão dos recursos naturais e esse abuso contra a natureza acontece porque as pessoas não pressionam as autoridades para fortalecer a fiscalização ou a fiscalização é fraca porque cada um vive sua vida, consome o que pode e nunca liga para o desperdício?” 


Professora Margarete M. Pereira dos Santos – RIO DE JANEIRO – RJ


“Carros-pipa públicos e de particulares estão tirando muita água da Lagoa do Antevaldo, braço da Lagoa do Sapiranga. Além de diminuir o espelho d`água da lagoa, o entra e sai de caminhões faz buracos, suja a água e vai destruindo a margem da Lagoa. Isso sem falar das construções irregulares dentro da APA. Onde andam as autoridades?”


João Saraiva – FORTALEZA – CE


“Não é possível que as autoridades não levem em conta o apelo de 86 ONGs que fizeram um manifesto contra a abertura da Estrada do Colono que corta o Parque Nacional do Iguaçu. Não seria uma boa alternativa para os produtores rurais da região criarem ali um pólo para produção de alimentos orgânicos?” 


José Álvaro Carneiro – presidente da Liga Ambiental – PR


“Onde está o governo de Santa Catarina que não faz um plano de saneamento básico para proteger o litoral sul do Estado? Se habitantes da região e as indústrias jogam esgoto nos córregos e rios, evidente que as belas praias acabam sendo contaminadas. O que, por sinal, já está acontecendo”.


Paulo Rizzo – Movimento Campeche Qualidade de Vida – SC


“Quanto a proibição geral da pesca em Mato Grosso, seria bom que o governador Dante de Oliveira proibisse apenas a pesca amadora, que está crescendo muito. Mas não mexesse na pesca dos profissionais. Dos que vivem da pesca.” 


Lindeberg Gomes de Lima, presidente de Colônia de Pescadores – CUIABÁ – MT


“As autoridades fiscalizadoras deveriam ter uma atitude mais firme para proteger o Rio das Contas. A verdade é que a retirada de areia e de barro pelos donos de olaria, entre Curral Novo e Cachoeirinha, está deixando o rio das Contas numa situação crítica. Nos preocupa a falta de uma política ambiental para a região”.


Domingos Ailton – Grupo Ecológico do Rio das Contas – JEQUIÉ – BA


“A Serra do Estevão pede socorro! Estão degradando a área mais verde do centro do Ceará. Estamos criando a Sociedade Ecológica da Serra do Estevão e precisamos de apoio da comunidade e das autoridades federais e estaduais” .


Saraiva Júnior – QUIXADÁ – CE


“Será que é tão difícil ser civilizado? Será que as pessoas não gostam de ver sua casa, sua rua, sua cidade limpas? Tenho uma convicção: as pessoas podem ser pobres, mas não precisam ser sujas!”


Felisberto de Assis Cordeiro – SÃO PAULO – SP








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22 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “No dia 3 de dezembro/2000, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente-RS promoveu um encontro (Confema), quando foram discutidas as onze… Ver artigo







 


Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“No dia 3 de dezembro/2000, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente-RS promoveu um encontro (Confema), quando foram discutidas as onze pré-conferências regionais. O tema que suscitou uma unânime contrariedade dos participantes foi a caça esportiva. Mas a maioria não foi ouvida, para se terminar de vez com essa prática imoral contra o patrimônio ambiental gaúcho. Queremos saber para que serve essa Confema?”
Ronaldo Costa <tuca_45@hotmail.com – Alegrete, RS 


“Aqui na nossa floresta / Das espécies de primeira / tinha uma delas famosa / que se chamava aroeira / de tanto ser desmatada / sumiu da mata costeira / e eu vou mostrar agora / sua queixa derradeira: / “Eu já sofri no planeta / tamanha perseguição / pois os homens me utilizam / até pra fabricar caixão. Eu já fui pau de porteira / também mourão de curral / estacas de construção / Já fui cerca de quintal / caixa de guardar farinha / e táboa para fazer portal. / Fui móvel de casa rica / fui linha de cumieira / fui galamante na roça / já fui pau de bulandeira / fui torquilha de barraca / lenha para fazer fogueira. Sei que sou perseguida / como madeira de lei / tive tantas serventias / que muitas delas nem sei…”
Wanderlei Pereira – O autor da Natureza


“O governo do Mato Grosso do Sul foi esperto, mas não foi ético. A Assembléia aprovou o nome fantasia de Estado do Pantanal até nos impressos oficiais. Ora, Mato Grosso deveria protestar pois a metade do Pantanal está em terras matogrossenses. Aliás, se os rios do Pantanal nascem em MT, o Pantanal também nasce em Mato Grosso”.
Elias de Souza Campos – CUIABÁ, MT


“O “X” do petróleo brasileiro não é mais o da balança comercial. Infelizmente, cada vez mais, é o da balança ambiental”.
Nelson Piquet – BRASÍLIA, DF


“As cidades brasileiras tratam muito mal as suas nascentes e os seus rios. Aqui em Fortaleza o Rio Acaraú, os rios Pacoti, Cocó e o Ceará estão agonizando. E não tem ninguém se mobilizando para salvá-los. Aliás, tem gente se movimentando sim, mas só na teoria. Na prática ninguém faz nada”.
Silvio F. do Carmo Neto – FORTALEZA, CE


“Viajei para o Nordeste e senti uma tristeza em ver que aquelas belas praias não merecem nem o povo e nem os turistas que têm: uma vergonha a sujeira, o plástico, os filtros de cigarro, os papéis laminados de picolé, as garrafas e os canudinhos jogados na areia. Uma pena que o brasileiro ainda não descobriu que civilidade e educação é que são coisas de primeiro mundo. E não precisa ser rico para ser civilizado”.
Clara Maria de Albuquerque Valadão – SÃO PAULO, SP


“Todo cidadão deveria fazer o que eu, como suplente de deputado federal, e o advogado Ednaldo Pessoa de Araújo fizemos contra a prefeitura de Macau – RN, onde o prefeito fez um lixão que atinge a comunidade de Maruim. O aterro construído é uma vergonha, por isso entramos com uma ação popular contra o prefeito. E mais, mobilizamos pacificamente a comunidade para fazerem protestos artísticos”.
João Eudes Gomes – Rua Princesa Isabel, 32 – MACAU, RN 


“Essa história por mundo melhor bem que poderia incluir tentar educar a moçada para jogar o lixo no lugar certo. Meu sobrinho de 10 anos ficou chocado com o lixo do Rock in Rio. Uma vergonha! Assim, o Festival vai acabar sendo conhecido como Brejo in Rio”.
Luciana Lessa – RIO DE JANEIRO, RJ


Grito de alerta!


Rola Moça corre perigo


Antonio Carlos Cabral


Venho informar um fato importante que está para acontecer e que além de contrariar leis que protegem áreas de preservação ambiental permanente, colocará em risco uma das mais importantes reservas aqüíferas que abastecem BH e literalmente violentará o Parque Estadual Serra do Rola Moça, um dos últimos redutos da fauna e flora da nossa região metropolitana.


Está para ser aberta mais uma enorme ferida em nosso planeta. Trata-se de uma nova lavra de minério de ferro que será empreendida pela MBR – Minerações Brasileiras Reunidas e que já tem até nome: Mina de Capão Xavier. Ficará no município de Nova Lima-MG, às margens da BR 040, Km 17, saída de BH para o Rio. Esta cava terá 1,3 km de boca e mais de 300 m de profundidade, de onde serão retirados mais de 140 milhões de toneladas de minério de ferro, por um período de 20 anos. O regime de trabalho será de 24 horas/dia, durante 365 dias/ano. 


Essa mina promoverá uma série de impactos sobre o meio ambiente e afetará diretamente: um bairro com mais de 4.500 moradores, o bairro Jardim Canadá, pois ficará a menos de 300 metros de distância; o Parque Estadual Serra do Rola Moça, cuja distância em relação aos seus limites é até menor; e como se não bastasse, destruirá literalmente as montanhas e encostas que fazem uma das captações mais importantes das águas que servem a cidade de Belo Horizonte. 


Precisamos fazer alguma coisa. A MBR já encaminhou à FEAM a documentação para o pedido de licenciamento ambiental, a fim de iniciar a exploração. 


É bom lembrar que acidentes ecológicos já foram registrados pelas lavras da MBR, a exemplo da comunidade de Macacos há bem pouco tempo. Cabe também lembrar a questão da Mina de Águas Claras que iria destruir a Serra do Curral não fossem as ações impetradas há 30 ou mais anos atrás e que somente agora está em fase final de exploração, assim como a Mina da Mutuca. Essa mina, Capão Xavier, ficará no lugar dessas duas que estão sendo desativadas, já que esgotaram, e portanto trata-se de uma questão de prioridade para a MBR poder continuar atendendo seus contratos de fornecimento e garantir seu faturamento anual da ordem de US$ 460.000.000 com baixíssimo custo de produção, já que movimenta/transporta o minério pelo asfalto da BR 040 e por curtas distâncias (e nós que agüentemos as pedras, a poeira ou a lama em nossos pára-brisas).


Se a opinião pública não for sensibilizada, se a mídia não oferecer o espaço que essa iminência de catástrofe merece, e se ficar por conta somente da FEAM, considerando o risco de que os políticos financiados pelas empresas de mineração vão estar articulando mudanças nas leis (como a que proíbe atividades de mineração a montante de áreas de preservação permanente, a exemplo das matas da COPASA que se encontram nessas condições) e garantir os interesses do capital, em detrimento da qualidade de vida da população, da água, da fauna e da flora dessa tão degradada região metropolitana de BH. 


Ainda há tempo, mas precisamos ser rápidos e tirarmos esse assunto do silêncio e do círculo vicioso em que se encontra: MBR X associação comunitária do bairro, que está trocando seu “de acordo” por um campo de futebol que já está em construção, MBR X prefeitura de Nova Lima, que está tratando com seu maior arrecadador de impostos, já que Morro Velho está devagar quase parando, e MBR X FEAM, que deve sofrer todo tipo de pressão política e não tem um plano de comunicação para mostrar os riscos que Belo Horizonte está correndo com esse empreendimento bilionário e devastador de suas reservas aqüíferas. 


1) Nos últimos anos, as minerações daqui da região, bombearam e lançaram no Rio das Velhas, que está totalmente poluído, mais de 7 bilhões de metros cúbicos de água da mais alta pureza, em suas atividades de “rebaixamento do lençol freático”.


2) Tenho colocado faixas em meus muros e telhado, denunciando estes fatos, já que todos se mantêm tímidos e em silêncio.


Antonio Carlos Cabral
transitar@uol.com.br








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22 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. "O Homem, dito sapiens, é o único animal capaz de destruir irremediavelmente seu próprio habitat. Mas também é o único… Ver artigo

 

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.


