Cartas

25 de maio de 2011

MATERIAL DIDÁTICO Quero renovar meus cumprimentos pela volta do professor Raymundo Garrido às páginas deste jornal. Muito interessante e útil, pelo menos para nós professores, esta reportagem sobre a questão cultural e os recursos hídricos. Deu margem para a gente fazer com os alunos muitas atividades na área de educação ambiental. Continuem assim. Mag Christo… Ver artigo

MATERIAL DIDÁTICO


Quero renovar meus cumprimentos pela volta do professor Raymundo Garrido às páginas deste jornal. Muito interessante e útil, pelo menos para nós professores, esta reportagem sobre a questão cultural e os recursos hídricos. Deu margem para a gente fazer com os alunos muitas atividades na área de educação ambiental. Continuem assim.


Mag Christo Almeida – Belo Horizonte – MG



ARTE DE MORAR


Meus amigos: li e várias pessoas amigas minhas leram uma reportagem que vocês fizeram (foi a primeira vez que li sobre este assunto) na edição de abril do ano passado “A sofisticada arte de morar”. Foi um texto fascinante. A abordagem sobre ninhos de passarinhos deveria ser distribuída em todas as escolas. Um pedido: de tanto emprestar meu jornal, não sei onde foi parar. Sou assinante e queria receber um outro exemplar da edição de abril de 2010.


Raquel C.B. Noronha – Uberaba – MG



BELO MONTE


Ouvi, na edição de março, os gritos da índia Tuíra. Pude rever seu facão afiado e sua voz rouca num dialeto incompreensível, mas que se fez entender muito bem a quem estava presente ou a quem simplesmente acompanhou a polêmica, há tantos anos, pela mídia nacional e internacional. A usina de Belo Monte é preciso, é possível e faz parte dos projetos futuros de índios e brancos. Mas será que não dá para fazer de uma forma mais negociada, mais tranqüila, sem tantos atritos e sem tantas agressões? Acho que está faltando um pouco de compreensão, de uma campanha educativa e de mais tolerância entre as partes. Intolerância se quebra com diálogo. Com paz e não com guerra. Quem vai atirar a primeira flor para Tuíra?


Beto M. Dutra – Amigos da Natureza – Belém – PA



CRIME EM FORTALEZA


Recebi a FMA de abril – ótima e interessante, como sempre. Gostei de ver o artigo da Ana Miranda, sobre o fato criminoso que aconteceu aqui em Fortaleza. Durante algum tempo houve contínuas denúncias da mídia, mas depois tudo silenciou – e fica esse travo de desconfiança, junto com a certeza de que, mesmo que haja punições, aquelas árvores não voltarão à tona nunca, infelizmente.


Tércia Montenegro – Fortaleza – CE  http://literatercia.blogspot.com/


CRÔNICAS DO JURANDIR


Deixo meu abraço para toda equipe que faz a Folha do Meio. Quero agradecer, mais uma vez (e milhões de outras vezes), todo o apoio e consideração para os meus modestos trabalhos. É maravilhoso contar com os préstimos do FMA e acredito que nestes três anos de contato acabei por não decepcionar nem vocês e nem os leitores (talvez, alguns). Tenho plena noção da simplicidade dos meus escritos. Mas, é assim que sou, é assim que vivo, é assim que desfruto das amizades e da natureza. Pela contínua amizade e consideração, novamente, meus sinceros agradecimentos por tudo. Até mais ver.


Jurandir Schmidt – Joinville – SC


CÓDIGO FLORESTAL


Por que tanta pressa em aprovar mudanças na principal lei que protege nossas florestas e nossa biodiversidade? Estão em jogo questões importantes que dizem respeito à Vida. A preservação das florestas e da biodiversidade contribuem para a proteção, regulação climática e hídrica dos nossos ecossistemas, o que é essencial para a Economia e para a Produção Agrícola e de Energia. Já perdemos 93% da Mata Atlântica, quase metade do Cerrado e da Catinga e 20% da Amazônia. Há mais de 60 milhões de hectares de terras agrícolas que foram degradadas e hoje encontram-se abandonadas, fruto de um modelo agrícola que precisa mudar. Precisamos criar políticas de incentivo que promovam o desenvolvimento agrícola e florestal, gerando emprego e renda com sustentabilidade.


