Parque das Sucupiras

16 de dezembro de 2015

Uma reserva ecológica e histórica bem ao lado do Eixo Monumental de Brasília

Parque das Sucupiras: a especulação imobiliária está sempre na contramão da preservação ecológica.
 
 
Sai o Memorial do Jango e entra o Parque das Sucupiras. Quer troca melhor do que esta? Tudo isto porque a  luta pelo meio ambiente,  pela preservação de Brasília e pela qualidade de vida afloram cada vez mais intensamente na consciência da população.  E, também, com muita luta foi conquistado o Parque do Rasgado, o Parque Olhos  d’Água, o Parque na Asa Sul e outras áreas verdes nas cidades satélites. Com este mesmo objetivo, um grupo de moradores do Sudoeste fundou a Associação Parque Ecológica das Sucupiras (APES. A reserva é uma área remanescente de Cerrado entre o Sudoeste e o Cruzeiro. A área tem aproximadamente 22 hectares. Começa em frente à Quadra 8 do Sudoeste, próximo à Capela Rainha da Paz, prolongando-se até o terreno da CAESB, margeando a pista Sul do Eixo Monumental de Brasília.
A Associação Parque Ecológico das Sucupiras (APES) vem mobilizando moradores e autoridades e tem promovido mutirões de limpeza e outras ações no sentido de conscientizar a população do valor deste insubstituível patrimônio natural. 
O “Brasília Revisitada”  de Lucio Costa traz um mapa de como seriam os Setores Sudoeste e Noroeste, à época denominados Áreas A e B, respectivamente. Nesse mapa facilmente se verifica que não havia previsão para essa área que a Terracap criou para a Marinha, ou seja, essa área nunca poderia ser considerada uma expansão do Setor Sudoeste, tampouco ser ocupada por uma nova Superquadra. Criar essa nova área residencial no Setor Sudoeste é uma extrapolação do que a legislação permite, explica o jornalista e chargista Fernando Lopes, presidente da APES.
Ajudado por outros associados, Fernando Lopes tem promovido visitas de autoridades e manifestações a favor do Parque das Sucupiras. 
“Apesar de nossos esforços e da articulação com o Palácio do Buriti, a área do parque está bem abandonada e sujeita a um intenso processo de destruição, pois é usada por carroceiros, como depósito de lixo e entulho, e por jardineiros para coleta de terra para vasos de plantas e jardins”, explica Fernando Lopes.
Evidente que para coroar todos estes problemas, existe a questão da segurança, “pois muitos moradores preferem retirar a vegetação nativa para terem mais visibilidade e evitarem os roubos que acontecem com certa frequência.
 
Fernando Lopes enumera as vantagens de se preservar o Parque das Sucupiras:
– O significado histórico desta área de vegetação nativa, que ainda conserva características observadas nas imagens da Primeira Missa rezada no Cruzeiro, próximo ao Memorial JK.
– Manutenção de corredores ecológicos para as aves que vivem nas áreas verdes da região.
– Promover a educação ambiental e a valorização do Cerrado pela rede de ensino local
– Promover atividades turísticas, facilitadas pela localização privilegiada da área.
– Preservação e melhoria da qualidade de vida.
 

Parque das Sucupiras

22 de outubro de 2015

Uma reserva ecológica e histórica bem ao lado do Eixo Monumental de Brasília

Parque das Sucupiras: a especulação imobiliária está sempre na contramão da preservação ecológica.
 
 
Sai o Memorial do Jango e entra o Parque das Sucupiras. Quer troca melhor do que esta? Tudo isto porque a  luta pelo meio ambiente,  pela preservação de Brasília e pela qualidade de vida afloram cada vez mais intensamente na consciência da população.  E, também, com muita luta foi conquistado o Parque do Rasgado, o Parque Olhos  d’Água, o Parque na Asa Sul e outras áreas verdes nas cidades satélites. Com este mesmo objetivo, um grupo de moradores do Sudoeste fundou a Associação Parque Ecológica das Sucupiras (APES. A reserva é uma área remanescente de Cerrado entre o Sudoeste e o Cruzeiro. A área tem aproximadamente 22 hectares. Começa em frente à Quadra 8 do Sudoeste, próximo à Capela Rainha da Paz, prolongando-se até o terreno da CAESB, margeando a pista Sul do Eixo Monumental de Brasília.
A Associação Parque Ecológico das Sucupiras (APES) vem mobilizando moradores e autoridades e tem promovido mutirões de limpeza e outras ações no sentido de conscientizar a população do valor deste insubstituível patrimônio natural. 
O “Brasília Revisitada”  de Lucio Costa traz um mapa de como seriam os Setores Sudoeste e Noroeste, à época denominados Áreas A e B, respectivamente. Nesse mapa facilmente se verifica que não havia previsão para essa área que a Terracap criou para a Marinha, ou seja, essa área nunca poderia ser considerada uma expansão do Setor Sudoeste, tampouco ser ocupada por uma nova Superquadra. Criar essa nova área residencial no Setor Sudoeste é uma extrapolação do que a legislação permite, explica o jornalista e chargista Fernando Lopes, presidente da APES.
Ajudado por outros associados, Fernando Lopes tem promovido visitas de autoridades e manifestações a favor do Parque das Sucupiras. 
“Apesar de nossos esforços e da articulação com o Palácio do Buriti, a área do parque está bem abandonada e sujeita a um intenso processo de destruição, pois é usada por carroceiros, como depósito de lixo e entulho, e por jardineiros para coleta de terra para vasos de plantas e jardins”, explica Fernando Lopes.
Evidente que para coroar todos estes problemas, existe a questão da segurança, “pois muitos moradores preferem retirar a vegetação nativa para terem mais visibilidade e evitarem os roubos que acontecem com certa frequência.
Fernando Lopes enumera as vantagens de se preservar o Parque das Sucupiras:
> O significado histórico desta área de vegetação nativa, que ainda conserva características observadas nas imagens da Primeira Missa rezada no Cruzeiro, próximo ao Memorial JK.
> Manutenção de corredores ecológicos para as aves que vivem nas áreas verdes da região.
> Promover a educação ambiental e a valorização do Cerrado pela rede de ensino local
> Promover atividades turísticas, facilitadas pela localização privilegiada da área.
>Preservação e melhoria da qualidade de vida.