"O Homem, dito sapiens, é o único animal capaz de destruir irremediavelmente seu próprio habitat. Mas também é o único com habilidade para reverter esse processo de destruição. Portanto, se todos quiserem, há solução. Um recado: precisamos arrumar parceiros para implantação do Parque Ecológico do Maciço de Baturité e de uma fábrica de processamento de frutas tropicais".
Benedimar Barbosa de Amorim – Rua Júlio Pereira, 716
CEP: 62762-000 – Fone/fax: (85) 329-1210 – ARATUBA, CE 

"Quando que o Governo Federal, o FMI, o Banco Mundial, a OEA, o Vaticano, a Cruz Vermelha vão acabar com esse blá-blá-blá e vão investir na educação dos prefeitos dos municípios, ensinando-os a gerenciar uma cidade? A verdade é que a maioria deles não sabe gerenciar nem a própria vida.
Reynaldo Mosquino de Alencar (universitário) – RIO DE JANEIRO, RJ

"O Paulo Vanzolini tem razão. Aliás, suas críticas às ONGs mostram que ele está no caminho certo. Afinal de contas, a CPI das ONGs, no Senado, está aí e vai investigar os grandes interesses das não governamentais com as madereiras."
Heliberto Castro Pereira Filho – BELÉM, PA

"George W. Bush, presidente da nação mais poderosa do mundo, falou: – Acho que ainda não sabemos a solução para o problema do aquecimento global. Acho, também, que não temos fatos suficientes para tomarmos alguma decisão -. Esse Bush só acha e prova que ele próprio precisa fazer um up grade: está com um software do pai dele. Pobre Planeta!"
Glória Cristina Sandro Lemos (universitária) – CAMPINAS, SP

"Atenção Ibama: em nome do desenvolvimento, os loteamentos e a construção de hotéis aqui no litoral do Nordeste estão acabando com os manguezais. A vida do mar começa nos manguezais".
Gilberto Rodriguez Magalhães – RECIFE, PE

"Não é fácil viver nas cidades. Para viver em grupos, para que os serviços públicos funcionem (que já são precários) para que o trânsito tenha um certo ordenamento, para que as ruas sejam limpas, as praças agradáveis, é preciso de regras. E é fundamental que todos obedeçam as regras. Infelizmente o povo brasileiro não sabe, não quer e não está nem aí para essas regras. As praças e as ruas são sujas, os bueiros entupidos pelo lixo, o esgoto vai com a água pluvial, o sinal de trânsito não é obedecido. Quando o Homem é civilizado, é educado e limpo ele constrói o Primeiro Mundo para sua cidade e seu País. Isso não significa ser forte e muito menos ser rico. Significa ter bom senso".
Professora Sylvia Andrade T. Bonaccini – PORTO ALEGRE, RS

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22 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Quero externar meu profundo descontentamento e revolta quanto ao tratamento dispensado aos animais abandonados na cidade de São Paulo. É… Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“Quero externar meu profundo descontentamento e revolta quanto ao tratamento dispensado aos animais abandonados na cidade de São Paulo. É incrível o descaso do poder público com cães e gatos que transitam pelas ruas. É claro que a atual prefeitura é herdeira de um governo corrupto, mas não podemos apenas nos referir ao passado para justificarmos a continuidade do caos. Há mais de 20 anos, associações de São Paulo reivindicam uma política voltada ao controle populacional de animais domésticos”. 
Carla Stoicov Oliveira, Engenheira-Elétrica <carla.stoicov@br.abnamro.com>
SÃO PAULO, SP


“Os fiscais do Ibama têm que agir, já que tem pescador aqui no Ceará que não tem consciência: estão pescando lagostas durante o período de defeso que vai até o dia 30 de abril”.
Geraldásio Souza Neto – FORTALEZA, CE


“Alô Ibama e Empresa Bahia de Saneamento: Arraial d}Ajuda mais uma vez sofreu com uma vazamento da rede do esgoto que polui o Rio Mucugê. Como esse rio deságua próximo às praias, ficou comprometida toda temporada da região de Porto Seguro”.
Alberto Alberghini – PORTO SEGURO, BA


“O Rio Carapitangui, que desemboca em Campinho – Baía de Camamu – ficou cheio de parafina e o suspeito pelo derramamento da parafina foi o navio Ocean Cliper, que está a serviço da Petrobras. Essa Petrobras polui com óleo, gasolina e até parafina! Nem plataforma de petróleo está aguentando mais. A Petrobras está pior que chão de galinheiro de madrugada”.
Aristides Cavalcanti – ITACARÉ, BA


“Até quando o lixo vai ficar estampado no nosso cartão postal que é o Entorno do Caparaó? A região vem sendo agredida com a exposição de lixo a céu aberto, até perto de rios e remanescentes da Mata Atlântica. O problema é muito grave e atrapalha muito o turismo em Caparaó”.
Sebastião Carias, presidente do Conselho Municipal do Turismo de Alegre
ALEGRE, ES


“Pelo amor de Deus, gente! Não deixe o Rio Grande ficar pequeno! Se a gente não fizer um mutirão para salvar o Rio Grande, a poluição mata o rio e depois, sem rio, quem morre é a gente”.
José Nilton dos Santos – Assoc. da Comunidade Rural do Rio Grande
OURIÇANGAS, BA


“Até quando os cariocas têm que conviver com esgoto nas praias, lixo nos bueiros, petróleo na Baía, poluição nas lagoas e falta de civilidade nas ruas e nas repartições públicas? Até quando, oh Catilina?”
Marcos Augusto Müller Albuquerque (aposentado)
RIO DE JANEIRO, RJ







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22 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Esse presidente dos Estados Unidos acha que é Deus e que o povo americano é mais importante do que a… Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“Esse presidente dos Estados Unidos acha que é Deus e que o povo americano é mais importante do que a Humanidade. Foi eleito por 5 juízes da Suprema Corte, perdeu no voto popular para o Al Gore e começa a posar de vestal parida. Bush caminha na contramão da história do homem. Um horrrrrror!”
Shirley de Lourenço Seildl – RIO DE JANEIRO – RJ


“O município de Batayporã, situado às margens do Rio Paraná, pede ajuda para que possamos salvar o Rio Paraná do grave assoreamento e de tanta degradação causada pela Usina Sérgio Motta. Gostaríamos do apoio de todos para reverter essa terrível situação. Nosso site é www.alphams.com.br/prefeitura/bataypora“.
Prefeitura Municipal de Batayporã – pmb.sectur@alphams.com.br – Telefone (67) 443-1393 


“É com tristeza que anuncio mais uma barbárie contra a natureza, em Itabirito-MG. Aqui existem várias mineradoras. Uma, em especial, a MBR vem barbarizando constantemente nossa população (que ainda não se deu conta da gravidade) com perfuração desenfreada de poços artesianos. O córrego começa a secar, pois as perfurações já ultrapassaram as cotas do lençol freático e estão sugando toda a água das nascentes. A MBR – Mineradora Brasileira Reunidas – usa esta água mineral para lavar minério de ferro que é “dado” aos japoneses. Leitores e autoridades, nos ajudem!”
Deonisio Vanderlinde – ITABIRITO – MG <santmarcdlnet.com.br>


“Quando o brasileiro vai aprender que lixo tem dono? E quem é o feliz (ou infeliz) proprietário do lixo, deve sempre colocá-lo no lugar certo. Isso se chama civilidade. Boa educação. Respeito!”
Professora Adenyr de Oliveira Alves – BELÉM – PA


“O governo não é mais responsável por tudo. Nós cidadãos é que somos responsáveis por fazer com que esse país se desenvolva e tenha vergonha na cara. Como? Vigiando as autoridades, os eleitos e cobrando deles maior honestidade e eficiência”.
Clarinda de Albuquerque Manso Reis – CURITIBA – PR


“Estou fazendo 30 anos de casado e 53 anos de vida. São poucas publicações que educam, conscientizam e preservam o meio ambiente como o faz a Folha do Meio, da qual sou feliz assinante. Vou pedir aos meus amigos aqui de Assis que assinem esse jornal, pois isso significa mais um ato de cidadania”.
Vereador Arlindo Lopes – Rua João José Perini, 55 – ASSIS – SP


“Queria dar um palpite para as empresas e para as pessoas de posse que querem ajudar sua comunidade: a contribuição mais efetiva é aquela que envolve mais compromisso e menos desembolso financeiro. A ajuda deve ser na direção de levar crescimento educacional, valorização profissional e mostrar os caminhos para que pessoas e entidades sejam auto-suficientes”.
Ernest A. Perez – PORTO ALEGRE – RS







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  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “O Parque do Horto Florestal, na zona norte de S. Paulo, está promovendo a Semana do Meio Ambiente. Talvez seja… Ver artigo

 









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“O Parque do Horto Florestal, na zona norte de S. Paulo, está promovendo a Semana do Meio Ambiente. Talvez seja um bom momento para se discutir se vale a pena manter o trenzinho movido a diesel ou se seria melhor permitir os passeios de bicicleta, que não poluem o ar, não assustam os animais e possibilitam aos visitantes fazerem um pouco de ginástica”. 
Amadeu de Paiva Jr. mailto:amadeu.paiva@uol.com.br – SÃO PAULO, SP


“Crime ecológico: no Núcleo Rural de Tabatinga-DF, Fazenda 7 Veredas, o proprietário Nelson Schneider tem um pivô central com 11 módulos instalados na nascente do Rio Jardim. Esse é um manancial vital para todas as chácaras. O pivô fica ligado o dia inteiro para irrigar algodão. Só é desligado quando a água abaixa tanto que não pode funcionar. Aí o fazendeiro Nelson Schneider espera ajuntar mais água para religar o pivô. Vou fotografar e mandar as fotos para vocês, porque reclamar no Ibama não adianta”.
João Carlos V. T. Castro – BRASÍLIA, DF 


“Hoje é o apagão de energia. Amanhã será o apagão da falta d}água. Depois de amanhã será o apagão da cidadania. Aos poucos vai chegando o apagão da classe política e da falta de vergonha…”
Cleide e Jota Carlos Viero Faraco (universitários) CURITIBA, PR


“Marçal Tupã-i, índio guarani e enfermeiro da aldeia, foi assassinado em 1983 a mando do fazendeiro Líbero Monteiro de Lima. O STF acatou recurso da filha de Marçal e anulou o julgamento feito pela justiça de Mato Grosso do Sul que inocentou o mandante do crime, por graves falhas cometidas pela defesa do fazendeiro. Em boa hora, o caso volta à fase de denúncia do crime para um novo julgamento”.
Kátia Vasco – Conselho Indigenista Missionário – CIMI


“A comunidade do santuário ecológico de Barra Grande, Maraú, Bahia, denuncia o Consórcio Petrolífero Petrobras/Ipiranga/Coastal que, com licença do Ibama, tem dois poços de petróleo na região e agora o consórcio propõe realização de estudos sísmicos com detonações no mar, em terra e nos manguezais, causando graves danos ecológicos de dificílima reparação. Repudiamos essa ação nefasta que vai agredir o ambiente e atrapalhar o ecoturismo da região”.
Jolenilze Fernandes Santana (JOAC), Tatsuo Nishimoto (Astubarra) e Álvaro Souza Melo (AMABG) – BARRA GRANDE, BA – Fone: (73) 99811520 e 99631668


“A falta de energia é o apagão que deu na consciência administrativa e moral das autoridades brasileiras. Energia está sobrando em Itaipu e Tucuruí, mas por falta de investimento na rede de transmissão ela está se perdendo. Mais uma vez a incompetência e omissão das autoridades vão bater no bolso do cidadão brasileiro. É a reeleição do apagão!”
Prof. Ernesto de Aguiar Murad Filho – SÃO PAULO, SP


“O Dia Mundial do Meio Ambiente deveria ser o dia de cada ser humano vestir a carapuça e tomar vergonha na cara. A sociedade está cada dia mais individualista, os governantes cada dia mais omissos e os homens cada dia menos fiscais da natureza. O governo de FHC está em dia com o FMI, mas não está em dia com o cidadão brasileiro”.
Clóvis de Araújo T. de Souza – SALVADOR, BA


“Estão leiloando, devastando e entregando às madeireiras asiáticas a nossa Amazônia. Um crime de lesa Pátria!”
Antenor de Queiroz Galvão Filho – MANAUS, AM







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  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. Por onde ando vejo que a natureza está sendo agredida de todas as formas. Quero denunciar em particular a destruição… Ver artigo

 









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Por onde ando vejo que a natureza está sendo agredida de todas as formas. Quero denunciar em particular a destruição das matas ciliares. É assustador! O que estão fazendo nossas autoridades?
Petrônio Pimentel – ORIZONA, GO

“O Brasil chegou aonde eu não imaginava que iria chegar: falta energia nos postes, falta energia nas autoridades e só esperamos que não falte energia no dedão dos eleitores. Por que nas urnas eletrônicas sabemos, antecipadamente, que vai faltar”.
Robert Rizzo Cavalcanti – RECIFE, PE

“Aqui em Cuiabá temos grileiros pobres e grileiros ricos. Ambos estão ocupando a reserva ecológica Massairo Okamura e vão depredando uma área preservada de 86,1 hectares. Uma pena que o poder público não aja com rigor para evitar mais essa destruição”.
Celina e Rafael de Oliveira (universitários) CUIABÁ, MT

“Alguém tem que estudar a situação do rio Paraíba do Sul, considerado o mais importante rio do Sudeste. Nos trechos em que as águas são captadas para abastecimento de cidades do Vale do Paraíba, o outrora grande rio Paraíba vira um riachozinho. Isso sem falar nos esgotos, efluentes e dejetos que são jogados no Paraíba ao longo de seus 1.137 km percorridos entre a Serra da Bocaina (SP) e sua foz, em São João da Barra (RJ)”.
Acácio Torres – RESENDE, RJ

“As pessoas esquecem que atear fogo em terrenos baldios, dentro da área urbana, também é crime. Se os incêndios florestais prejudicam o solo e a biodiversidade, as queimadas urbanas prejudicam a saúde humana, pela fumaça que provoca danos aos olhos e aparelhos respiratórios”.
Dejanice Guimarães – CAMPO GRANDE, MS

