Cartas

23 de setembro de 2014

Expedição Langsdorff 1 Escrevo apenas para parabenizar o jornal pela série fantástica “Expedição Langsdorff”. Sei que todo o acervo desta expedição está na Rússia, mais precisamente na Academia de Ciências da cidade de São Petersburgo. Talvez, sei que não é fácil, mas uma produtora cultural de respeito pudesse se articular com a Embaixada da Rússia… Ver artigo

Expedição Langsdorff 1
Escrevo apenas para parabenizar o jornal pela série fantástica “Expedição Langsdorff”. Sei que todo o acervo desta expedição está na Rússia, mais precisamente na Academia de Ciências da cidade de São Petersburgo. Talvez, sei que não é fácil, mas uma produtora cultural de respeito pudesse se articular com a Embaixada da Rússia no Brasil e a Embaixada do Brasil na Rússia para se realizar uma grande exposição deste acervo no eixo Rio – São Paulo – Belo Horizonte – Brasília. Ou mesmo se criar um Museu Langsdorff em Cuiabá com cópias do acervo que está fora do Brasil. Infelizmente, os estrangeiros ontem, hoje e sempre sabem mais de Brasil que os próprios brasileiros.
Reynado B. Terra – São Paulo – SP
 
 
 
Expedição Langsdorff 2
Estou viajando na Expedição Langsdorff e coloco meus alunos para viajarem também. Incrível como todos, jovens de seus 15 e 16 anos estão interessados na aventura do Cônsul. Já fizemos vários trabalhos na classe e vamos fazer outros. Quando terminará a série? Já foram nove partes. Outra coisa importante. Queríamos adquirir três exemplares de cada mês desde quando começou a série para facilitar nosso trabalho. Há possibilidade? 
A. Reis Nogueira – Cuiabá – MT
NR: Bom saber que as escolas usam o jornal como material didático para aulas de história, geografia e meio ambiente. A série começou em outubro do ano passado e já está quase no fim, teremos ainda mais três ou quatro reportagens. Para adquirir os exemplares, por favor, fale com a Raquel na redação da Folha. Fone: 61-3322-3033 ou raquel@folhadomeio.com.br
 
 
Dia Mundial Sem Carro
Pela primeira vez participei do Dia Mundial Sem Carro, em 22 de setembro. Achei interessante, mas senti que ninguém dá muita força para o evento. De qualquer forma, a data serve para incentivar a reflexão sobre as condições de mobilidade urbana nas cidades. Mas eu e duas amigas sentimos que este é um bom momento para deixar o carro na garagem e se aventurar em um transporte diferente. Talvez um dia esta prática pegue e seja mais prestigiada, mas de minha parte posso dizer que foi uma oportunidade para enxergar a cidade que a gente vive sob um outro ponto de vista. O fato é que o uso excessivo de automóveis piora a qualidade de vida da população
Águeda G. Lopes – São Paulo – SP
 
 
ELEIÇÃO
Nunca vi uma campanha política tão sórdida, tão suja, tão mentirosa e tão decadente. 
Todos os candidatos prometem salvar a Pátria, criar empregos, acabar com a poluição, fazer mudanças e trabalhar com honestidade. E eu que pensava que isso era uma obrigação! Proposta objetiva e programa de trabalho ninguém faz. 
Votar é até fácil, difícil é achar alguém com perfil de gestor e de doação à causa pública. Muito triste.
Renna B. Moreira – Goiânia – GO
 