Os defensores da mudança do Código Florestal querem nos fazer crer que a preservação implicaria na diminuição da produção de alimentos e que, assim, haveria aumento de preços. Deve haver ampla discussão para que se façam ajustes necessários para que os produtores rurais possam superar os passivos ambientais e tornar a nossa agricultura altamente produtiva e sustentável. É a nossa riqueza natural, com grandiosa biodiversidade, que nos permite ser um dos campeões mundiais de produção agrícola..


Elisabeth Karam Guimarães – bethkaram@globo.com – RS


 


22 ANOS


Quero cumprimentar toda a equipe pelos 22 anos da Folha do Meio, porque conheço as dificuldades de quem se propõe a ser pioneiro em um assunto complexo, muito comentado mas pouco respeitado como é o meio ambiente no Brasil. Sei por experiência própria, porque minha “missão” com a Ruschel & Associados também completou 22 anos – e minha experiência como jornalista especializada já chegou a 15 anos. A Folha do Meio Ambiente continua sendo a leitura mensal obrigatória.Rogerio Ruschel – Ruschel & Associados Marketing Ecológico


 


VENDILHÕES PÚBLICOS


Não dá para entender. Aqui no Rio de Janeiro os casos de dengue continuam aumentando e nem a temperatura mais baixa impediu que o mosquito Aedes aegypti deixasse de proliferar. Só não proliferam mais do que os vendilhões das coisas públicas. As autoridades que gastam o dinheiro público para viagens de faz-de-conta ou para auto-promoção. Estou descrente de governos. São todos a mesma coisa…


Olympia F. Assis – Barra da Tijuca – RJ


 


CRIMES NA INTERNET


O Brasil precisa ter uma Vara Criminal ou uma delegacia para crimes na internet com mais força, bem mais ágil e melhor aparelhada. Os crimes internáuticos estão aumentando, os hacker criminosos estão evoluindo e o Estado fica parado no tempo. Não dá para combater crime de internet de quinta geração de computadores/software com delegados “curiosos” e uma geração de velhos computadores. Digo isto porque até o crime de tráfico de animais já se faz pela internet. Compram-se e vendem-se pássaros, répteis e animais silvestres com uma facilidade imensa. Sem correr risco. Aqui em São Paulo, uma casa na Zona Leste vendia animais silvestres ilegalmente. Pela internet. Butantã neles!


Madson Lopes – São Paulo – SP


 


IBAMA RR


Olá. Trabalho no Núcleo de Educação Ambiental do Ibama em Roraima e gostaria de saber o que seria necessário para voltarmos a receber as edições da Folha do Meio Ambiente, considerando que é um valioso material informativo e educativo para pesquisa e acervo de nossa Sala Verde.


Ana Paula Ribeiro – Bela Vista – Roraima


NR: Ana Paula, obrigado pelo email e pelo seu interesse. Fazemos a Folha do Meio Ambiente com muito critério pois sabemos de sua responsabilidade em informar e conscientizar. Milhares de escolas usam o jornal para suas aulas de Educação Ambiental. A FMA é um projeto de cidadania e vive exclusivamente dos recursos recebidos com as assinaturas e informes publicitários. O Ibama assinava o jornal para todas as suas diretorias regionais, parques e núcleos de trabalho. Estas assinaturas não foram renovadas ainda. O jornal não tem suporte financeiro para bancar assinaturas, pois além do valor da publicação ainda tem o valor da postagem nos Correios. Temos orientado outros profissionais que nos escrevem a pedirem a renovação da assinatura ou a conseguir que alguma empresa da região o faça.