“O Ibama e a Polícia Federal precisam ficar muito atentos: tem muitos traficantes de animais disfarçados de pesquisadores, que exibem até carteirinha de universidades brasileiras e estrangeiras. As quadrilhas são super organizadas e dão nó em pingo d}água. E não estão nem aí que para 10 bichos capturados, só sobrevive um”.
Roque Marinho Salles Filho – RIO DE JANEIRO, RJ

“Quem de fato está resolvendo os casos de corrupção no Brasil são esses jovens Procuradores do Ministério Público. Nem a Receita Federal, nem o Banco Central e muito menos a Polícia estão tendo um papel tão competente como esses jovens procuradores. O Os brasileiros precisam dar mais força a esses procuradores”. 
Dinorah M. Ramos Ribeiro (por e-mail) – SÃO PAULO, SP

“A farra do poço artesiano corre frouxa aqui no Nordeste. Ninguém cadastra, ninguém fiscaliza, ninguém orienta e ninguém toma providências. Até quando?”
Maria Ignês Medina – (por e-mail) RECIFE, PE

“Até que enfim alguém teve a coragem de fechar essa Estrada do Colono que até hoje só serviu para depredar ainda mais o Parque do Iguaçu, matar os bichos que atravessam a estrada e, sobretudo, serve para favorecer os contrabandistas e traficantes”.
Agripino R. Felicíssimo de Araújo – Curitiba – PR







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  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “A comunidade de Caravelas perde muito com a construção, pela Aracruz Celulose, de um porto marítimo para escoamento de eucalíptos…. Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“A comunidade de Caravelas perde muito com a construção, pela Aracruz Celulose, de um porto marítimo para escoamento de eucalíptos. A Aracruz está nos iludindo com a geração de empregos”.
Regina Laura Almeida – Escola Claudionora Nobre de Melo – CARAVELAS – BA

“Quando será que os deputados e senadores vão fazer uma mudança nas leis de modo a poder realmente cassar seus colegas que sejam pegos em falta? Assim, seria evitado que quando se vêem sem saída renunciem a seus mandatos para retornar nas próximas eleições sem qualquer constrangimento e com a maior cara-de-pau”.
J. L. Angerami – < jolemapi@uol.com.br >

“País de Primeiro Mundo não é o que tem PIB gigante, renda per capita alta e grandes indústrias. O país é do Primeiro Mundo quando seus governos não são (muito?) corruptos e seu povo é civilizado (não joga lixo em qualquer lugar, evita o desperdício e protege o meio ambiente). Então qualquer país pode ser de Primeiro Mundo. O pobre pode não ter dinheiro, mas não precisa ser sujo. O rico pode não ter necessidades, mas não precisa ser ganancioso. Desenvolvimento é postura mental”.
Professora Marina Castro de Oliveira Antunes – GUARULHOS – SP

“Até quando, oh! Céus, vamos ter que suportar tanta negligência, omissão e roubalheira de governadores, de políticos (que nós somos obrigados a eleger) e de homens públicos que fazem da política uma profissão muito rendosa? Até quando, oh! Catilina, abusarás de nossa paciência?”
Sérgio Lima de Menezes Jr. – BELÉM – PA

“Os parques, as chapadas, as lagoas e as praias podem e devem ser visitadas. O ecoturismo é uma forma de educação e preservação. Mas nestas férias, ao visitar a Chapada dos Veadeiros e a Chapada Diamantina, como vi sujeira, gente pegando plantas e arrancando flores. Como vi abuso contra a natureza. É muito triste…” 
Alessandra de Alencar Campello – BELO HORIZONTE – MG

“Meu protesto formal pelo descaso e pela má vontade dos governantes cariocas no tratamento do lixo, na questão do saneamento e na preservação das matas, dos rios e das lagoas do Rio de Janeiro. O Rio é movido a Sol e natureza. Estão acabando com nossa natureza, daqui a pouco vão acabar até com o nosso Sol. Nas campanhas eleitorais tudo prometem. Depois de eleitos…”
Mariana M. Pereira Castro – NITERÓI – RJ







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19 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Atenção ambientalistas, ecologistas e pessoas ligadas nas questões de qualidade de vida: vamos prestar muita atenção no discurso e nas… Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“Atenção ambientalistas, ecologistas e pessoas ligadas nas questões de qualidade de vida: vamos prestar muita atenção no discurso e nas propostas dos candidatos à Presidência da República e aos demais cargos eletivos – governadores, senadores e deputados. Além de ter político vendendo gato por lebre, tem muitos que não estão nem aí para as questões ambientais. Pelo contrário, agem como os ruralistas que querem acabar com nossas florestas”.


Sérvulo Rodrigues T. Filho – Campinas, SP


“Quero denunciar a forma predatória da ocupação da Serra de Petrópolis, no trecho da BR-040 que liga os municípios de Petrópolis e Rio de Janeiro. É espantosa a rapidez da ocupação desordenada, seja por casas, ou plantações, principalmente de bananeiras. Nunca observei qualquer tipo de fiscalização de algum órgão ambiental, apesar de ser APA”.


Patricia Grazinoli – Rio de Janeiro, RJ


“Australianos, franceses e sul-africanos estão fazendo um programa de limpeza na Antártica, retirando todo lixo deixado por pesquisadores e exploradores das suas bases. Quando os brasileiros vão desenvolver um programa de limpeza de suas praias e parques, retirando o lixo deixado por exploradores e sugismundos?”


Elcione Vieira Alencar – Santos, SP


“A Fosfértil cometeu um crime ecológico aqui em Uberaba: derramou no Rio Grande e nas lagoas marginais uma grande quantidade de ácido fosfórico. Tudo indica que a empresa não vazia manutenção competente na barragem de contenção. Foi uma mortandade de peixes…”.


Fernandes Castanho (por email) – Uberaba, MG


“Dia primeiro de novembro começou a piracema aqui nos rios de Mato Grosso do Sul, com a conseqüente proibição da pesca. Mas os empresários pediram e o Ibama aceitou proibir a pesca só depois do dia cinco de novembro. No ano passado, a proibição da pesca começou dia oito. O Ibama está ficando muito benevolente com os predadores, ou melhor, com os pescadores”.


Marizete Amorim C. Azevedo – Campo Grande, MS


“O triste mau hábito de jogar lixo na maré está causando uma tremenda poluição na Baía de Todos os Santos. É durante a travessia do ferryboat de Salvador para Itaparica. Incrível como tudo que é lixo vai sendo atirado no mar, numa solene e pública falta de educação. Nem parece que a Bahia é a capital do turismo. Os responsáveis pelos ferryboat bem que poderiam dar uma aula de educação ambiental para seus passageiros”.


Sílvio Telles Costa e Marina dos Anjos (por email) Salvador, BA


“Os empresários dos loteamentos e das imobiliárias estão entrando firme nos manguezais. Quem pode conter a fúria destes especuladores de lotes às custas de crimes ambientais tão cruéis? Os mangues são os berçários da vida no mar”.


Antonieta Maria Otoni – Aracaju, SE






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19 de março de 2004

Boca no Trombone! Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Chega de promessas de obras contra a poluição da Lagoa de Araruama. A “Prolagos” nada fez até o… Ver artigo


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Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“Chega de promessas de obras contra a poluição da Lagoa de Araruama. A “Prolagos” nada fez até o presente, só promete. O governo não liberou verbas para a construção da Galeria de Cintura “esgotovia”. 
Só temos promessa e nenhuma ação. A comunidade tem que se mobilizar para exigir que a Lagoa de Araruama seja salva da poluição”.
Arnaldo Villa Nova – Presidente Ong Viva Lagoa e Presidente Plenária Ong’s do CALSJ 

“Mais uma vez os ambientalistas do Rio Grande do Sul assistem perplexos a abertura da temporada de caça. Desde o dia 17 de agosto o IBAMA autorizou a caça de sete espécies silvestres, mesmo contra uma onda de protestos que todos os anos se realiza contra esta prática abominável. Apesar de não causar danos ecológicos, a liberação da caça deseduca crianças, jovens e desinformados colocando em risco outras espécies, além de banalizar a vida e incentivar práticas cruéis”. 
Ronaldo Costa – Presidente da Fundação Rio Ibirapuitã – Alegrette – RS 

“Aqui no Maranhão a gente comemora o Dia da Árvore no início da Primavera – 21 de setembro. Nada de comemorar em março. Como bem disse a Folha do Meio, março é o mês da água. Acho que o Ibama ou o ministro Sarney Filho bem que podiam unificar a Festa da Árvore no Brasil inteiro.”
Cleonides Sampaio de Oliveira Santos (por email)- São Luiz – MA

“Terror rima com dor que rima com horror que rima com pavor que rima com dor. Dor rima com amor, que rima com terror… O tempo deve ser de tolerância e não de vigança e coragem”.
Júlio Cesar Gonçalves Filho – (por email) – São Paulo – SP

“O dia que o governador Olívio Dutra resolver enfrentar o lado “misterioso” da chamada caça esportiva (o matar pelo prazer de matar) esse esporte da morte acaba aqui no Rio Grande. Afinal, os tribunais superiores não acabaram com a farra do boi, em SC? Não acabaram com as rinhas de galo? E por que matar, massacrar a fauna – que é patrimônio de todos – vale e é legal? Olho vivo!”
Ari Quadros – ERECHIM – RS

“A Caatinga é épica e grandiosa, mas é também um tesouro ameaçado. Sou um cabra criado no meio das macambiras e dentro dos seridós, mas estou em guerra – acuado e cercado por caçadores, que são 90% da população do Nordeste. Se não bastasse caçar, ainda botam fogo na mata. Uma tragédia!”
Marcolino Vieira da Silva – Sertanejo ecologista – Sto. Inácio do Piauí – PI 

“O tema Meio Ambiente deve ser tratado com respeito, com responsabilidade e com consciência. Preservar os recursos naturais, proteger as matas, não poluir o ar, a terra e as águas é a verdadeira religião do planeta. Quem protege a natureza, presta louvor ao Criador.”
Rita de Cássia M. de Azevedo – RIO DE JANEIRO, RJ







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15 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores daFolha do Meio que, inconformados, denunciam os agressoresdo meio ambiente. Fome Zero“Companheiros, vamos à verdade: o Programa Fome Zero poderia nacionalizar o programa de microbacias realizado em SC e PR, considerado pelos… Ver artigo

 







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Fome Zero
“Companheiros, vamos à verdade: o Programa Fome Zero poderia nacionalizar o programa de microbacias realizado em SC e PR, considerado pelos técnicos do Banco Mundial como o melhor programa que reúne produção de alimentos, combate à probreza e conservação ambiental. Digo mais, é o melhor programa de manejo de recursos hídricos e a ANA nunca deu muita bola para ele. Se o Bird e o BID estão dispostos a financiar projetos, que tal ampliar e aperfeiçoar projetos que eles já financiam e elogiam? Não se perde tempo com a burocracia destes bancos, que é infernal. A grande vantagem do programa é que com a multiplicação de soluções de baixo custo pode-se resolver grandes problemas. Como combater a erosão em uma bacia? A melhor solução é o programa de microbacias. A Emater tem um time pronto para entrar em campo com um ótimo programa de microbacias no Rio de Janeiro. Mas o ex-governador Garotinho e os setores da agricultura tradicional jamais deram bola. Preferem o Riocana. Passados mais de 400 anos de cultivo de cana qual o progresso que ela proporcionou para Campos? Nenhum. Se não fosse os royalties do petróleo Campos estaria muito mal. Vou além. Assentar em microbacias é o melhor formato para reforma agrária”.
Paulo Bidegain


SOS Amazônia
“Somos alunas da 8º série de uma escola pública do DF. Estamos trabalhando há algum tempo com um assunto muito importante: a Amazônia Legal. Estamos indignadas com a falta zelo com nosso patrimônio. Gostaríamos de expor nossa vontade de lutar pela vida que se perde, infelizmente… Contamos com a ajuda do nosso novo presidente, que se diz preocupado com essa questão, pois além da falta de amor pela vida, estamos deixando que nos levem nosso maior tesouro: a Amazônia”.
Rayanne e Sandra – Centro Educacional 03 de Sobradinho – DF


