Editorial

Caro Leitor

22 de agosto de 2007

As borboletas e a Agenda 21 Como conseguir a sustentabilidade de uma floresta criando borboletas é uma das agradáveis e surpreendentes matérias que o leitor terá oportunidade de conhecer nesta edição. Comunidades tradicionais de floretas tropicais de todo o mundo reuniram-se em Rio Branco, no Acre, para discutir formas de obter trabalho e renda sem… Ver artigo

As borboletas
e a Agenda 21


Como conseguir a sustentabilidade de uma floresta criando borboletas é uma das agradáveis e surpreendentes matérias que o leitor terá oportunidade de conhecer nesta edição. Comunidades tradicionais de floretas tropicais de todo o mundo reuniram-se em Rio Branco, no Acre, para discutir formas de obter trabalho e renda sem agredir o meio ambiente. Criar borboletas foi a experiência bem-sucedida apresentada pela Tanzânia.
No Piauí, a região da Serra Vermelha continua sendo devastada e, infelizmente, outras áreas seguem o mesmo mau exemplo. Carentes de alternativas sustentáveis, muitos fazendeiros estão destinando a cobertura vegetal de suas propriedades para a produção de carvão. Além da perda de vegetação, o procedimento pode gerar queimadas e a poluição do ar.
Poluição também é tema da última expedição de Gerard e Margi Moss e que publicamos nesta edição. O casal percorreu sete grandes rios brasileiros para constatar que muitos estão poluídos por esgotos urbanos, outros recebem produtos químicos de lavouras e outros, ainda, sofrem com a pesca predatória.
A Folha do Meio acompanhou em edição anterior as ações sustentáveis adotadas para o XV Jogos Pan-americanos, no Rio de Janeiro. Agora cabe informar que os III Jogos Para-
Panamericanos chegaram ao fim. O Brasil conquistou o primeiro lugar, seguido do Canadá e dos Estados Unidos e México, empatados com o mesmo número de medalhas de ouro. Os atletas brasileiros conquistaram 228 medalhas, sendo 83 de ouro, 68 de prata e 77 de bronze. A delegação do Canadá ficou em segundo lugar, com 49 medalhas de ouro, seguida dos Estados Unidos e do México, ambos com 37 de ouro. Na última edição do Parapan, em Mar del Plata, o Brasil chegou em segundo lugar.
O ministro do Esporte Orlando Silva creditou o desempenho do Brasil, além da dedicação dos próprios atletas, ao investimento do governo federal no esporte Paraolímpico. Desde 2005, o ministério do Esporte repassa recursos da ordem de R$ 20 milhões para o Comitê Paraolímpico e federações, além de destinar verbas da Lei Agnelo/Piva e do programa Bolsa-Atleta.
O ministro disse também que investir no Esporte é uma forma de promover a inclusão social, incentivar a educação, adquirir qualidade de vida e reduzir a criminalidade. O ministro lembrou que, de acordo com relatório das Nações Unidas, para cada um dólar investido em esporte é possível economizar mais do que o dobro com o custo da segurança e da saúde.
Um assunto, porém, ainda não abordamos: a Agenda 21 do Brasil. Desde o início do ano, a Folha tenta sem sucesso obter informações sobre o andamento da Agenda 21 nos estados e municípios, por intermédio do MMA. Primeiro foram as reformas estruturais ocorridas na instituição que inviabilizaram a entrevista. Agora, com nova coordenadora à frente do processo, não sabemos a que atribuir o receio do MMA em fornecer as informações.
Caro leitor, lançamos um desafio: envie informações sobre a Agenda 21 da sua cidade. Temos muito interesse em publicar este material como uma forma de construir o conhecimento coletivo, trocando informações e socializando conhecimento.
Emails para contato:
–   regina@folhadomeio.com.br
–  marturcato@gmail.com


 


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