Cartas

Com a palavra, o leitor

16 de dezembro de 2007

Crime no PiauíGostei muito da última edição da FMA. É um crime o que estão fazendo com o Parque Nacional das Nascentes do Piauí. Ainda bem que a OAB/PI entrou no circuito. Seria ótimo que as OAB de todos os Estados se engajassem nessa luta pela preservação do meio ambiente. Gostei muito da matéria da… Ver artigo

Crime no Piauí
Gostei muito da última edição da FMA. É um crime o que estão fazendo com o Parque Nacional das Nascentes do Piauí. Ainda bem que a OAB/PI entrou no circuito. Seria ótimo que as OAB de todos os Estados se engajassem nessa luta pela preservação do meio ambiente. Gostei muito da matéria da Valéria Fernandes, versando sobre resíduos sólidos (“O que fazer com o lixo”). Por que não se aproveita as dicas dadas por Valéria e não se propõe a eliminação dos aterros sanitários de Brasília, mediante audiência pública, como foi feito no Rio, Niterói, BH e Mogi das Cruzes?
Vi outro dia no noticiário que o governador Arruda quer acabar com o “lixão” da Estrutural. Poderia ser utilizada aqui a tecnologia desenvolvida pela Usinaver e Coopetec. Aliás, gostaria de conhecer melhor esta tecnologia. Tem como eu entrar em contato com o pessoal responsável? Talvez por intermédio da Valéria.
Gostaria de manter um contato estreito com a Polícia Florestal, tanto do DF quanto do GO. Temos que frear os desmatamentos e matança de animais silvestres no entorno da região por onde caminho e faço meu trabalho ambiental.
Luiz Braga –  Brasília – DF
bsal2884@terra.com.br
NR: Sobre “O que fazer com  o lixo”, no site da Usinaverde < www.usinaverde.com.br >  além de muitas informações sobre a tecnologia desenvolvidas tem estatísticas atualizadas sobre gestão de lixo urbano no Brasil e no  mundo.


Ursinho pimpão
Na escola que dou aula no Alto da Boa Vista tive uma grande surpresa. Pedi para 4ª série que escrevesse alguma coisa que ficou guardado no coração durante esses anos todos de Sala de Leitura: falaram dos livros preferidos e de histórias ouvidas. Três alunos falaram do ursinho Knut.
Relembraram aquela matéria “Knut: o ursinho pimpão” que saiu na Folha do Meio Ambiente, em abril. O ursinho rejeitado pela mãe que virou símbolo internacional contra o aquecimento global caiu fundo no coração dos alunos.  Diante de uma imensidão de livros maravilhosos, de um acervo excelente, o Knut foi destaque nas páginas do jornal e o jornal foi destaque na cabeça das crianças.
Sandra Monteiro Lopes – Rio de Janeiro – RJ


Imprensa
Tenho recebido regulamente a Folha do Meio Ambiente. Felicito particularmente a redação pela qualidade e seriedade da publicação.
Maurício Azêdo – Presidente da ABI – Associação Brasileira de Imprensa – Rio de Janeiro-RJ


Árvores caídas
Moro na cidade São Paulo. Gostaria de saber se as árvores que caem devido as doenças que afetam as raízes e as que caíram devido a tempestades podem ser usadas para qualquer tipo de uso.
Júnior-
hsjunior.sitio@hotmail.com– São Paulo – SP
NR: Elas podem ser usadas sim, desde que devidamente autorizado pela Defesa Civil ou algum órgão da Prefeitura municipal.



Água pela paz
Ao parabenizar o trabalho de vocês, ficaríamos muito gratos se pudéssemos receber alguns exemplares da edição da Folha do Meio Ambiente que publicou a notícia “Água a favor da Paz – CNBB e outras instituições religiosas fazem declaração ecumênica da água”. Precisamos do jornal para o arquivo do CONIC e das Igrejas.
Luciana Holanda – SCS QD. 01 Bloco E Ed. Ceará s/713 – Brasília – DF
 


Sustentabilidade
Ao receber a Folha do Meio Ambiente e analisar a abordagem geral das matérias resolvi fazer contato, no sentido de estreitar relações. Sou assessora de imprensa do deputado federal Zequinha Marinho (PMDB/PA). Ele tem vários projetos de desenvolvimento sustentável e preservação ambiental. Neste sentido, gostaria de poder contar com a interlocução com diretor, redator e editor.
Fernanda Vasques
(61)3215-5823 – Brasília – DF



Estranho apoio
No mínimo é muito estranho que a “Folha do Meio Ambiente” aceite o apoio da Coca-Cola. Estranho e uma certa falta de coerência na parte do jornal. Aqui na Zona da Mata de Pernambuco, a Coca-Cola recebe açúcar da Usina Pumaty que, por sua vez é responsável por devastação ambiental e condições de trabalho análogo ao escravo.
Tiago Thorlby – Zona da Mata de PE – scotvik@terra.com.br


NR: Tiago Thorlby:  Você tem razão em expressar sua opinião. Acho que se é uma denúncia verdadeira, deve ser enviada aos órgãos competentes. A nossa redação também tem todo o direito de expressar não só sua opinião, nos editoriais, como também em fazer as matérias educacionais ou reportagens de denúncia que achar conveniente. Nas nossas edições estão cheias de exemplo. Veja o caso sa Serra Vermelha e da ação da multinacional Bunge, no Piauí, que está denunciado nesta última edição de outubro. Nós falamos o que achamos que devemos falar de qualquer empresa ou governo. E qualquer governo ou empresa tem o direito, também, de falar o que quiser falar sobre eles próprios, comprando anúncios nas edições do jornal. Isso tudo dentro das regras do bom senso,  da civilidade e da regulamentação publicitária. Aliás, a Folha do Meio Ambiente só tem uma forma de suporte econômico: as assinturas e os anúncios. Pagamento de assinaturas e de anúncios significam a sobrevivência do jornal. A Folha do Meio Ambiente não é ONG, não tem nenhum subsídio empresarial ou governamental, não é fundação e não está ligada a nenhum partido político ou ideológico. O jornal paga todos os impostos. Todos os jornalistas que compõem o corpo editorial do jornal são livres, conscientes de suas responsabilidades, mesmo porque o jornal é material didático para muitas escolas brasileiras e chega a 125 países. Não leve a mal esta resposta. Queremos que você entenda que qualquer publicação, dentro do regime capitalista, só sobrevive assim. Ou então será subsidiada por ações políticas ou ideológicas. Estamos às ordens para mais informações.



Regina Gorgulho
regina@folhadomeio.com.br www.folhadomeio.com.br