Brindeiro e FHC
“O governo FHC tem a obrigação de explicar à sociedade por que o procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, exonerou o chefe do Ministério Público Federal de Tocantins, Mário Lúcio Avelar, responsável pelas investigações sobre o esquema de corrupção da Sudam, a origem do dinheiro da Lunus de propriedade da ex-governadora Roseana Sarney e seu marido Jorge Murad. Parece que a obstinação de Avelar pela verdade estava incomodando os poderosos.
Djalma Abdala (por email) – Rio de Janeiro – RJ


Lixo no lugar certo
“Eu queria pedir encaricidamente aos homens e mulheres de boa vontade que, por favor, visitem os parques nacionais, tomem banho de cachoeiras, andem nas praias, observem pássaros e curtam as trilhas ecológicas. Mas, por favor, não deixem suas marcas jogando lixo em qualquer lugar, recolhendo plantas e estressando os pássaros. Sejamos civilizados!”
Marques de Alencar – Chapada dos Veadeiros – Goiás


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15 de março de 2004

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“A Estação Ecológica de Murici, em Alagoas, pede socorro! Em menos de sete anos, seis mil hectares de mata nativa foram devastados. Quem comete esse crime contra a natureza? Os fazendeiros, com sua pecuária extensiva, e com a monocultura da cana-de-açucar. É a Mata Atlântica que se esvai em ritmo acelerado sob nossos olhos. Um crime contra o meio ambiente e contra os nossos netos”.
Albuquerque Silva – Maceió – AL


“Tudo de ruim acontece no Rio de Janeiro. Temos que conviver com a corrupção policial, com as favelas, com a violência das balas perdidas e, agora, com o incrível. A Feema não terá mais que analisar projetos de construções urbanas e as licenças ambientais só serão necessárias para obras de grande impacto. Por quê? Aí o inusitado: porque os empresários estão reclamando que não dá mais para conviver com as propinas para que obras irregulares não sejam embargadas. Ou seja, a corrupção é tão forte que mudou a regra do jogo”.
Maria de Fátima Medeiros
universitária e ambientalista – Rio de Janeiro – RJ


“Só peço uma coisa: que o governo do PT cumpra tudo que prometeu, lute por tudo que combateu, busque uma solução para tudo o que denunciou e prenda todo mundo que roubou. Se fizer apenas isso, meu voto foi salvo, amém!”.
Caroline C. Oliveira – Salvador – BA


“Parece brincadeira, mas faltar água numa cidade como São Paulo, cortada por dois rios próxima a várias lagoas e perto de outros tantos rios tudo isso só pode ser resultado de duas coisas muito comuns aos brasileiros: desperdício grande e pensar pequeno em termos de administrar a água que tem”.
Pedro Paulo S. Cerqueira – Campinas – SP


“Acabei de chegar de uma viagem a Manaus. Fiquei encantado com a beleza das águas e da floresta. Mas fiquei muito triste porque, numa viagem de barco, pude sentir que o rio Amazonas é o grande lixão a céu aberto de toda região”.
Felix Castro – Curitiba – PR


“Uma denúncia grave que precisa ser investigada pelas autoridades: estão jogando lixo tóxico ao lado da rodovia SP-56, entre Santa Isabel e Igaratá. O entulho é justamente um refugo do processamento de alumínio. Depois da denúncia do jornal O Ouvidor, a Cetesb identificou os responsáveis e mandou fazer a remoção. Mas o material continua lá e com uma agravante: bem próximo de uma plantação de verduras, na região de Redentor. É contaminação na certa nas hortaliças”.
Evaristo R. da Cunha – Jacareí – SP


“Meio ambiente é qualidade de vida. É incrível como a vida nas cidades e nas rodovias brasileiras se deteriora e vira um tormento para motoristas em viagem de serviço ou de passeio pelo simples fato que não existe sinalização eficiente nas estradas. Sobretudo nas saídas e nas entradas de cidades. Por que o Denatran e o Ministério dos Transportes não padronizam a sinalização? Por que não multam os responsáveis, os prefeitos, pela péssima sinalização?”
Domingos Vilella – Belo Horizonte – MG


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Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores daFolha do Meio que, inconformados, denunciam os agressoresdo meio ambiente. “Temos um problema grave em nossa cidade. Uma fábrica falida está sendo vendida e lá existem 45.000 mil toneladas de escória de chumbo… Ver artigo






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“Temos um problema grave em nossa cidade. Uma fábrica falida está sendo vendida e lá existem 45.000 mil toneladas de escória de chumbo (lixo tóxico) que acabarão sendo enterradas no próprio local. Se isso ocorrer, será um dos maiores crimes ecológicos na Região Valeparaibana. Imploramos a colaboração de instituições governamentais, ONGs nacionais e internacionais”.
Carlos Roberto Ventura – ecovital@iconet.com.br


“Gostaria de saber o que estão fazendo de fato para salvar o rio São Francisco. Todos falam e nada fazem. Moro às margens do Velho Chico e só o vejo secando cada dia que passa. Gostaria de poder fazer alguma coisa”.
Cláudia Neves – claudiadesaneves@globo.com


“Somos ambientalistas e também parceiros na luta contra o lixo pneu. Desenvolvemos a campanha de Joinville (SC) e movemos ação judicial contra o Ibama, visando a aplicação da resolução do Conama. Isso é uma vergonha. Hoje nacional e logo, logo, mundial”.
Dr. Antônio – ong.ingapa@bol.com.br – INGAPA – Curitiba, PR


“Como geógrafa, gostaria de levar ao conhecimento de todo Brasil a penúria que se encontra a Bacia Hidrográfica do Rio Preto. As autoridades maranhenses são omissas. Mas mesmo sem apoio dos governos estadual e federal, o município deveria desenvolver uma política de salvação do rio Preto, antes que ele agonize”.
Juracy Filho – rua José Mesquita, 84 – São Benedito do Rio Preto, MA


“Cada povo tem os políticos que ele próprio escolhe. Para o bem e para o mal, a democracia possibilita a escolha dos líderes, dos governos e dos políticos pelo voto. Pelo voto se constrói ou se destrói uma nação. Pela escolha dos governantes podemos construir ou destruir o futuro. Quem troca seu voto por um interesse imediatista merece pagar o pato”.
Leônidas M. S. Carrero – Rio de Janeiro, RJ


“Os animais silvestres que se encontram em cativeiro na Floresta Nacional de Ritápolis-MG, sob a guarda do Ibama, estão sob péssimas condições. Alguém do Ministério do Meio Ambiente ou do Ibama de Brasília precisa tomar providências”.
Tânia Maria Falcão – Barbacena, MG


“O plantio indevido de eucaliptos nas margens do rio, a queda de árvores, a erosão e o assoreamento estão comprometendo a vida do rio Corumbataí. É bom as autoridades ficarem de olho vivo”.
Paulo Antunes Correio Filho – Piracicaba, SP


“Lixo na rua, buzina no trânsito, cigarro jogado pela janela do carro tudo isso é atitude subdesenvolvida e de má educação. Para ser do Primeiro Mundo, não precisa ser rico e nem ter renda “per capita” alta. Basta ser civilizado e educado”.
Janaína de Oliveira Bastos – Belo Horizonte, MG


“Quem votou e escolheu seu candidato, passou um cheque em branco para que o eleito nos represente no Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas ou no Governo. Agora eleitor terá a parte mais importante para fazer: cobrar as promessas de campanha e fiscalizar todos os atos públicos e posições políticas dos eleitos”.
Prof. Mariana Gonçalves Vianna – Porto Alegre, RS


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“Depois de um dia inteiro de trabalho e após pegar dois ônibus lotados para voltar para casa, ligo a TV no “horário nobre” e o que vejo? Um monte de desesperados pedindo o meu voto. O pior de tudo é que os caras-de-pau se comportam exatamente como as pessoas que vão à porta da firma onde trabalho para pedirem emprego. Melhor dizendo, pedem meu voto como se estivessem pedindo uma oportunidade de trabalho. E os ridículos prometem “mundos e fundos”, exatamente como determinados profissionais na hora da entrevista com o futuro empregador. Depois de contratados, não fazem nada daquilo que se obrigaram. Só que existe uma grande diferença entre os que procuram emprego numa empresa e os que procuram o emprego público (pelo voto) nas câmaras e palácios de govenos: o trabalhador é demitido, quando não aceita as regras do empregador. Já os políticos, além de nada fazerem quando eleitos, nos roubam, enriquecem à nossa custa e nada lhes acontece. Pelo contrário, quanto mais corruptos se tornam, mais considerados são pelos seus colegas de parlamento e pelo povo de memória curta. Fazem da política uma profissão para enganar a gente nas telinhas da TV e nos cargos públicos”.
Ronald – ronaldII@hotmail.com.br


“Será que os candidatos que não obedecem as leis da boa civilidade e que vivem agredindo o meio ambiente nas suas campanhas, sujando as praças públicas, os postes e os muros, quando eleitos, serão bons políticos? Du-vi-do!”
Carlos Heitor Silva Neto – São Paulo – SP


“Esses políticos acham que meio ambiente não dá voto? Estão redondamente enganados. Aqui na minha rua, quem não defende o meio ambiente, quem suja e quem não tem nem uma proposta ambiental nas suas promessas, não recebe o voto de ninguém. Compromisso de honra!”
Carmem Azevedo Lins – Niterói, RJ


“Quem vota em político descompromissado com a questão ambiental está votando contra si mesmo. Pior: está votando contra a vida!”
Mag L. Penna – (estudante) Campinas, SP


“Sugestão: aproveito o prestígio da FMA para dar a seguinte sugestão que ajudará na política do meio ambiente, relativo aos recursos hídricos. As empresas responsáveis pela perfuração de poços artesianos só poderiam iniciar a obra após o interessado apresentar o protocolo de outorga e licença. No caso de Minas Gerais, ao Igam – Instituo Mineiro de}Gestão de Águas. Esta medida coibiria a abertura de poços artesianos clandestinos”.
Luiz Adolfo Groke – lagroke@hotmail.com
Codema – Itapagipe,MG – Fonefax: (034) 3424

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15 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Devolveremos a água magnesiana em 180 dias”, palavras do sr. Edward de Abreu do DNPM, durante audiência pública no dia… Ver artigo








 








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“Devolveremos a água magnesiana em 180 dias”, palavras do sr. Edward de Abreu do DNPM, durante audiência pública no dia 7 de maio em São Lourenço. Montado no alto de seu cargo no DNPM e assessorado pelos órgãos (in)competentes Feam, Igam, mais a alta cúpula da Nestlé, diante do público que lotava a Câmara de Vereadores, daquele que seria o primeiro contato imediato da empresa com a população de São Lourenço. A cidade está revoltada e ansiosa por explicações em relação às aberrações ambientais praticadas pela Nestlé. Seguiu-se salva de palmas de alívio dos participantes. Mal sabiam que essa seria uma primeira de série de mentiras vergonhosas daquele dia. Do começo ao fim, o então diretor da Empresa de Águas, Eric Aloo, com conivência e endosso do chefe de distrito do DNPM, Edward de Abreu, respaldados pelo geólogo e procurador para assuntos administrativos da empresa, Idmilson Mesquita, fizeram caras e poses apavoradas e comiam unhas mentindo a cada pergunta do promotor publico dr. Pedro Paulo Aina.
Luciana Lee – lee@starweb.com.br – São Lourenço – MG


“Por favor, denunciem as barbaridades que são cometidas contra os animais nos circos. Circo é um espaço para a arte, a magia, a bondade, o riso e a graça, não um espaço de tortura dos animais. Não são apenas os animais silvestres que sofrem nas mãos dos traficantes, existem outras formas de tráfico: os animais de circos também. Vejam que horror, que crueldade! A página com fotos dos maus tratos em circos do Brasil (Circo di Nápoli, Vostok, Stankowich, Circo Garcia, Beto Carrero, Circo Moscow) já está no ar. http://br.geocities.com/AnimaisSOS/circosfotos.html
Beth Sarmento – bethsarmento@radnet.com.br


“Se o amigo leitor é pelo meio ambiente, por favor, denuncie os candidatos sugismundos. Não dê seu voto e faça campanha contra os candidatos que sujam as cidades, que poluem com som alto e que costumam pixar os muros das casas. Quem suja na campanha, vai sujar quando receber o mandato!” 
Cléo Oliveira Carvalho Filho – Curitiba – PR


