Cartas

Com a palavra, o leitor

20 de março de 2006

MoçambiqueUma saudação de Moçambique e felicitações pelo jornal. Trabalho no Ministério do Meio Ambiente e sou produtor da revista Moçambique, além de um boletim informativo, de propriedade do Ministério. Essa é a razão pela qual escrevo. É muito importante para nós recebermos a Folha do Meio Ambiente, que gentilmente a Embaixada do Brasil, aqui em… Ver artigo

Moçambique
Uma saudação de Moçambique e felicitações pelo jornal. Trabalho no Ministério do Meio Ambiente e sou produtor da revista Moçambique, além de um boletim informativo, de propriedade do Ministério. Essa é a razão pela qual escrevo. É muito importante para nós recebermos a Folha do Meio Ambiente, que gentilmente a Embaixada do Brasil, aqui em Maputo, no envia. Por intermédio do jornal, gostaria de me credenciar a uma bolsa de estudo para formação tanto em jornalismo ambiental, em curso de curta duração ou licenciatura, como outra área ligada ao meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
Eliseu Chiandela
Maputo – Moçambique 
(Nosso site  www.micoa.gov.mz)
 
Deserto de Gilbués
A reportagem da Folha do Meio Ambiente mostrando o deserto vermelho de Gilbués (edição de outubro/2005) me deixou estarrecido. Estamos tentando captar recursos para uma mini expedição ao coração de Gilbués. Uma equipe de 6 a 8 pessoas, que sonha enfrentar este desafio. Conversando com meus companheiros aqui da Embrapa, sentimos que podemos tentar uma alternativa baseada no controle da erosão, na retenção da umidade e na revegetação via microorganismos regeneradores da fertilidade do solo. Esta equipe terá estes especialistas com estas tecnologias já disponíveis.
 A FMA mostrou e me despertou para o problema. Parabéns. Assim, quem sabe, seu jornal também, um dia, irá mostrar os primeiros avanços freando e retrocedendo o deserto vermelho de Gilbués, no Piauí.
 Luciano Cordoval
Pesquisador Embrapa Milho e Sorgo – Sete Lagoas – MG


Parque Centenário
Li, com satisfação, minha carta na FMA, denunciando o abandono que se encontro o nosso Parque Centenário aqui em Barra Mansa. Fiquei super feliz, pois pude avaliar como este jornal se interessa por problemas que afligem comunidades espalhadas por várias partes deste Brasil. Enviei exemplares da FMA a amigos meus que também se interessam pela questão ambiental. Tomara que esta minha aflição e temor sejam substituídos pela alegria de ver nossa área verde sendo preservada. Infelizmente, a ausência do poder público é geral. Não é só aqui em Barra Mansa. Moro em frente o Parque Centenário e acompanho, com tristeza, as clareiras que vão se abrindo na sua área verde. Agradeço a todo equipe da FMA por me permitir este desabafo e pela delicadeza e o interesse que vocês tiveram em participar todos os seus leitores de um problema que aflige a população barramansense.
Maria Goretti
Barra Mansa – RJ


