Cartas

Com a palavra, o leitor

19 de junho de 2008

Coração do BrasilMy dear “Forestman” . Muito obrigado à Folha do Meio Ambiente pelo apoio que vocês nos deram na divulgação da exposição “Coração do Brasil”, realizada em Brasília, no Memorial dos Povos Indígenas. Espero que as escolas e todos os visitantes gostem do projeto, curtam as fotos e possam, com nosso trabalho, defender mais… Ver artigo

Coração do Brasil
My dear “Forestman” . Muito obrigado à Folha do Meio Ambiente pelo apoio que vocês nos deram na divulgação da exposição “Coração do Brasil”, realizada em Brasília, no Memorial dos Povos Indígenas. Espero que as escolas e todos os visitantes gostem do projeto, curtam as fotos e possam, com nosso trabalho, defender mais ainda a cultura indígena.
Para amar alguma coisa, temos que conhecer. E nossa proposta é justamente trazer este conhecimento a todos aqueles que por algum motivo não podem passar quatro meses na selva, viajar de barco pelo Xingu 2,7 mil quilômetros e visitar 18 etnias. Se nossa exposição tocar o coração de alguém e se este alguém possa levar nossa mensagem para frente, estamos realizados. Abraço a todos na redação.
Sue e Patrick Cunningham – sue@scphotographic.com


África do Sul
E com grande satisfação que escrevo para agradecer o recebimento deste importante jornal. Gostaria de informar a vocês que enviamos o jornal, que tem resumo das principais matérias em inglês, para o Ministério do Meio Ambiente da África do Sul para que as autoridades deste país possam tomar conhecimento dos avanços que o Brasil tem obtido neste setor. Me alegro em receber sempre a Folha do Meio Ambiente.
Lorenza Carrion – carrionl@foreign.gov.za
Embaixada da África do Sul


Na internet
Hoje fiquei acessando a internet em busca de informações, pesquisas de associações ligadas ao meio ambiente. Fiquei super feliz ao conhecer um pouquinho mais da Folha do Meio Ambiente. Parabéns pelo trabalho e temos interesse em manter uma relação próxima com a redação de vocês. Gostaria de receber alguns exemplares de edições anteriores, seria possível?
Dayse Mendonça – daysi.mendonca@terra.com.br



Árvore da Vida
Somos do Instituto de Ação Social Árvore da Vida – que aplica projetos de educação ambiental em 22 favelas do Rio de Janeiro, situadas próximas a áreas de reservas ambientais. Acabamos de produzir nossa cartilha de alfabetização ecológica para um trabalho junto a quilombolas e população adulta marginalizada destas áreas. Caso seja possível, gostaríamos de receber uma gratuidade de assinatura deste maravilhoso jornal, que inclusive pode ser uma ferramenta auxiliar para nossas salas de aula.
Sílvia Gadelha –
vida.instituto@ig.com.br
  Rio de Janeiro – RJ
 
NR: Nossa cota de cortesia já está esgotada, mas teremos muito prazer em enviar alguns exemplares de edições anteriores.


Contato
O setor meio ambiente é um desafio e ao mesmo tempo uma paixão para mim. Tenho interesse em conhecer melhor o trabalho de vocês aí da Folha do Meio Ambiente. Sou estudante de Geografia e acompanho atentamente as edições do jornal já fazem uns três anos.
Juliane Raquel Wachholtz –
Brasília – DF


Em Braille
Não é à toa que a Folha do Meio Ambiente é a mais importante publicação ambiental do Brasil. A cobertura da saída de Marina Silva e a matéria sobre a entrada de Carlos Minc no Ministério do Meio Ambiente é jornalística, informativa, sensata e verdadeira. Gostaria de ter mais detalhes sobre a experiência do Diário de Pernambuco que está fazendo uma edição impressa em Braille. Ou mesmo, de conseguir uma edição para estudos na minha escola. Vi uma nota sobre o assunto na Coluna do Meio.
Leandrinho Carvalho –
Uberaba – MG


NR: Favor ligar para o diretor de projetos especiais do Diário de Pernambuco, jornalista Marcondes Brito, no telefone:  Rua do Veiga, nº 600 – Santo Amaro – CEP 50040-110 – Recife – PE – (81) 2122.7666


Mônica Gorgulho 1
Minha carta não é só para parabenizar e elogiar o jornal. Minha carta é para dizer que foi um impacto pessoal ler a entrevista de Mônica Gorgulho. Impressionante a forma como ela coloca o sério problema das drogas, em geral, e as novas idéias que os estudiosos sobre o problema trazem para a mesa de discussão. Nunca havia pensado sobre este prisma da legalização e do uso controlado ou assistido. Tive um impacto. Mais do que isto, sinceramente li a entrevista e voltei a lê-la em companhia de outras amigas que são professoras.
O governo deveria nos orientar melhor de como agir. Visitei o site da psicóloga Mônica Gorgulho e aprendi mais ainda. Por que esta teoria está tão longe da gente? Por que a mídia ainda não abriu este debate de uma forma mais forte?
Constância G. Queiroz –
Campo Grande – MS


Mônica Gorgulho 2
Li e reli a entrevista com a psicóloga Mônica Gorgulho. Fiquei realmente fascinada pela forma didática e corajosa com que ela apresentou a questão da legalização e a tolerância assistida para com os dependentes de drogas. Já tinha ouvido falar do assunto, mas nunca tinha me apercebido da dimensão do problema. Sou professora primária e mãe de adolescentes. Gostaria muito de convidar esta psicóloga para fazer uma palestra. Como poderei contactá-la?
Selma C. Souto Carneiro – Rio de Janeiro – RJ


NR: A melhor forma de contatar a doutora Mônica Gorgulho é pelo seu site: www.dinamo.org.br . Ali tem todas informações responsáveis sobre drogas. O telefone:  (11) 4195-0335 e o Email: info@dinamo.org.br .


Mônica Gorgulho 3
Em apenas três páginas deste jornal, Mônica dá uma aula magistral sobre a grave questão das drogas. Sobretudo como professores e pais podem encarar o problema no seio da família, microcosmo da sociedade. Normalmente famílias desestruturadas constituem um caldo para toxicônomos, mas sempre haverá as ovelhas desgarradas das famílias ditas normais.
Mônica Gorgulho ataca de frente o problema, não com as balas e camburões que frequentam morros e favelas, mas com ternura, firmeza e conhecimento.
Combater os males a ferro e fogo tem mostrado que não é a melhor solução, mas sim com  políticas públicas inteligentes como as apresentadas por ela. O mesmo ocorre com a Aids, a conscientização precede o combate por vias que limitam o mal.
Ninguém quer ter um filho drogado ou viciado, mas se isto ocorre, Mônica mostra que a tolerância e a orientação seguras são os caminhos para a recuperação.
Geraldo G. Vieira –
 Brasília – DF.


Drogas e a transposição
Ao ler a entrevista (muito boa por sinal) da psicóloga Mônica Gorgulho na última edição, fiquei pensando comigo mesma. Se esta psicóloga, respeitada internacionalmente e que é uma grande estudiosa da questão das drogas, diz que fica muito mais caro para a sociedade combater a droga e o tráfico do que ter uma tolerância assistida para com os dependentes, o mesmo deve acontecer em relação ao Semi-árido.
Fica muito mais barato para sociedade investir na convivência do homem com a seca do que combater a seca com projetos faraônicos. Em um e outro caso, o dinheiro só leva à corrupção, ao abuso de autoridade e ao desperdício.
Marcelo Novais Filho –
Aracaju – SE