“Numa ação beirando o terrorismo, três elementos armados e encazupados, usando duas motos, renderam o guarda da entrada da Praia da Fazenda roubaram o hand talk do funcionário, atearam fogo na guarita com gasolina, destruindo equipamentos de transmissão de rádio e outros. É um sintoma da realidade, um parque cheio de conflitos onde precisamos tomar medidas efetivas para evitar que a situação se deteriore ainda mais”. 
Fabián Alberto Pérez – Assist. Tec. da Secretaria de Meio Ambiente de Ubatuba – SP (12) 3833.4541 – 432.5382


“Alguns usuários das áreas de uso público das Unidades de Conservação se comportam como se estivessem no quintal da própria casa. Esquecem que nessas áreas existe uma biodiversidade que deve ser respeitada. Existem muitas entidades preocupadas com essas áreas de preservação. Urge unir esforços e compreender que todos somos responsáveis pela manutenção desses paraísos, verdadeiros santuários ecológicos. O homem é parte integrante do meio ambiente, por isso tem a obrigação de conservá-lo. Há que se fazer um uso ordenado das riquezas naturais. A sobrevivência do homem depende única e exclusivamente dos recursos naturais que compõem o universo. Aproveitemos o privilégio de vivermos em um país com uma grande diversidade biológica para respeitar as Unidades de Conservação”. 
Auristela Monteiro – Brasília – DF






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Tenho uma grave denúncia. O senhor Heleno Fonseca Lima, proprietário da fazenda Agro-Industrial Saquarema (Sálvia) loteou sua propriedade, formando um condomínio. Todos os moradores estão sendo prejudicados com o abastecimento de água. Segundo a Caesb, em menos de três anos estaremos sem água. Mais grave ainda: o fundo da fazenda Saquarema é uma reserva onde além das árvores tem vários animais como capivara, arinhanhas, tatu, macacos, lontras e grande variedade de pássaros. Aumenta também o número de exploradores da resina da árvore Almisca. Já foram feitas denúncias para a Polícia Florestal, em 25/maio, através do telefone 301-3396, para o soldado Marcos. Mas nenhuma providência foi tomada. Até quando vamos assistir à negligência das autoridades ambientais? Alaíde Rodrigues Soares – Sítio São Bento (61)-387-6689 – Núcleo Rural Córrego do Meio – DF 440 Sobradinho – DF


O homem precisa repensar a concepção de ocupação de espaço físico, tendo em vista que ele faz parte do complexo sistema que compõe a biodiversidade biológica do planeta. A explosão demográfica tem levado o homem a entender que a luta pela moradia vale tudo, até mesmo ir contra as leis da natureza, esquecendo-se que a sobrevivência da humanidade depende do equilíbrio do planeta. A escassez da água vem sendo debatida nos meios de comunicação e entre os especialistas interessados no assunto, levando a refletir sobre os riscos que corremos quando uma área de preservação ambiental é ocupada. Vamos usar o bom senso em defesa da vida, respeitando a moradia dos outros seres que compõem os diversos ecossistemas. Acordemos para os graves problemas que o mundo está passando, como a escassez de recursos naturais, para que juntos possamos encontrar um caminho onde todos tenham os mesmos direitos e oportunidades, pois do contrário até mesmo o planeta azul, sucumbirá. O planeta é de todos e todos os seres precisam ter o espaço respeitado, para que o homem tenha a garantia de vida. “Não podemos lutar pela moradia, sem defender a vida” Auristela Monteiro – auristela.monteiro@mma.gov.br – Brasília – DF


Sujeira e lixo pela rua, pelos parques e pelos passeios públicos são coisas de gente com pouca educação. De gente subdesensolvida. Durante os jogos do Brasil na Copa, parece que a sujeira ficou liberada. Durante as campanhas políticas parece que se pode pixar e jogar cartazes e folhetos pela rua. Quando será que o brasileiro será mais civilizado? Carlos Augusto Ferreira Filho – São Paulo – SP


O morte do jornalista Tim Lopes pelo crime organizado do Rio de Janeiro mostra muito bem para onde vamos em termos de direitos de cidadania, de abandono do Estado e do egoísmo com que a classe política defende seus próprios interesses. Esses políticos esquecem que são eleitos para serem gestores da coisa pública. Há que haver uma revolução na consciência de nossos tomadores de decisão! Clarisse Albuequerque – Rio de Janeiro – RJ






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Boca no Trombone!

15 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “”Estão acabando com nossas araucárias. Aqui em Palmeira, uma empresa foi responsável pela derrubada de muitas árvores que foram arrancadas… Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.


“”Estão acabando com nossas araucárias. Aqui em Palmeira, uma empresa foi responsável pela derrubada de muitas árvores que foram arrancadas até com a raiz. A mata de araucária virou pasto. Um pecado contra o meio ambiente. A quem devemos apelar?” – Sílvio de Alencar Filho (por email) – Palmeira – PR


“Vira e mexe o Ribeirão da Velha fica com uma água suja, cheio de espuma. Acho que tem empresa por aqui jogando algum produto químico no ribeirão. Até quando vamos conviver com isso?” – Carmem Bonat de Souza – Blumenau – SC


“Nosso belo rio Parnaíba também está agonizando. O que faz a tal da Agência Nacional de Águas que deixa o “Velho Monge” sujeito a todo tipo de poluição, assoreamento, exploração e vítima de um descaso das autoridades e da sociedade”. – Vicente de Oliveira Castro – Terezina-PI


“Acho que as empresas prestadoras de serviços de celular e as próprias indústrias não estão nem aí para o problema do descarte das baterias de celular e dos próprios aparelhos de celulares velhos. O problema é mais grave do que se pensa. E a ação das empresas de celular é brincadeira. Paliativa!” – Cristóvão dos Santos Gusmão – Brasília – DF


“Fiquei horrorizada com a atitude de um motorista na avenida Paulista. Ele simplesmente estava comendo um sanduíche no volante. Acabou seu lanche e jogou pela janela do carro o papel cheio de ketchup que quase bateu num pedestre na calçada. Imediatamente buzinei e acendi o farol para o sugismundo. Acho que todos deveriam fazer o mesmo quando presenciam uma selvageria destas. Aliás, esse é um bom mote para uma campanha de trânsito: incentivar as pessoas a reagirem contra os motoristas mal educados”. – Mariza Vicente de Carvalho – São Paulo – SP


“Por que não se vê uma campanha de utilidade pública mostrando que a praia é como a praça de um shopping center: deve ser limpa, com o lixo jogado no lugar certo e onde deve haver respeito aos frequentadores e ao ambiente?” – Christiane de Oliveira Martins (por email) Rio de Janeiro – RJ


“Atenção eleitores: tempo de campanha política é tempo de pichações, de distribuição de folhetos e de muito barulho nas ruas. Vote nos candidatos limpos. Nos candidatos que respeitem o meio ambiente. Diga não aos sugismundos!” – Maciel Araújo (universitário) – Belém -PA






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15 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Mais uma vez foi adiada a despoluição da praia de São Conrado, no Rio de Janeiro. O motivo é sempre… Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.


“Mais uma vez foi adiada a despoluição da praia de São Conrado, no Rio de Janeiro. O motivo é sempre o mesmo: divergências entre Associação de Moradores, ambientalistas, surfistas, governo e empreiteiras. Enquanto isso o esgoto in natura desce da favela da Rocinha direto para a praia levando muita sujeira, muita incompetência e muita falta de amor com esta ex-Cidade Maravilhosa”
Solange Cunha de Azevedo – Rio de Janeiro – RJ


“Parece que só os cariocas não descobriram ainda a degradação a que chegou nossa cidade: estamos cercados de favelas, somos dominados pelo crime organizado, o tráfico virou lugar comum, a violência chegou ao grau máximo, a corrupção impera e o mal parece que está vencendo o bem. Triste fim…”
Raquel Alves de Toledo – (por email) Barra da Tijuca – RJ


“Atenção leitores. Todos nós somos também eleitores. Vamos escolher políticos comprometidos com o meio ambiente, com a qualidade de vida e com a preservação de nossas florestas”.
Flávio, Vera Lúcia, Helena e Cristovão (universitários) Recife – PE


“A operação SOS para salvar o rio Paraíba do Sul começou muito tarde. Ainda bem que começou. Por que não agir, também, em relação a outros rios que estão morrendo pelo abandono e pelas agressões ambientais que vêm sofrendo de indústrias e cidades que teimam em jogar todo seu esgoto em suas águas? Vamos salvar os nossos rios enquanto é tempo”.
Felix de Almeida Rocha Filho – Porto Alegre – RS


“Vamos colocar a boca no trombone para espalhar a frase do novo ministro do Esporte e Turismo, Caio Carvalho: – Uma cidade só é boa para o turismo se ela for boa para seus cidadãos.”
Alencar de Souza Cruz (por e-mail) – Belo Horizonte – MG


“O rio Amazonas continua sendo o grande lixão das cidades ribeirinhas. A começar por Manaus. Uma tristeza que tem que ter fim!”
Carmen Lúcia Alves – Manaus – AM


“Quero dar meus parabéns ao leitor Carlos Roberto que escreveu a coisa mais séria nesta Boca do Trombone: quanto mais civilizada uma cidade, mais áreas verdes e mais parques ela tem. Ah, se nossos prefeitos soubessem disso!…”
Guiomar Arruda Cavalcanti – Sorocaba – SP






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Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.

"Uma moradora de Sobradinho construiu uma piscina em sua casa, aproveitando o leito do Ribeirão Contagem. A margem do rio tem muito lixo, como geladeira, fogão e restos de maquinarias. A Associação Comunitária da Rua do Mato-Sobradinho já denunciou o fato ao Secretario do Meio Ambiente, Antônio Barbosa, porém nada foi solucionado. Será que na Semana da Água alguma autoridade pode tomar alguma providência?"
Nelita Souza Matos – Presidente da Associação Comunitária (61) 9901 3065 / 45420

"É tão certo a chegada do Carnaval no Rio de Janeiro como o festival de peixes mortos na Lagoa Rodrigo de Freitas. Se os cariocas tivessem um pouquinho mais de vergonha, não reelegeria esses políticos que teimam em acabar com a ex-Cidade Maravilhosa"
Jonas D`Aquino Bittencourt (universitário) – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro-RJ

"As eleições estão chegando. Promessas, tapinhas e presentes acabam sendo o triste ideário de compra de consciências e enganação de políticos inescrupulosos"
Egon Dionísio Heck – Secretário Executivo do CIMI

"Até que fim assinaram um acordo para tentar salvar Ilha Grande, acabando com as línguas negras de esgoto e os lixões dos campings. Será que esse compromisso é para valer? Quero ver tirar aquele montão de embarcações e equipamentos náuticos que teimam em ficar sobre a areia da reserva biológica! Quero ver acabar com os loteamentos nas praias em áreas de reserva!"
Anna Marina Mendes Coelho – Rio de Janeiro-RJ

"Não é mais possível ser empresário sem consciência ambiental! As empresas têm que ter uma atitude cidadã, pró-ativa em favor do meio ambiente."
Manoel Otoni Neiva – Presidente do Conselho Empresarial de Meio Ambiente – FIEMG – Belo Horizonte-MG

"Cadê a CPI do Reverendo Moon? Cadê o Conselho de Segurança Nacional? Esse senhor, em nome da religião, ocupou até as terras do Parque Nacional da Bodoquena. E Assunção que abra o olho, pois Moon já tem mais de 800 mil hectares do outro lado do rio Paraguai".
Carvalho Bento de Oliveira – Campo Grande-MS

"Gente, vamos dar o troco nestas eleições não votando em candidato sugismundo. Época de campanha política é época de cartazes, pichações, distribuição de folhetos e muita conversa fiada! Fora com os candidatos que não respeitam o meio ambiente!"
Euler Ferreira de M. Castro – Curitiba-PR

"Sobrou para as bromélias. Como colecionadora de Bromélias no Rio de Janeiro, fiquei arrasada com as notícias publicadas na imprensa sobre a intenção do município de Campos em exterminar as Bromélias. Não deixem que por falta de políticas públicas efetivas, esta bela cidade seja marcada pela ignorância".
Helenice Ribeiro – membro da Sociedade Brasileira de Bromélias – helenice@eletrobras.gov.br

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15 de março de 2004

  Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “”Dois repórteres do Jornal Nacional saíram fazendo matérias sobre as estradas brasileiras e viram o que todo motorista vê, menos… Ver artigo

 









Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.


