Boca no Trombone!

15 de julho de 2005

Repúdio 1“O Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA) manifesta seu veemente repúdio à decisão do juiz Amílcar Guimarães que, no exercício da 4ª Vara Cível do Fórum de Belém, emitiu sentença condenando o jornalista Lúcio Flávio Pinto a pagar indenização ao empresário Cecílio do Rego Almeida, proprietário da construtora C. R. Almeida, em… Ver artigo

Repúdio 1
“O Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA) manifesta seu veemente repúdio à decisão do juiz Amílcar Guimarães que, no exercício da 4ª Vara Cível do Fórum de Belém, emitiu sentença condenando o jornalista Lúcio Flávio Pinto a pagar indenização ao empresário Cecílio do Rego Almeida, proprietário da construtora C. R. Almeida, em ação por danos morais que tem como alvo uma matéria publicada no “Jornal Pessoal”, em 2000. A entidade considera a decisão judicial um atentado à liberdade de imprensa, direito constitucional exercido pelo jornalista ao publicar em seu jornal uma matéria que denuncia mais um caso de grilagem de terra no Pará com fins exploração madeireira. O nome da empresa C. R. Almeida consta inclusive do “Livro Branco da Grilagem no Brasil”, editado em 2002 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. Aliado à Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) na Campanha Nacional em Defesa da Liberdade de Imprensa, o Sinjor-PA, em nome dos jornalistas paraenses, apresenta sua solidariedade ao jornalista Lúcio Flávio Pinto e conclama a sociedade a também rechaçar atitudes como esta, que desrespeitam o direito à informação e se caracterizam como uma agressão à democracia”.
sinjor@jornalistasdopara.com.br


Repúdio 2
“Ignóbil porque não dizer inverossímil a decisão judicial do juiz Almilcar Guimarães. É a prova cabal de que o judiciário precisa urgentemente de controle social. Corremos o risco e CR Almeida aparecer de toga em revista de circulação nacional, com o sugestivo título: “Eu sou o caminho a lei, ninguém vai a eles sem mim”. O megagrileiro amazônico é a síntese da lama que começa a brotar neste País”.
Jornalista Edson Gillet Brasil
Reg. Prof. 1660 DRT/PA – MTE


Até quando?
“Sou brasileira, defendo meu país, brigo com qualquer gringo que fale mal do Brasil, mas tenho que confessar: não é possível ter tantos dirigentes irresponsáveis como temos aqui. No nível, federal, estadual e municipal. Parece que as autoridades são eleitas para se beneficiarem. O abandono da floresta amazônica é um crime de lesa-pátria. Só vejo discurso do Presidente da República e da Ministra do Meio Ambiente. A defesa da floresta fica no discurso bonito, choroso e nada mais. Até quando nós brasileiros vamos ficar assistindo a essa destruição desenfreada da floresta?”
Sheila G. Milane – São Paulo – SP