Cartas

Com a palavra, o leitor

23 de fevereiro de 2005

Lendo e aprendendoA Folha do Meio Ambiente não é mais um simples punhado de páginas impressas. Aliás, nunca foi. Sua leitura mostra que existe um despertar em cada linha da sua composição; existe uma verdade e uma solução em cada projeto gráfico; existe uma mensagem de paz e de vida em cada empenho dos seus… Ver artigo


Lendo e aprendendo
A Folha do Meio Ambiente não é mais um simples punhado de páginas impressas. Aliás, nunca foi. Sua leitura mostra que existe um despertar em cada linha da sua composição; existe uma verdade e uma solução em cada projeto gráfico; existe uma mensagem de paz e de vida em cada empenho dos seus articulistas.
O jornal continua a nos educar. Aprendemos muito e aplicamos aquilo que nos é possível. Por pouco que seja, a natureza terá um apoio, estará mais preservada, estará dando um pouco mais de chance à vida nesta atribulada convivência humana. Obrigado! Até mais ver.
Jurandir Schmidt
Joinville – SC


Foi bom saber
Gosto de escrever estórias de natureza para brincar com meus netos. (…) Fui visitar Brasília com minha família, no final do ano passado. Fiquei admirado com a beleza da Capital. Ficamos num hotel onde havia um simpósio sobre meio ambiente. Gosto do assunto, então banquei o penetra e fui assistir a algumas palestras. Gostei. Mas o que me chamou a atenção foi a Folha do Meio Ambiente que vi numa mesa e peguei para ler. Que jornal maravilhoso e trata os temas ambientais com muita abrangência e propriedade. Não sabia de sua existência. Serei mais um assinante. Parabéns pela forma que aborda os assuntos e pela apresentação. Quando voltar a Brasília, gostaria de conhecer a todos e tomar um cafezinho aí na redação.
Ângela Gagliano Neto
Niterói – RJ


Procissão de Tabebuias
Quero cumprimentar Mônica Meyer/UFMG pela sensibilidade ao descrever o processo de polinização dos ipês (Procissão de Tabebuias – Folha do Meio 152 – setembro de 2004), abrindo o calendário da primavera. Mônica citou nada menos que seis diminutivos (saquinhos, orelhinhas, punhadinho, loirinha, engraçadinho, abelhinha), além de “pequenas sementes aladas”… Milhares de ipês floridos e textos assim tornarão menos árida nossa paisagem, ajudarão o ensino da botânica e usando suas palavras,” …conteúdos descontextualizados e aprisionados em grades curriculares que tornam os alunos analfabetos e cegos para a leitura do ambiente”.
Geraldo G. Vieira
Brasília -DF  geraldo.gentil@codevasf.gov.br


Fazendeiros e
o ambiente
Geralmente temos a idéia de que fazendeiro só se preocupa em ficar rico e que não dá a mínima para o meio ambiente. Há alguns, porém, que procuram ter em seus domínios territoriais, alguma reserva florestal. Já é um começo. O ideal seria que fazendeiros vizinhos juntassem, através de corredores ecológicos, suas áreas de preservação. O meio ambiente ganharia muito com isso. Será que já foram ou são incentivados para este tipo de iniciativa? Creio que, se fossem motivados, teriam a suficiente boa vontade de comprar esta briga a favor da natureza. Afinal, eles são poderosos. Se comprarem uma briga a favor do meio ambiente, tenho certeza de que farão muita coisa boa. Tomara que algum deles tome a iniciativa.
Paulo Roberto Floriani
florianipaulo@yahoo.com.br


Material didático
Em visita ao Ibama de Guaraqueçaba-PR, tive oportunidade de receber um exemplar da Folha do Meio Ambiente. Achei muito interessante e didático. Sou professora de uma escola municipal de Belo Horizonte, localizada em uma região carente. Desenvolvo também alguns projetos ambientais. Pensei na possibilidade de receber o jornal gratuitamente, pois nossa escola é pobre e tem pouca verba para se manter.
Maria Higínia L. Aguiar
Escola Profa. Alcida Torres – higini@ibest.com.br
Rua Álvaro Fernandes, 144 – cep: 30295-200
Belo Horizonte – MG