“”Dois repórteres do Jornal Nacional saíram fazendo matérias sobre as estradas brasileiras e viram o que todo motorista vê, menos o governo: muitos buracos nas estradas, sinalização horrível e gente vendendo passarinho e macaquinhos nos acostamentos. Por que os fiscais do Ibama ou do DNER não pediram uma carona para o pessoal da TV Globo?”
Analise G. Fontes Guimarães – (por e-mail) Feira de Santana-BA


“É incrível como se furam poços artesianos, sem qualquer fiscalização, sobretudo em áreas urbanas. É uma verdadeira indústria que acaba contaminando o lençol freático. Quais são os órgãos públicos que autorizam essas perfurações? Quem fiscaliza? A omissão das autoridades está criando uma verdadeira balbúrdia nessa área.”
Ari Quadros – Ambientalista – Av. Tiradentes, 116 – Erechim-RS


“O ministro Sarney Filho e o ministro dos Transportes precisam saber: quem mais destrói as estradas aqui são os madeireiros que teimam em trafegar com suas carretas de 80 mil toneladas. O José Serra tem razão: a fiscalização é zero!”
Sinésio Barreto Roriz – Ji-Paraná-RO


“Empresas mineradoras faturam alto até esgotar a terra, depois desaparecem deixando apenas um rastro incalculável de destruição. Os covões deixados pelas empresas viram lixões, lagos sujos, profundos e perigosos. Até morte de crianças já aconteceram nesses covões. Eu não falo nem de fiscalização. Só queria saber como essas empresas conseguem a licença ambiental?”
Antônio Carlos Moreira – Ananindeua-PA


“Gente, não custa ser educado, civilizado e limpo. Pode-se ser pobre, mas não precisa ser sujo e jogar lixo por toda parte. Quer coisa mais feia do que fumar e jogar o cigarro na trilha de um parque, no passeio da cidade ou até mesmo na rua? Pensem nisso…”
Mariza Nogueira e Alessandra Morais (estudantes – por e-mail) – Rio de Janeiro-RJ


“Atenção prefeitos e cidadãos: quanto mais civilizada uma cidade, mais parques e mais áreas verdes elas têm. Questão de bom senso!”
Carlos Roberto De Almeida Jr. – Campinas-SP


“Nada pior que banhista farofeiro, que chega na praia cheio de comida e ao sair deixa seu lugar marcado por restos, lixo e muito plástico. É triste ver que esses caras não se mancam!”
Eliana S. Marega – Camboriú-SC


“Dias D’Ávila, rica em mananciais, está sendo devastada. A prefeitura local extinguiu a Secretaria do Meio Ambiente, para evitar o controle de exploração de águas e areias. Estão sendo implantadas indústrias de água mineral, cervejarias e cerâmicas sem o devido EIA/RIMA. O esgotamento sanitário da cidade é jogado no rio sem qualquer tratamento. A fiscalização está de braços cruzados. Tanto do CRA como do Ibama. Protocolo das denúncias: CRA nº4.202 e Ibama, linha verde nº 22.850”
Gulherme Eduardo B.M.Costa – h2opuro@terra.com.br ou (71) 6253016 – BA






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5 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente. “Olha a Petrobras aí de novo, gente! Será que essa “displicência” é deliberada armação pró-privatização ou é incompetência mesmo? Ou serão… Ver artigo







Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores do meio ambiente.



“Olha a Petrobras aí de novo, gente! Será que essa “displicência” é deliberada armação pró-privatização ou é incompetência mesmo? Ou serão as duas coisas associadas?”
Áurea Lúcia Maia Queiroz <AUREAQUE@senado.gov.br>


“Uma pesquisa do Inmetro confirmou que a tampa da latinha de bebida é mais poluída que banheiro público. Por quê? Simples, essas latinhas de refrigerantes ou cervejas ficam guardadas em armazéns que, geralmente, estão infestados de roedores e baratas. Depois são transportadas para supermercados e bares sem a devida limpeza. Segundo a pesquisa, a quantidade de vermes e bactérias nas latinhas é imensa. Elas ficam sujas com urina de rato seca, que contém substâncias tóxicas e letais. Beber no bico da lata sem lavar convenientemente é caminho certo para uma leptospirose” Dr. Fábio Lopes Olivares, Centro de Biociências e Biotecnologia – Universidade Estadual Norte Fluminense – Campos dos GOYTACAZES – RJ


“Nós moradores do Valparaiso de Goiás-GO, solicitamos do poder público e autoridades ambientais, providências urgentes quanto a degradação ambiental provocada pelo sr. Alberto Gamal e Clubes localizados ao longo do córrego Saia Velha. Este córrego é que abastece Valparaíso e seu volume de água vem baixando gradativamente. Segundo informações de quem mora na região há muito tempo, o córrego perdeu em dez anos 1/3 de seu volume de água. SOCORRO!
Jorge Povala – povala@bol.com.br VALPARAÍSO DE GOIÁS – GO


“Uma vergonha esse Ibama-SP e Zoologico de Americana-SP. Este zoológico encomendou um filhote de Harpya harpya, para um traficante de animais de circo. Este traficante acabou conseguindo este filhote de Gavião Real de outros traficantes na Amazônia. Pior, ainda, o diretor do zoológico encomendou a ave e em troca forneceu um filhote de hipopótamo nascido no zoológico, que provavelmente vai parar em algum desses circos”.
Edson Dias Patrício – tucapatricio@ig.com.br 


“A grilagem de terras continua em Brasília, o alvo continua sendo a cobiçada área do Condomínio Estâncias Quintas da Alvorada (altura da QI 27/28). No dia 15 outubro 2000, os grileiros estavam novamente abrindo ruas e instalando postes de iluminação nas terras que já vêm sendo objeto de venda desde os idos de 1991. A polícia foi chamada e levaram dois capangas dos grileiros que estavam tomando conta da área. Qualquer dia vão lotear e vender a área verde do Palácio da Alvorada”.
José J. Serra (m.serra@ig.com.br) Associação (61)245-7811 – BRASÍLIA – DF


“Acabamos de constatar que em Alegrete, RS, além da Reserva Biológica do Ibirapuitã, existem mais duas unidades de conservação: a Área de Proteção Especial e Sítio Paisagístico da Ilha dos Milano e a APA do Arroio Regalado. A situação do Arroio Regalado é muito grave, pois foi transformado num lixão a céu aberto. Até o Departamento de Estrada e Rodagem mudou o nome do arroio Regalado para Restinga Seca”. 
Ari Quadros – Presidente da FunRIO – ALEGRETE – RS


“Num país, como o Brasil, que tem gente com coragem de falsificar até remédio para abrandar o sofrimento de quem tem câncer, imagina só o que estão falsificando de combustíveis, de água }mineral com gás`, de documentos e de relatórios de impactos ambientais?!” 
Sílvio de Alencar Medeiros Neto – SÃO PAULO – SP


“O comportamento das pessoas em relação à limpeza das cidades, o descaso com o lixo e a sujeira das ruas e das praias continuam sendo a grande diferença entre os países ditos de Primeiro Mundo e de Terceiro Mundo. As pessoas podem ser pobres, mas não precisam ser necessariamente sujas e mal educadas”.
Maria Izabel de Castro Silva – RIO DE JANEIRO – RJ








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5 de março de 2004

folhadomeio@folhadomeio.com.br Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados. Saneamento AM“Há 13 anos que a comunidade do Conjunto Habitacional Nova República vem sofrendo com o descaso do poder público. Sofremos com a falta de esgoto, invasões de… Ver artigo


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Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o
desabafo para protestar e exigir respeito
ao meio ambiente. Este é um espaço
reservado aos leitores inconformados.


Saneamento AM
“Há 13 anos que a comunidade do Conjunto Habitacional Nova República vem sofrendo com o descaso do poder público. Sofremos com a falta de esgoto, invasões de áreas verdes, ameaças de despejos, penhoras fraudulentas etc. Aqui existe um igarapé que divide a entrada do conjunto com a avenida Buriti. Fábricas lançam dejetos e produtos químicos no igarapé. Todo o lixo, muito esgoto também é jogado no igarapé. Nosso conjunto sofre com a falta de saneamento que trás a dengue, a malária e surtos de verminose. Tem uma construtora que há seis anos vem poluindo as matas que circundam o condomínio Acácias. Estamos abandonados pelas autoridades municipais, estaduais e federais”.
Antônio Carlos Ferreira – Rua G3 quadra 2 Casa 185 – Conj. Nova República – Bairro Japiim – 69075-570 – (69) 615-1317 – Manaus – AM


Farra da caça
“É incrível a farsa da caça controlada no Rio Grande do Sul e a farra das armas de caça. No estado gaúcho mata-se de tudo um pouco, o ano inteiro. Interessante é que os agressores da fauna normalmente conseguem escapulir. Matadores de bois e vacas, no entanto são identificados e presos. Até quando as autoridades serão indiferentes ao massacre oficial da fauna no RS? A chamada caça esportiva (o matar pelo prazer de matar) é algo que agride nossa consciência”.
Ari Quadros – Santa Maria – RS – www.fuirionet.hpg.com.br


Consciência ambiental
“Acho que as pessoas estão tendo mais consciência ambiental quando visitam parques, cachoeiras e reservas ecológicas. Os ecoturistas são sempre mais ligados na causa ambiental. Agora, nas cidades e praias o que se vê é muita agressão ao ambiente. Sobretudo com o lixo. As pessoas continuam jogando papel, toco de cigarro e até copos e garrafas plásticas nas ruas, nos terrenos baldios e nas praias. Há que ter maior fiscalização e até punição para os sugismundos”.
Christina N. Gouveia – Santos – SP

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5 de março de 2004

  Mutirão anti-ambientalNós, moradores de São Lourenço, não precisamos só da arrogância da Nestlè para acabar com nossa cidade. De nossa parte, também estamos fazendo um excelente trabalho. Quer exemplos? – A prefeitura aterra as margens do rio Verde e permite loteamento em brejos e áreas alagadas.– Por falta de saneamento na cidade, os hotéis… Ver artigo

 


Mutirão anti-ambiental
Nós, moradores de São Lourenço, não precisamos só da arrogância da Nestlè para acabar com nossa cidade. De nossa parte, também estamos fazendo um excelente trabalho. Quer exemplos?


– A prefeitura aterra as margens do rio Verde e permite loteamento em brejos e áreas alagadas.
– Por falta de saneamento na cidade, os hotéis e estabelecimentos comerciais e condomínios despejam o esgoto no riacho que corta a cidade.
– O Codema, órgão municipal que deveria defender o meio ambiente, é usado por alguns de seus próprios membros para legalizar loteamentos irregulares.
– Alguns hotéis queimam árvores nativas do que restou da Mata Atlântica em suas cozinhas e lançam rejeitos de seus laticínios em esgoto a céu aberto.
– Tem empresário que faz loteamentos criminosos nos morros e outros nas baixadas, ainda que tenha que sacrificar um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica do município.
– O mutirão anti-ambiental continua funcionando muito bem. Com ou sem ajuda da Nestlé.
Miguel Flori Gorgulho–São Lourenço–MG


Constrangendo o sugismundo
Chegaram as férias. É tempo de redobrar a vigilância sobre os turistas mal-educados que gostam de arrancar plantas dos parques, jogar lixo em qualquer lugar e deixar as praias cheia de canudinhos, jornais, tampinhas e garrafas. Sabe o que um cidadão bem-educado deve fazer? Simples: se a pessoa joga o lixo no chão, você pega o lixo e educadamente chega para o sugismundo e diz: – Olha, isso aqui é seu. Você deixou cair no chão…
Tem que olhar de cara feia mesmo para quem agride o meio ambiente.
Betto Carvalhal–Barra da Tijuca–RJ


Baía de Guanabara
Quero colocar a boca no trombone para dizer que esse crime que estão fazendo com a Baía de Guanabara tem um preço muito alto e os cariocas já pagam por ele. A onda de violência no Rio de Janeiro começa numa bala perdida e acaba numa saraivada de balas dada pela violência ambiental. Até quando, oh Catilina!?
Christiana B. Medeiros Cunha–Niterói–RJ


Cargas tóxicas
Quem está fiscalizando o transporte de cargas tóxicas no Brasil? Isso me preocupa, num País que deixa a máfia do roubo de carga funcionar tão organizadamente, que deixa transportar tanta droga vinda de tudo que é lugar e que deixa esses caminhões velhos carregados de carvão, mal-embalados, colocando em perigo quem trafega pelas estradas federais. A Polícia Rodoviária só vê quem está a 100 km/h para multar. Para aqueles que transportam produtos químicos e que põem outros carros, as estradas, os rios e as matas em perigo, a polícia não está nem aí.
Ernesto M. Constantino Veiga–Belo Horizonte–MG

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5 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressoresdo meio ambiente. Domingo no Parque?Até quando nós temos que conviver com pessoas que usam nossos parques, aproveitam nossas cachoeiras, curtem nossas praias e não… Ver artigo






Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores
do meio ambiente.