Ensino e meio ambiente
Gostaria de saber quem distribui a Folha do Meio Ambiente em Salvador. Sou professor de Direito/Legislação Ambiental e Perícia Ambiental na UIFACS- Universidade Salvador, no Curso Sequencial de Gestão Ambiental e esta semana fui convidado para ministrar aulas de Gestão Ambiental, no CETEB- Centro Tecnológico da Bahia, em Camaçari. Como advogado, especialista em Gestão Ambiental pela UNEB e mestrando em Geologia Ambiental, na UFBA, costumo utilizar textos para facilitar o ensino/aprendizagem e despertar o interesse pela leitura, por parte dos educandos. Necessito muito de material de qualidade como o da Folha do Meio Ambiente. Como recebê-lo?
José Rembrandt F. de Aquino  vlaquino@terra.com.br
Salvador-BA
NR: Professor José Rembrand: obrigado pelo email e pelas considerações sobre a Folha do Meio Ambiente. Na verdade, nossa distribuição é feita há 17 anos pelo Correio, pois só assinantes recebem o jornal. A venda de banca ou qualquer outro tipo de distribuição não só encarece o produto como exige uma logística complicada.
Temos assinantes em 123 países, e praticamente todas as ONGs nacionais e estrangeiras também recebem o jornal. No nosso site o senhor encontrará todas as alternativas para fazer sua assinatura. Muito grato e  parabéns pelo seu trabalho.
www.folhadomeio.com.br
Animais
A Sociedade Amiga dos Animais agradece a solidariedade e apoio da FMA e mais uma vez pede a divulgação de nosso Manifesto Nacional em Defesa dos Animais.
Pedimos que todos leitores ajudem no cumprimento dos direitos dos animais. Existem muitos matadores clandestinos de cavalos e jegues. Vale lembrar que a Sagrada Família atravessou o deserto transportada por um jumento até o Egito.
 SOANI – Sociedade Amiga dos Animais – Salvador – BA


Farsa: eliminadores de ar
Vi na internet a matéria sobre a farsa dos eliminadores de ar nos canos de água. Gostaria muito de receber uma cópia desta matéria. Tenho urgência em produzir um trabalho sobre este assunto. É que não vou conseguir o material a tempo se for esperar a tramitação do meu pedido de assinatura, que, aliás, já providenciei. Obrigada.
Luciana C. Cerqueira
luciana@saneatins.com.br


 


Nascente do Parnaíba
Nossos parabéns pela excelente e brilhante entrevista que este prestimoso jornal Folha do Meio Ambiente veiculou sobre  a Expedição Parnaíba Vivo e sua respectiva bacia. Matérias como esta apresentam uma grande contribuição ao nosso trabalho técnico. Queria também cumprimentar o entrevistado engenheiro  Geraldo Gentil Vieira nosso colega de trabalho da Codevasf.
Jonair Mongin
Eng. Hidrólogo da SRH MMA – Brasília – DF


Montanhistas-jardineiros
Feliz a mídia que respeita a inteligência do leitor. Mais feliz, ainda, é a mídia que motiva os leitores a praticarem a virtude. A matéria sobre os Montanhistas-jardineiros, mostrando a participação voluntária de juízes, estudantes, jornalistas, fotógrafos recuperando as encostas do morro do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, é uma verdadeira prece ao Cristo Redentor que, de braços abertos, a tudo vê e abençoa do outro lado da cidade. Essa reportagem conseguiu me tirar da sala de televisão para me levar a subir a trilha do Pão de Açúcar. Subir e ajudar a limpar o capim colonião. Gostaria de parabenizar também pela edição anterior O Parque Cartão Postal.
Sandra B. de Assis
Urca – Rio de Janeiro – RJ


Andorinhas-azuis
Ficamos – eu e meus alunos – consternados com a tragédia que se abateu sobre as andorinhas-azuis. No fundo, no fundo, o grande responsável por esta catástrofe é o próprio ser humano que desmata, faz queimadas, polui, aquece o planeta e acaba provocando esses furacões.
Aproveitamos a reportagem sobre a expedição “Da nascente ao Delta do rio Parnaíba” para promover uma oficina de educação ambiental em aula sobre matas ciliares, agricultura e irrigação.  A entrevista nos proporcionou uma belíssima aula. Continuem assim…
 Ivã C. Cunha – Escola Municipal – Fortaleza – CE


Biodiversidade e etc
Acabo de ler a edição de fevereiro, que trata da tragédia das andorinhas azuis. Gostei muito da edição como um todo: bem equilibrada de assuntos, boa reportagem sobre o Pantanal e sobre o rio Parnaíba (PI) e essa matéria maravilhosa sobre os montanhistas-jardinheiros do Pão de Açúcar. Vibrei com essa turma!
Gabriela T. Reis
Rio de Janeiro – RJ


Falcão peregrino
Vivas ao fotógrafo Reinaldo Mandacaru pela foto da capa da edição passada. Um primor!
Alda Freitas – Recife -PE