Boca no Trombone!

Às vezes, não dá para segurar. Só mesmo o desabafo para protestar e exigir respeito ao meio ambiente.

24 de maio de 2006

Crime ecológico em BHQue parque ecológico é esse que querem fazer em Belo Horizonte. Estou atônito com o desmatamento de uma das poucas áreas verdes de Beagá. A mata em questão está na área da UFMG, onde serão construídos –  de uma só vez mais de quinze prédios – com o nome de “Parque Tecnológico”…. Ver artigo

Crime ecológico em BH
Que parque ecológico é esse que querem fazer em Belo Horizonte. Estou atônito com o desmatamento de uma das poucas áreas verdes de Beagá. A mata em questão está na área da UFMG, onde serão construídos –  de uma só vez mais de quinze prédios – com o nome de “Parque Tecnológico”. A verdade é que a Prefeitura de Belo Horizonte pode destruir um patrimônio da humanidade.
Marcelo F.Hamzi – marcelohamzi@yahoo.com.br
 Belo Horizonte – MG


Multa neles!
Por que o Denatran não cria logo uma multa de pelo menos R$ 500,00 para quem joga lixo, toco de cigarro, latinha de refrigerante pela janela do carro? Em todos os países civilizados existe esta multa. É hora do Estado “ensinar” o brasileiro a ter educação. É incrível como até cigarro acesso é jogado pela janela do carro!
Silvio R. Cotta – srrcmf@yahoo.com.br – Campinas – SP


Devastação na Floresta da Tijuca
“Pessoas que se dizem ligadas a um novo projeto desenvolvido pela administração do Parque Nacional da Tijuca estão promovendo a morte criminosa de centenas de árvores do Parque. Para tal fim, usam um processo que mata a árvore sem chamar a atenção. A morte por “anelamento”  (nome dado pelos causadores do fato, onde se impede a passagem da seiva da árvore) é visível ao longo Rua da Boa Vista e ao redor da ruína vizinha ao restaurante Floresta, dentro o Parque Nacional da Tijuca, mas afeta dezenas de árvores por toda a floresta. Usam como argumento o fato de serem “arvores exóticas” não nativas e por isso devem ser eliminadas. Tal fato é bastante questionável, principalmente, porque, de acordo com estudos elaborados pela Fundação Parques e Jardins/RJ, das 600 mil árvores existentes na cidade, apenas 16 % são nativas, 84% são as chamadas de “origem exótica”.
Observei o alargamento de diversas trilhas e clareiras sendo formadas. As árvores estão sendo derrubadas e nada está sendo plantado no lugar, deixando enormes clareiras. A Floresta da Tijuca já tem mais de UM SÉCULO de criação e todos os seus espécimes convivem muito bem até então. Há algum interesse econômico por trás desta devastação.
Flavia Tavares – flaviadiast@gmail.com – Rio de Janeiro – RJ


Falésia Cabo Branco
Há pouco li uma reportagem da jornalista Carolina Queiroz sobre a falésia do Cabo Branco, um dos orgulhos de João Pessoa-PB. Com um paredão de 40 metros de pedra calcária, o ponto turístico mais visitado da cidade já foi considerado o extremo oriental das Américas – título hoje conferido à Ponta do Seixas, localizada 3km ao sul. Acontece que a jornalista denuncia que o grupo português Imperial Construções planeja erguer uma edificação arrojada: o Flat Cabo Branco. Pelo projeto apresentado à Prefeitura, o hotel terá cerca de 134m de extensão por 26m de altura. A notícia bateu na testa dos paraibanos. Foi criado até um fórum de defesa do Cabo Branco. Acontece que antes mesmo de sair a licença ambiental, já começaram a obra. Mais um pedaço da Mata Atlântica que se vai…”
Elivan Arantes de Souza – João Pessoa – PB