Domingo no Parque
?Até quando nós temos que conviver com pessoas que usam nossos parques, aproveitam nossas cachoeiras, curtem nossas praias e não têm o mínimo cuidado com o meio ambiente? Não há governo capaz de proteger e defender a natureza sozinho. Essa é uma tarefa minha, sua e deles. De todos que tenham bom senso e um pouquinho de inteligência para saber que colhe-se o que se planta.?
Professora Isabella M. Porfírio – Barueri – SP


SOS Cerrado
?Quem está lutando pela Amazônia, faz muito bem. Mas quem quiser lutar por uma causa mais urgente pode tomar nota: lute pelo Cerrado. Esse é um ecossistema que está agonizando rapidamente. Motivos não faltam: está mais próximo ao mercado consumidor e é muito mais fácil de derrubá-lo do que a floresta amazônica. A fauna, a flora, os recursos hídricos e até as plantas medicinais do Cerrado estão correndo um risco gravíssimo de extinção.?
Sérgio Alcântara Góes – Universitário – Goiânia – GO


SOS Lago Paranoá
?Gente, o que está acontecendo com o Lago Paranoá, em Brasília? Vi uma reportagem que ele está diminuindo de tamanho! Será que os brasilienses vão deixar todo mundo invadir essa coisa mais linda que eu encontrei aqui? Estou apenas há um ano em Brasília, mas posso dizer sem medo de errar: se não fosse o Lago Paranoá essa cidade seria insuportável de viver. É o lago que dá umidade, que dá amplitude e que deixa a cidade mais humanizada. Pelo Lago Paranoá pego até em armas… e você??
Christinna R. Monteiro – Brasília – DF


Oh Catilina!
?Participei da audiência pública sobre a superexploração de Água Mineral em São Lourenço. Quem está salvando este país é o Ministério Público e a imprensa (apesar de todos os erros que ainda comete) porque os políticos e as autoridades que deveriam tomar providências sérias, profundas e em benefício da população ficam em cima do palanque fazendo discursos e promessas. E o grave que esses discursos e promessas começam com as autoridades municipais e terminam nas secretarias estaduais e nos ministérios em Brasília. Até quando, oh Catilina, devemos ter paciência com nossos políticos e com nossas autoridades ambientais? Essa é a pergunta que não quer calar…?
Janete Almeida – Caxambu – MG

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5 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressoresdo meio ambiente. Crime em Luziânia“O Promotor de Justiça de Goiás, Ricardo Rangel de Andrade, já fez saber ao prefeito de Luziânia, Delfino Oclécio Machado,… Ver artigo






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do meio ambiente.

Crime em Luziânia
“O Promotor de Justiça de Goiás, Ricardo Rangel de Andrade, já fez saber ao prefeito de Luziânia, Delfino Oclécio Machado, que está ocorrendo uma série de crimes ambientais nas chácaras 29, 31 e 32 da Quadra 219, Parque Estrela D}Alva 10, de propriedade de um tal senhor Mota. São muitas as agressões ao meio ambiente. O córrego local está sendo usado para esgoto e para receber o lixo. As autoridades responsáveis estão fechando os olhos para a gravidade dos crimes ambientais que vem sendo praticados na área. Será que as providências só aparecem quando não tem mais jeito como aconteceu com a indústria de celulose de Cataguazes?”
Leonardo José de Araújo – Luziânia – GO


Barbarismo
“Em Sant}Ana do Livramento os pequenos os riachos naturais (arroios) estão agonizando, assoreados, servindo como depósito de lixo, contaminados por esgotos, vítimas de total abandono. Os morros que contornam a cidade estão sendo escalpelados. Agora a Prefeitura foi procurar uma área próxima aos vinhedos para implantar um aterro sanitário. Queremos denunciar ao Rio Grande e ao País esse descaso com o meio ambiente em Sant}Anta do Livramento”.
Ari Quadros – presidente da Fundação Ibirapuitã – funrio@bol.com.br – Alegrete – RS


Fiscalização interesseira
“O que tem de indústria grande, de indústria média e de indústria de fundo de quintal armazenando inconvenientemente rejeitos tóxicos ou mesmo jogando esses rejeitos nos rios não é brincadeira. Acho até que o Brasil tem uma legislação ambiental avançada, mas infelizmente tem uma fiscalização atrasada, comprometida para não dizer vendendo dificuldade para colher facilidades. A verdade é essa!”
Carvalho M. Rodrigues – Rio de Janeiro – RJ


Fiscal do fiscal
“Sistema que tem que ter fiscal, do fiscal, do fiscal não funciona. O grande fiscal tem que ser cada cidadão que cumpre seus deveres e reclama seus direitos. Inclusive denunciando os fiscais corruptos e que fazem dos jeitinhos um meio de vida”.
Clarindo Gonçalves da Veiga – Belo Horizonte – MG


Utilidade pública na TV
“Gostaria de saber porque os governos em vez de ficarem fazendo propaganda de obras que não tem mais do que obrigação de fazer, não usam as TVs, os jornais e as rádios para ensinar civilidade à população. É horrível ver alguém jogando toco de cigarro nas ruas e até nos gramados; é terrível ver as pessoas jogando lixo nos passeios e nas praias; é inconcebível assistir cenas de selvageria de gente jogando coisas pela janela dos carros e até de ônibus. Quando o bicho homem vai aprender a viver em sociedade?!”
Christina Amarante Feijó – (estudante) – Santos – SP

Boca no Trombone

5 de março de 2004

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores daFolha do Meio que, inconformados, denunciam os agressoresdo meio ambiente. ETE/Caesb“Conheço muitas estações de tratamento de esgoto no mundo. Aliás, bem perto de nós, no Aeroporto de Guarulhos, tem uma grande estação de… Ver artigo






Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito. Este é um espaço reservado aos leitores da
Folha do Meio que, inconformados, denunciam os agressores
do meio ambiente.

ETE/Caesb
“Conheço muitas estações de tratamento de esgoto no mundo. Aliás, bem perto de nós, no Aeroporto de Guarulhos, tem uma grande estação de tratamento. Nem uma delas tem o mau cheiro da Estação de Tratamento que fica na Asa Sul, de Brasília-DF. É horrível! Uma pergunta para a CAESB: Será que esse mau cheiro nunca terá fim? Quem mora na QL 06 do Lago Sul e quem estuda na Faculdade Euro-Americana sofre muito!”
Paula Seixas e Laura Mello
Brasília – DF


Cigarro no chão
“Aprendi uma coisa: existe fumantes educados (10%) e fumantes mal educados (90%). Eu só gostaria de pedir aos fumantes que estão entre os 90% que passassem para o lado dos bem educados. Precisamos equilibrar esse jogo. Não agüento mais fumaça no restaurante e ver gente jogando toco de cigarro na rua e nas gramas”.
Gerson Castro, Heleneide Barbosa, Sílvia Nóbrega e Jorge Carvalho
(estudantes) – Porto Alegre – RS


Crimes em Sergipe
1 – “Tem dois mangues (APAs) sendo aterrados por uma construtora a mando de um pastor e de sua igreja. Os carangueijos agonizantes correm para todos os lados em busca de refúgio. É terrível! O primeiro caso acontece em Japoatá, próximo a Japaratuba; e o segundo em Bracaju, Sergipe”.
2 – “Quem passa pela BR que liga Lagarto a Simão Dias pode ver um terrível crime ambiental sendo praticado ali: estão acabando com a mata ciliar da região”.
3 – “A retirada de areia do Rio Piauí, um dos mais importante do Centro-Oeste de Sergipe, está sendo feita sem que nenhuma autoridade ambiental tome providências. É um crime a céu aberto. O autor do crime é um dos donos da rede de supermercado G. Barbosa”.
André de Carvalho Almeida
viveiroforcadaterra@bol.com.br
(79) 9124-0370
Lagarto – Sergipe


Araruama
“O esgotamento sanitário na Região dos Lagos assume caráter de calamidade pública. Não há sistema de coleta implantado e os esgotos fluem diretamente para as lagoas. Como conseqüência, o maior corpo hídrico hipersalino do Brasil, a laguna Araruama hoje apresenta uma situação preocupante. As ong’s da região, iniciaram forte ofensiva para instalar um sistema de captação de esgotos que caem na Laguna. Questionaram a assinatura de um contrato com as concessionárias desse serviço, onde o fornecimento de água foi privilegiado em relação ao esgotamento sanitário. Os prazos para a implantação de coleta e tratamento de esgotos eram longos (de 8 a 25 anos). Protestando e pressionando, integrantes de várias Ong’s fizeram manifestações junto às diversas cidades: passeatas, encontros, seminários. O processo culminou com protestos junto a Agência Reguladora de Serviços Públicos (ASEP). Foi acordado que uma das concessionárias, a Prolagos, iniciaria obras em meados de 2001, para entrega em janeiro de 2002. Ledo engano, o tempo passou, nenhuma obra iniciou”.
Arnaldo Villa Nova – Presidente Ong Viva Lagoa – arnaldov@uol.com.br


SOS JARI
“A JARCEL continua poluindo o ar em Vitória do Jari, sem se preocupar em colocar filtros na indústria. O odor é insuportável e asfixia os moradores do bairro Santa Clara. Os moradores não sabem o que fazer, pois não podem denunciar a empresa já que a maioria trabalha lá e tem medo de ser demitida. Até eu, que sou ambientalista e trabalho na Secretaria de Meio Ambiente, fui ameaçado pelos diretores da empresa. Aliás, fui afastado da região, para um município a 600 km, por pressão política da Jarcel sobre meus superiores. Vou continuar minha luta em defesa da qualidade do ar e da melhoria de vida dos moradores daquela região. A Folha do Meio precisa visitar o local e comprovar minhas denúncias.”
Mamede Siqueira – mamedesiqueira@hotmail.com – Amapá

Boca no Trombone

4 de março de 2004

folhadomeio@folhadomeio.com.br Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados. Córrego Cortado“É importante o manejo sustentável da água, com a diminuição do desperdício e o controle da poluição. Só conhecendo os problemas no local onde vivem, os estudantes… Ver artigo


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Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o
desabafo para protestar e exigir respeito
ao meio ambiente. Este é um espaço
reservado aos leitores inconformados.


Córrego Cortado
“É importante o manejo sustentável da água, com a diminuição do desperdício e o controle da poluição. Só conhecendo os problemas no local onde vivem, os estudantes se sentirão motivados a buscar soluções. A água é o principal elemento que possibilita a existência de vida no planeta. Todos devem descobrir de onde vem a água que abastece as cidades e se a região de captação está protegida. Por isso, para nós do Distrito Federal, é importante descobrir o estado de córrego Cortado, localizado em Taguatinga-DF. É importante que todos discutamos a terrível poluição do córrego Cortado.”
Emanuel Lima – QNL 06 – bloco B – Taguatinga – DF


Enchentes
“A grande maioria dos problemas das enchentes e dos desmoronamentos acaba sendo de origem ambiental. As causas: corte de matas ciliares, construções em encostas e a terrível mania de jogar lixo em qualquer lugar. Os rios brasileiros, sobretudo os próximos dos centros urbanos, são verdadeiras lixeiras a céu aberto. Até quando?”
Carmem S. Mendes – Salvador – BA


Cerrado
“O Brasil sofre um desequilíbrio inconseqüente e vai pagar caro por isso: a destruição do ecossistema Cerrado, um dos mais ricos do País, fonte das águas que abastecem bacias da Amazônia, Pantanal e São Francisco. Será que as autoridades brasileiras deste milênio vão se tornar tão omissas como aquelas autoridades do passado que permitiram a destruição da Mata Atlântica? Será que o povo brasileiro só vai entender o que se faz hoje, daqui a uns 50 anos com o Cerrado totalmente destruído?”
Alencar M. Castro – Goiânia – GO


Plano Diretor
“É com as chuvas que a sociedade e os administradores públicos podem sentir na pele a importância de um plano diretor para todas as cidades. As cidades geralmente nascem às margens de rios ou à beira de rodovias. Aí que está o perigo. Sem um plano diretor efetivo as cidades vão crescendo desordenadamente, ocupando encostas e várzeas. Quando vem a chuva – que deveria ser uma bênção – é um verdadeiro Deus nos acuda.”
Clóvis B. Neri (arquiteto aposentado) Niterói – RJ

Boca no Trombone

4 de março de 2004

folhadomeio@folhadomeio.com.br Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados. Caseara na contra mão“Assistíamos a um workshop sobre Ecoturismo, na Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, quando uma imagem mostrada pelo palestrante Max Vindas nos estarreceu: tratava-se da… Ver artigo


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Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o
desabafo para protestar e exigir respeito
ao meio ambiente. Este é um espaço
reservado aos leitores inconformados.


