Cartas

22 de abril de 2012

  De um meteorologista Queria escrever uma carta apenas para parabenizar o jornal pela lembrança do Dia do Meteorologista. Cada dia que passa, esta é uma profissão mais requisitada e importante. Nenhum outro veículo da imprensa registrou com tanta  generosidade e tão didaticamente o que é ser meteorologista como este jornal. Aliás, tenho que destacar… Ver artigo

 

De um meteorologista
Queria escrever uma carta apenas para parabenizar o jornal pela lembrança do Dia do Meteorologista. Cada dia que passa, esta é uma profissão mais requisitada e importante. Nenhum outro veículo da imprensa registrou com tanta  generosidade e tão didaticamente o que é ser meteorologista como este jornal. Aliás, tenho que destacar o serviço que vocês prestam de educação e cidadania que vocês prestam. Tenho acompanhado o jornal desde quando trabalhava na Emater de Goiás, em 1993. Não sei como vocês conseguem manter este pique.
Kácio T. Rodrigues – Anápolis – GO
 
 
Incentivo a quem protege
Escrevo para deixar um lembrete para as autoridades brasileiras, especialmente para o Ministério do Meio Ambiente e da Fazenda: é hora de criar um incentivo para quem preserva a natureza, não desmata e não polui nem o solo e nem as águas. Também é hora de fazer valer as multas do Ibama. O Ibama só sabe multar, mas não sabe (ou não quer) cobrar. O ser humano é movido “a bolso”. Só o ato de perder e ganhar faz os cidadãos a dar mais ou menos valor às suas ações.
Odette Calheiros – Niterói – RJ
 
 
 
Corrupção também é poluição
Gosto de ler a Folha do Meio, mas gostaria de sugerir uma matéria que é mais do que ambiental. A questão da corrupção que ocupou todos os espaços políticos nesse país. Não entendo como um partido que sempre brigou pela ética, que fez das denúncias seu marketing eleitoral para ganhar eleições e ganhar a confiança dos eleitores, deixa o Brasil chegar neste ponto. Falo do PT e do Lula. As ONGs servem de barriga de aluguel para tantos negócios de interesse partidário. E não é só o PT. São todos os partidos. Quando eles chegam na televisão para propagandas eleitorais, parecem a madre Tereza de Calcutá de tanta pureza: só pensam no País, só querem ajudar e promover o desenvolvimento. Os ministérios e governos estaduais estão cravados de denúncias. A população parece anestesiada, apática e vendo tudo por uma janela de paisagem. Meu pedido: uma pauta para provar que nada mais poluído do que estas ações que têm em seu bojo a peste da corrupção. 
Bermudez Castelar   Lago Sul – Brasília – DF
 
 

Dia Mundial da Água e as barraginhas
Caros amigos da Folha do Meio Ambiente. Recebi as edições de fevereiro e de março. Parabéns é pouco. As reportagens ficaram sensacionais. A história da Fabiana e de dona Cida, lá no Vale do Jequitinhonha, jogou emoção em todo mundo. Lição de vida e de comprometimento com quem mais precisa. Solidariedade e desprendimento de pessoas engajadas em construir um mundo melhor. Obrigado.
Luciano Cordoval Barros
Sete Lagoas – MG
 
 

 

 
Água não acaba
Acho que a maior falácia que estamos vivendo nesse período de ideologia ambientalista, patrocinado pela ONU, é a de que a água no mundo está acabando. Aí você pergunta para essa turma: mas como se o planeta Terra é um circuito fechado, nada ultrapassa a atmosfera, a não ser que a Nasa transporte água por imensos dutos ou em ônibus espaciais para fora do planeta. O volume será sempre constante, setenta por cento água e trinta por cento terra. Sem essa de que a água vai acabar.
Luiz (por email) 
NR: É verdade, a quantidade da água continua a mesma. O que acontece de grave é que a água doce está sendo poluída numa velocidade impressionante. Os rios nascem puros e em poucos quilômetros já estão poluídos. A maior parte dos esgotos das cidades brasileiras vai direto para os rios.
 
