Boca no Trombone!

22 de novembro de 2008

Desmatamento em AvaréQueria denunciar às autoridades e à fiscalização um terrível desmatamento em área de preservação na região de Avaré-SP. No lugar ainda temos muitos animais silvestres, como lobo guará, grande diversidade de aves (tucanos, papagaios) e até onças, além de uma fauna exuberante. Será que ainda hoje, temos que conviver com tanta agressão ao… Ver artigo


Desmatamento em Avaré
Queria denunciar às autoridades e à fiscalização um terrível desmatamento em área de preservação na região de Avaré-SP. No lugar ainda temos muitos animais silvestres, como lobo guará, grande diversidade de aves (tucanos, papagaios) e até onças, além de uma fauna exuberante. Será que ainda hoje, temos que conviver com tanta agressão ao ambiente, no quintal de nossos órgãos de prevervação ambiental? O desmatamento fica na Fazenda Puma perto de HolambraII /  km 266 da rodovia Raposo Tavares.
Emerson – emerschemer@hotmail.com



Cultura da sujeira
Este foi o titulo de um livro que escrevi em 1996, resultado de um trabalho individual iniciado em 1987 sobre a questão da limpeza pública das cidades brasileiras, com o foco no hábito do brasileiro jogar tudo nas ruas. Passados mais de 20 anos o problema continua em quase todas as cidades. Trata-se de uma luta inglória. As soluções apresentadas são café requentado, porque os problemas se repetem.
Todos criticam os “outros” pelo problema. Este argumento é utilizado para quase todos os problemas nacionais.  Se “todo mundo” colaborasse, é a frase mais falada.  Quem fala exclui-se do “todo mundo”.  Como “todo mundo” é o cada um, o problema fica insolúvel, porque cada um cobra do “todo mundo”, mas não faz a sua parte. E as cidades brasileiras continuam sujas e sem árvores.
Ninguém precisa ser engajado em nada. Basta cumprir seu papel de cidadão, a regra válida para a manutenção das cidades.
Algumas medidas são práticas e fáceis, como o envolvimento de pessoas de destaque na sociedade como atletas, apresentadores de televisão, artistas em geral. Ou pessoas com função estratégica, como comerciantes, donos de barracas, quaisquer, e banqueiros, que deveriam apenas conservar limpas as calçadas e o meio-fio junto a elas, apenas na extensão de seus imóveis.
As escolas, especialmente de ensino básico, deveriam implementar a discussão constante, mesmo que não faça parte da grade curricular. Mas elas têm sido o primeiro péssimo exemplo aos jovens e às crianças. As paredes são rabiscadas e perfuradas, as carteiras são rabiscadas e quebradas. Os arredores são verdadeiros lixões a céu aberto.
Os fumantes foram proibidos de tudo, menos de que a rua, o espaço público, principalmente os canteiros e jardins podem ser seus cinzeiros. Neste aspecto da sujeira há unanimidade. È comum pessoas baterem seus papos em suas casas e atirarem as pontas de cigarro na frente com um chute de dedo. Terrível!


“Todo mundo” só vai aparecer quando cada um lembrar-se de que é o “todo mundo”.  Pode haver o argumento de que um palito de fósforo e uma ponta de cigarro não seriam “nada”, se não fôssemos 190 milhões de brasileiros.
Pedro Cardoso da Costa
pedroccosta@ig.com.br
Interlagos/SP
 Orkut: “Quero viver numa cidade limpa”
e “Movimento Cidade Limpa”.