Caseara na contra mão
“Assistíamos a um workshop sobre Ecoturismo, na Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, quando uma imagem mostrada pelo palestrante Max Vindas nos estarreceu: tratava-se da foto de um caminhão de coleta de lixo, com adesivos do Ministério do Meio Ambiente, da Secretaria de Estado de Planejamento e Meio Ambiente do Tocantins, do Instituto Natureza do Tocantins e da Prefeitura Municipal de Caseara depositando lixo às margens da rodovia, de frente à entrada de acesso ao Centro de Recepção de Visitantes do Parque Estadual do Cantão. Mais estarrecidos ainda ficamos ao saber que este é um procedimento normal e rotineiro da Prefeitura de Caseara, que ganhou dos orgãos públicos este caminhão. O que pensar? Quem tão irresponsavelmente comanda esta atitude? O que dizem os orgãos públicos estadual e federal sobre isso? Que poder terá a administração municipal de Caseara que tão facilmente afronta a ordem, a cidadania, a população, o apoio de orgãos superiores e o meio ambiente?
Associação Onça D}água – de Apoio às Unidades de Conservação – Palmas – TO


Frigorífico poluidor
“Em nossa cidade tem um frigorífico de frango, que está acabando com a tranqüilidade da nossa vila. Todo final de dia é um tremendo mau-cheiro. Nossa vila é bem estruturada, tem mais de 30 anos e de famílias ótimas. O cheiro que exala é fétido ao extremo. Terrível. Já fizemos abaixo-assinados e nada… O que fazer? As lagoas próximas são depósitos de mosquitos da dengue. O Ibama ou alguma autoridade tem que verificar e interditar. O esgoto é lançado direto no rio das Pedras. Quem pode nos ajudar? O endereço do frigorífico poluidor é: www.superfrango.com.br “
Darlete de Oliveira, Vânia, Maria Júlia, Iraci, Maria de Fátima e Ana Maria
darletezaine@yahoo.com.br – Vila Redenção – Itaberaí-GO.


Reforna no MMA
“Será que o Ministério do Meio Ambiente acha que a questão ambiental se resume a discutir transgênicos e fazer conferência com criança? A verdadeira política ambiental brasileira está sendo discutida no Congresso Nacional com a reforma tributária. É a reforma tributária que vai mostrar os caminhos para o bom uso e do mau uso dos recursos naturais em nosso País. Como? Justamente taxando, aumentando a carga tributária e criando mais impostos para quem depreda, para quem polui e para quem desperdiça matéria-prima; e vai dar incentivo, vai dar crédito e vai diminuir os impostos de quem defende a natureza, de quem usa racionalmente a terra e a água. Reforma tributária tem que incentivar o bom uso dos recursos naturais. Sinceramente, não tenho visto o Ministério do Meio Ambiente metido nesta discussão. Pelo contrário, está fugindo deste debate”.
Saulo Aquino D. Meireles – São Paulo – SP

Boca no Trombone

Empresa X Cidadania

28 de janeiro de 2004

De como a Nestlé dá um péssimo exemplo na fonte de seus negócios

Arthur Gurgulino (*)


O Programa Fome Zero, criado pelo Presidente Lula, pode não eliminar os bolsões de pobreza do Brasil, mas já teve efeitos altamente positivos para a sociedade brasileira. A questão grave da fome estava inerte, acomodada, distante da elite brasileira. Com o chamamento do Presidente, atravessou fronteiras e virou programa de governo em países vizinhos e distantes. Virou moda! Fez a cabeça de muitos empresários.


Porém, a marca mais acentuada do movimento foi a mudança na vida das empresas e no seu relacionamento com as comunidades onde atuam. Em recente encontro em São Paulo, O Ministro Grazziano deparou-se com mais de 500 representantes das maiores empresas do país, sequiosos por apresentar os seus projetos comunitários e de alguma forma incluí-los no Fome Zero. Afinal, a elite empresarial é espertíssima. Quem não quer ficar bem com Lula? E quem não quer parecer bonzinho com sua comunidade?


Ao ler na edição de maio da Folha do Meio Ambiente a extensa e detalhada matéria sobre o relacionamento da Nestlé com a comunidade de São Lourenço-MG, pus-me a raciocinar sobre a incoerência da multinacional que insiste em cerrar os ouvidos para os milhares de apelos dos moradores da região. Apelos que já atravessaram o Atlântico e chegam, em forma de solidariedade, de vários países do mundo. Inclusive da Suíça, sede mundial da Nestlé.


De que valem os milhões de reais gastos com marketing que a Nestlé derrama nos programas do Faustão e do Gugu, nos merchandising das novelas da Globo, se, no nascedouro de sua riqueza – a água mineral de São Lourenço – a Nestlé suja seu nome, sua reputação e sua imagem de empresa com responsabilidade social e ambiental?


Aprendi na faculdade duas coisas fundamentais para a vida: primeiro, mais vale um bom acordo do que uma má demanda; segundo, mais vale ter um bom nome na praça que muito dinheiro na taça.
É tão fácil dialogar com as comunidades! As centenas de projetos espalhados pelo Brasil podem facilmente servir de “benchmark” para a Nestlé que não pode ser tão cega assim diante de uma crise que a levou a uma audiência pública promovida pela Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais; que levou a Nestlé a fazer parte da Lista Suja da Amda em 2002, justamente no Dia Mundial do Meio Ambiente; que levou a Nestlé a bater de frente com centenas de ONGs de Minas, do Brasil e do Mundo.
Uma coisa não dá para entender. A Nestlé é muito grande e tem seguramente gente competente para administrar situações de crise. O caso pontual de São Lourenço ou está entregue a um diretor ranzinza ou ainda não chegou ao conhecimento do Senior Management da companhia.


Em qualquer um dos casos, a insensibilidade da empresa perante a comunidade sanlourenciana, perante os ambientalistas e perante seus próprios clientes não se explica. Nem por um lucro fantasticamente grande. A Comissão do Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Minorias da Câmara Federal deveria checar, em audiência pública, até onde vai a teimosia, a arrogância ou a ganância da Nestlé. A cidade de São Lourenço luta agora pela retomada de sua auto-estima. Quer sentir-se uma grande produtora da melhor água mineral do mundo, quer manter os empregos, mas quer também se orgulhar de poder hospedar uma empresa que tenha responsabilidade social, que esteja engajada nos projetos de cidadania da região e que, ela própria, seja um orgulho e não um estorvo para São Lourenço.


(*) Arthur Gurgulino é advogado
e membro do Movimento
Viva São Lourenço Viva

Boca no Trombone

12 de dezembro de 2003

Saneamento AM“Há 13 anos que a comunidade do Conjunto Habitacional Nova República vem sofrendo com o descaso do poder público. Sofremos com a falta de esgoto, invasões de áreas verdes, ameaças de despejos, penhoras fraudulentas etc. Aqui existe um igarapé que divide a entrada do conjunto com a avenida Buriti. Fábricas lançam dejetos e produtos… Ver artigo

Saneamento AM
“Há 13 anos que a comunidade do Conjunto Habitacional Nova República vem sofrendo com o descaso do poder público. Sofremos com a falta de esgoto, invasões de áreas verdes, ameaças de despejos, penhoras fraudulentas etc. Aqui existe um igarapé que divide a entrada do conjunto com a avenida Buriti. Fábricas lançam dejetos e produtos químicos no igarapé. Todo o lixo, muito esgoto também é jogado no igarapé. Nosso conjunto sofre com a falta de saneamento que trás a dengue, a malária e surtos de verminose. Tem uma construtora que há seis anos vem poluindo as matas que circundam o condomínio Acácias. Estamos abandonados pelas autoridades municipais, estaduais e federais”.
Antônio Carlos Ferreira – Rua G3 quadra 2 Casa 185 – Conj. Nova República – Bairro Japiim – 69075-570 – (69) 615-1317 – Manaus – AM

Farra da caça
“É incrível a farsa da caça controlada no Rio Grande do Sul e a farra das armas de caça. No estado gaúcho mata-se de tudo um pouco, o ano inteiro. Interessante é que os agressores da fauna normalmente conseguem escapulir. Matadores de bois e vacas, no entanto são identificados e presos. Até quando as autoridades serão indiferentes ao massacre oficial da fauna no RS? A chamada caça esportiva (o matar pelo prazer de matar) é algo que agride nossa consciência”.
Ari Quadros – Santa Maria – RS – www.fuirionet.hpg.com.br


Consciência ambiental
“Acho que as pessoas estão tendo mais consciência ambiental quando visitam parques, cachoeiras e reservas ecológicas. Os ecoturistas são sempre mais ligados na causa ambiental. Agora, nas cidades e praias o que se vê é muita agressão ao ambiente. Sobretudo com o lixo. As pessoas continuam jogando papel, toco de cigarro e até copos e garrafas plásticas nas ruas, nos terrenos baldios e nas praias. Há que ter maior fiscalização e até punição para os sugismundos”.
Christina N. Gouveia – Santos – SP

Boca no Trombone

12 de dezembro de 2003

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente. Este é um espaço reservado aos leitores inconformados.

Saneamento AM
“Há 13 anos que a comunidade do Conjunto Habitacional Nova República vem sofrendo com o descaso do poder público. Sofremos com a falta de esgoto, com invasões de áreas verdes, ameaças de despejos, penhoras fraudulentas, etc. Aqui existe um igarapé que divide a entrada do conjunto com a avenida Buriti. Fábricas lançam dejetos e produtos químicos no igarapé. Todo o lixo, muito esgoto também é jogado no igarapé. Nosso conjunto sofre com a falta de saneamento que trás a dengue, a malária e surtos de verminose. Tem uma construtora que há seis anos vem poluindo as matas que circundam o condomínio Acácias. Estamos abandonados pelas autoridades municipais, estaduais e federais”.
Antônio Carlos Ferreira – Rua G3 quadra 2 Casa 185 – Conj. Nova República – Bairro Japiim – 69075-570 – (69) 615-1317 – Manaus – AM


Farra da caça
“É incrível a farsa da caça controlada no Rio Grande do Sul e a farra das armas de caça. No estado gaúcho mata-se de tudo um pouco, o ano inteiro. Interessante é que os agressores da fauna normalmente conseguem escapulir. Matadores de bois e vacas, no entanto, são identificados e presos. Até quando as autoridades serão indiferentes ao massacre oficial da fauna no RS? A chamada caça esportiva (o matar pelo prazer de matar) é algo que agride nossa consciência”.
Ari Quadros – Santa Maria – RS – www.fuirionet.hpg.com.br


Consciência ambiental
“Acho que as pessoas estão tendo mais consciência ambiental quando visitam parques, cachoeiras e reservas ecológicas. Os ecoturistas são sempre mais ligados na causa ambiental. Agora, nas cidades e praias o que se vê é muita agressão ao ambiente. Sobretudo com o lixo. As pessoas continuam jogando papel, toco de cigarro e até copos e garrafas plásticas nas ruas, nos terrenos baldios e nas praias. Há que ter maior fiscalização e até punição para os sugismundos”.
Christina N. Gouveia – Santos – SP


Água Mineral
“Enquanto a Nestlé estiver super-explorando e desmineralizando as águas minerais de São Lourenço eu e minha família vamos superboicotando os produtos da Nestlé. Não tem Faustão nem Gugu que vá me influenciar… Conheço São Lourenço e desde 1957 que minha família faz estação de água lá. A Nestlé deveria é adotar esta cidade maravilhosa e não explorá-la. Não é fácil uma multinacional ter um lugar tão bonito, tão positivo e tão místico como São Lourenço e, simplesmente, não aproveitar essa benesse dos deuses que é a sua água medicinal”.
Silva Rabelo Júnior e família – Rio de Janeiro-RJ