 
Ecochatos
A água agora é o tema da pregação da hora da religião ambientalista. Você toma um cafezinho e isso não significa mais aquele pouquinho de água que está ali na xícara. Você tomou na verdade, para esses religiosos ecochatos, milhares de litros de água, pois entrou na contabilidade deles o plantio, a irrigação e sei lá mais o que. E assim vai para todos os alimentos. No fim das contas uma refeição simples vale não sei quantos mil ou milhões de litros de água.
Mauro Júlio Vieira
 
 
Uma sugestão
Este jornal quando chega na nossa escola vai direto para o xerox. Temos que tirar várias cópias das matérias que alguns professores querem para dar aula. Pergunto: não há como enviar mais jornais para nossa escola. Vocês não podem imaginar a utilidade do jornal para subsidiar nossas aulas de geografia e de educação ambiental. Além de atual, as matérias são bem didáticas e interessantes. Ficamos no aguardo. 
Helena M.B. Souza – Manaus – AM
NR: professora, obrigado. Uma carta assim é sempre mais um incentivo para que faz a Folha do Meio hà 23 anos. Infelizmente não temos condições de atender todas as escolas que pedem o jornal. São muitas. Quem sabe a senhora consegue uma empresa ou a prefeitura ou uma ONG para fazer estas assinaturas?  O suporte financeiro do jornal é apenas de assinaturas e anúncios.

 

Dos Andes para o Velho Chico
Depois de quase um mês percorrendo os Andes peruanos, um país de montanhas,  vulcões, vales profundos e agricultura de degelo, estou novamente em terras brasilienses. Acabei de ler a edição do Dia Mundial da Água. Todas as páginas têm matérias interessantes. Até na minha lenda do São Francisco, o austríaco bebia água turva e lodosa. Bom tema para saneamento. Muito oportuna e de muita sensibilidade a história da Fabiana e as Barraginhas do Luciano. Espero que a presidente da Petrobras, dona Graciosa, tenha tido oportunidade de ler também.  E os Haicais da sustentabilidade? Lindos e competentes. A professora Sandra Lopes mandou bem. Quero comprar o livro dela. O jornal continua imbatível no  âmbito nacional e internacional . Mas é preciso atualizar alguns pontos focais e, creio, voltar o resumo em inglês.
Geraldo Gentil – geraldogvieira@gmail.com – Brasília – DF
 
 
Barraginha: ainda bem que os políticos não descobriram
Tenho que confessar: nunca tinha ouvido falar na tal de barraginha. Depois que li as duas matérias da FMA, na edição de fevereiro [o que é e como funciona um projeto barraginha] e a edição de março [a história comovente de Fabiana e Luciano] percebi bem o alcance social e econômico desta tecnologia da Embrapa.  Fui buscar mais informações ainda. Na internet, nos jornais e revistas achei muita coisa. Fiquei fascinado com a facilidade em construir e com o alcance social das barraginhas. Sabe de uma coisa? Fico pensando aqui com meus botões: se fosse um projeto mirabolante para dar dinheiro para empreiteiras – como é a transposição do rio São Francisco – o projeto das barraginhas estava cheio de emendas parlamentares, dinheiro do orçamento , linha de crédito do BNDEs e muito mais. Mas por ser simples, por ser um ovo de Colombo que basta ter um pouquinho de coragem e apoio para realizar, fica aí fazendo sucesso na surdina. Ainda bem que os políticos não descobriram as barraginhas…
Lopes Oliveira – Montes Claros – MG
 
 
Crônicas do Jurandir
Tenho acompanhado as crônicas da última página do senhor Jurandir Schmidt, de Joinville. Fico encantado com seu modo de escrever, sua espontaneidade e suas colocações sempre gentis com a natureza e os homens. Este jornalista do jornal é um poeta que joga sensibilidade nas nossas almas. Que leitura agradável e amena. Um aprendizado.
Cleto F. Athayde – Betim – MG