 
Semana do Lago limpo
Gostei e me chamou a atenção a matéria sobre a Semana do Lago Limpo, realizada em Brasília, para limpeza do lago Paranoá. 
Evidente que tirar todo o lixo jogado nas águas no lago é importante. Mas eu vejo como um projeto de conscientização e de educação ambiental também. O brasileiro não está nem aí para o lixo jogado na rua, o toco de cigarro jogado na calçada ou o plástico atirado ao vento que forçosamente vai cair num rio, num lago ou no mar. 
O brasileiro precisa ser mais civilizado, essa que é a verdade. Tirar mais de nove toneladas de lixo de um lago nem tão grande assim é uma tragédia. Pelas fotos do jornal vi que tem muito vidro, garrafas e plástico. 
Se cada um fizesse sua parte, o mundo seria bem mais fácil de viver. Parabéns aos organizadores do evento e que em outras cidades que tem rios ou lagos a população faça o mesmo.
Miriam C. Nobre – Porto Alegre 
 
 
Maranhão 3×4
Escrevo para cumprimentar o fotógrafo Geraldo Kosinski e a técnica do Iphan, Vandi Falcão, pelo trabalho de garimpar imagens da cultura e da biodiversidade do estado do Maranhão. 
O projeto é louvável, interessante e merece o apoio da sociedade. Quando sair o livro final, gostaria de ser comunicada para adquiri-lo.
Alda P. França  São Luís do Maranhão – MA
 
 
Expedição Parnaíba Vivo
Gostei das crônicas ribeirinhas da série “Expedição Américo Vespúcio 2001”, dez-doze anos depois, por Geraldo Gentil Vieira. Observo que a Folha do Meio trás matérias de todo o Brasil com fotos maravilhosas. Destaco a preocupação e desafio em se enfrentar os problemas ambientais na origem. Mas a natureza em sua fragilidade, fauna e flora numa cooperação em busca da sobrevivência, encanta, e mesmo em solos degradados, paredões sem véu, ampara a vida. A Educação Ambiental como controle da crescente degradação e indiscutivelmente de seu combate, surge como a solução para o benefício das comunidades, o zelo pelo seu entorno, o amor aos bens naturais e seu respeito: o uso consciente nunca foi tão necessário. Agora acompanho a nova série do rio Parnaíba, onde ações simples como as Sementes do Aviador que lança mais que sementes, lançam esperanças. E quando a solução local ainda não se manifesta, um pedido de proteção, de criação de Parques Nacionais, surge dos levantamentos e estudos, de quem se empenha e luta pela melhoria das condições de vida do Parnaibano e do berço da vida, dos rios, fauna e flora, que sobrevivem, mas  que não resistirão sem a proteção, sem a consciência ambiental.
Susane Aparecida Silva – susaneapsilva@yahoo.com.br – Iguatama/MG
 

Reciclagem construção civil
A questão do reaproveitamento de restos de construção civil no Brasil é uma tragédia. Vi nos jornais, aqui em Recife, que na Região Metropolitana praticamente inexiste a reciclagem de resíduos. Olha que desde 2007, as construtoras são obrigadas a adotar um plano de gerenciamento e a destinarem corretamente o lixo das obras. É uma exigência legal para veio com a Resolução nº 307 do Conama. Mas passados sete anos, no entanto, a construção civil reaproveita apenas 10% das quatro mil toneladas de resíduos geradas por dia. A lista dos resíduos inclui cimento, gesso, areia, madeira, papel e ferro. Os técnicos consideram que um dos empecilhos para o reaproveitamento e o gerenciamento é a falta de controle das construções informais. E vêm das pequenas construções mais de 70% dos resíduos. Outro entrave é que existem apenas três empresas especializadas no gerenciamento de resíduos aqui no Recife. É muito pouco. Nas outras capitais os dados devem ser ainda bem pior. 
Amilcar H. Dias – Recife – PE
 
 
 
TATU BOLA
Estou jogando no mesmo time da escritora Ana Miranda e do paisagista Carlos Fernando de Moura Delphim: o grande gol do Brasil (ou da FIFA) na Copa do Mundo de 2014 foi ter escolhido o tatu-bola como mascote. Só não precisava ter dado o nome de Fuleco. Espero que essa visibilidade e evidência consigam levar um pouco mais de recursos para a preservação do