NR: Professora Maria Higínia parabéns pelo seu trabalho. Infelizmente não temos condições de atender os muitos pedidos de escolas (mais de 2 mil pedidos/mês) que querem o jornal para servir de material didático nas salas de aulas. Gostaríamos muito de fazê-lo. Aliás, chegamos até, no passado, atender o pedido de muitas escolas, mas acontece que esta doação ficou muito cara e estava inviabilizando economicamente este projeto. Não é fácil fazer mensalmente o jornal que vive apenas de anúncios e das assinaturas. Para a senhora ter uma idéia, só a postagem custa R$ 1,00 (um real) a unidade. Mas temos orientado as escolas para que busquem um patrocinador, que pode ser uma empresa, a prefeitura, uma indústria, uma estatal ou então que se faça “uma vaquinha” entre alunos e professores. Para nós, professora, mandar o jornal para tantas escolas seria uma honra e uma alegria. Vamos enviar-lhe uma coleção das últimas edições.


Queimadas
Muito boa a Folha do Meio Ambiente no. 150 que reserva uma reportagem sobre queimadas e algumas tecnologias alternativas à essa prática agropecuária, elaboradas pela Embrapa. Coincidentemente, semana passada, o Ministério Público Estadual solicitou do ESREG Nova Friburgo/RJ informações quanto a existência de práticas alternativas ao uso do fogo (queimadas) no trato agropecuário. Obviamente que essa foi uma grande oportunidade para discorrermos sobre essa questão e a problemática institucional e interistitucional que orbita entorno do assunto.
Mauro Zurita Fernandes – Analista Ambiental
Nova Friburgo-RJ


Feema suja
Como cidadã fluminense e como brasileira resolvi escrever  para cumprimentar o professor Elmo Amador pela entrevista corajosa que deu na Folha do Meio Ambiente de dezembro. Quero cumprimentar também a equipe deste jornal, pois tenho  guardado as muitas matérias que vocês fizeram sobre o Programa de Despoluição da Baía da Guanabara. Um programa que enriqueceu muita gente, mas deixou nossa baía a ver navios. Nunca vi um caso de corrupção tão grande, mas que ainda não levou ninguém para a cadeia. É incrível!
Kátia M. S. Taveira
Niterói-RJ


FOTO


Prestação de contas das ONGs
Ao seu editorial, verdadeiro e sincero, mostrando que tem muitas ONGs recebendo muito dinheiro e fazendo pouco e tem poucas recebendo pouco dinheiro e fazendo muito, eu acrescentaria apenas um outro aspecto que merece um bom cartão vermelho: a fragilidade no sistema de prestação de contas por ONGs. É impressionante a facilidade com que relatórios podem ser manipulados,  resultados inflados de muito blá-blá-blá. No mínimo, essas fundações e ONGs que recebem patrocínios de governo deveriam, à semelhança das empresas, ter de publicar em veículos da imprensa os resultados reais dos trabalhos desenvolvidos. Com essa conduta mínima de transparência poderão dar à sociedade a oportunidade de não apenas saber o que foi realizado, mas também de questionar os resultados obtidos. A questão é simples:  conferir aos trabalhos do Terceiro Setor um grau de profissionalismo e de eficácia que podemos ver em raríssimos exemplos.
Simone Silva Jardim – jornalista e advogada – São Paulo – SP


Ambiente-se
Trabalho com educação ambiental aqui em Colatina. Gostei muito da coluna de Isabel Mendonça “Ambiente-se”. Em nossa cidade aconteceu algo interessante. De tanto a mídia veicular a mensagem de destinação irregular de pilhas e baterias, alguns educadores de uma escola pública municipal resolveram fazer uma gincana para coletar baterias. Mas surgiu um problema: técnicos da prefeitura disseram que não havia possibilidade de coletar esse tipo de material, já que não se podia jogá-lo no aterro sanitário da cidade que trata o lixo domiciliar e incinera o lixo hospitalar. Parabéns pela coluna. Nossa cidade é pequena, mas como tantas outras grandes metrópoles já enfrenta este gravíssimo problema do lixo.
Clarice – Colatina-ES