Pelo Brasil

Não se perca no ecoturismo

26 de agosto de 2004

O site também funciona como um arquivo pessoal de cada usuário, eliminando a necessidade de guardar dados de seu GPS no computador Todos estes pontos podem ser visualizados em mapas de satélite e cartográficos, além de diversas outras informações de cada coordenada mapeada. Quando o usuário seleciona um ponto, além do mapa e informações gerais,… Ver artigo


O site também funciona como um arquivo pessoal de cada usuário, eliminando a
necessidade de guardar dados de seu GPS no computador


Todos estes pontos podem ser visualizados em mapas de satélite e cartográficos, além de diversas outras informações de cada coordenada mapeada. Quando o usuário seleciona um ponto, além do mapa e informações gerais, o GeoBusca mostra o contexto em que a coordenada se encontra, como por exemplo, se ela está dentro de uma região ambiental, uma área de proteção ambiental, parque nacional, terra indígena, constituição do solo e a folha cartográfica do IBGE.
Para os amantes de aventura, a grande vantagem é a possibilidade de contribuir com seus próprios waypoints. Os internautas, após um rápido cadastro, podem incluir seus próprios pontos, rotas ou trilhas, incluindo diversas informações como, por exemplo, fotos e relatos, formando seu próprio banco de dados de viagens e oferecendo às outras pessoas novos locais interessantes, com dicas de viagem e fotos dos endereços visitados. Dessa forma, as pessoas podem trocar seus pontos e criar comunidades, trocando informações sobre suas viagens preferidas.
O site também funciona como um arquivo pessoal de cada usuário, eliminando a necessidade de guardar dados de seu GPS no computador. É possível armazenar, em uma área batizada de Mochila, todos os dados fornecidos pelo GPS ou retirados do site, suprimindo a necessidade de downloads e atualizações de dados. A troca de dados é feita de forma simples e rápida. Basta conectar o aparelho de GPS diretamente ao computador e aventurar-se pelo site.


Tapajós/Arapiuns faz primeira feira ambiental
Comunidades das 14 bacias hidrográficas da Reserva fizeram exposição de seus trabalhos

 A Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns (Resex) realizou no início de agosto sua primeira Feira Ambiental e Cultural, com o objetivo de divulgar os projetos implantados e desenvolvidos dentro da reserva em conjunto com as 70 comunidades extrativistas lá existentes, hoje divididas em 14 bacias hidrográficas. São produtos extraídos da floresta como os óleos vegetais, a produção de mel de abelha, borracha, artesanato, dentre outros.
A feira foi montada na comunidade Vila Franca, no rio Tapajós, e foi uma realização da Organização Tapajoara, que representa as 39 associações da Resex, em parceria com o Projeto Puxirum/CNS e CNPT/Ibama. Paralelo à exposição aconteceu a primeira copa de futebol da Resex, com disputa de vários times masculinos e femininos. Também houve oficinas e palestras sobre artesanato em palha, cipó, tala, madeira e borracha, bem como educação ambiental e elaboração de projetos. A primeira feira ambiental e cultural da Resex foi encerrado com uma noite cultural.

O que é a reserva?
A Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns foi criada em 06 de novembro de 1999, abrangendo os municípios de Santarém e Aveiro, ambos no Pará. Sua área compreende aproximadamente 650.000 hectares, com 70 comunidades distribuídas em 14 bacias hidrográficas. Vinte mil pessoas moram na reserva às margens dos rios Tapajós, Arapiuns, Maró e Inambu. Possui uma Associação “mãe” denominada Tapajoara, que em consonância com o CNPT/Ibama e a gerência da Resex, tem buscado implementar projetos por meio de parcerias que proporcionem a melhoria de vida e a sustentabilidade das famílias extrativistas.


IMPRENSA


Ibama reúne todos assessores de comunicação em Brasília


A primeira reunião de assessores de Comunicação do Ibama foi definida pelo presidente Marcus Barros como “o dia da criação”. Médico sanitarista, Marcus Barros abriu o encontro, que aconteceu nos dias de 17 a 19 de agosto, enfatizando o nível de capilaridade do órgão como um ponto positivo e, sobretudo, a importância da marca Ibama,  hoje reconhecida internacionalmente.
Cláudio Roberto Langone, Secretário Executivo do Ministério do Meio Ambiente destacou em sua palestra duas coisas: a importância da construção de uma Agenda Ambiental no País sem causar nem um tipo de empecilho ao desenvolvimento e o papel fundamental que a comunicação social exerce nesse processo em defesa do meio ambiente, das instituições e dos movimentos sociais em busca da sustentabilidade.
Segundo a maioria dos jornalistas presentes, o encontro foi positivo pois todos profissionais puderam dar algumas idéias e falar das limitações na estrutura do órgão. O novo Coordenador de Comunicação Social do Ibama, jornalista Gilberto Costa, também falou sobre o programa da Ascom e debateu com os assessores como chegar a uma performance melhor da área de comunicação. Além de pedir mais articulação entre os jornalistas, Gilberto mostrou a importância de um trabalho criativo e dedicado “pois o Ibama é um só no Brasil inteiro”.
Foi também definida uma agenda comum de trabalho para todos os estados e se traçou metas como diretriz de relacionamento junto aos meios de comunicação.
Assessores dos nove estados amazônicos tiveram um dia de trabalho específico. A preocupação maior era o tratamento jornalístico de ações do Ibama em relação ao Plano de Ação para Prevenção, Controle e Combate ao Desmatamento na Amazônia, que prevê recursos da ordem de R$ 300 milhões de investimentos. O plano está sendo operacionalizado em quatro bases operativas já instaladas no Pará e Mato Grosso. A previsão é de instalação de 19 bases operativas até o final do ano.


Brasil: é o maior exportador de Pinus
Joinville: Congresso Internacional do Pinus reuniu especialistas do mundo inteiro


O Pinus é usado em larga escala pelas indústrias madeireiras e de celulose e papel. Junto com o eucalipto, ocupa 98% da área plantada no Brasil. São 5 milhões de hectares. Existem, no país, cerca de 3,15 mil empresas que utilizam a espécie nos seus processos produtivos. O consumo se concentra na indústria de madeira cerrada, com 48%; de celulose e papel, com 29%; e de painéis – compensados, chapas duras, MDF e OSB – com 18%. O Brasil figura como o maior exportador mundial de compensado de Pinus e de celulose de fibra curta de eucalipto. No caso dos produtos florestais baseados em madeiras tropicais é o terceiro maior exportador tanto de madeira serrada como de compensado. Com o Pinus é possível, além de fazer a mobília completa de qualquer residência ou escritório, construir uma casa inteira, do assoalho ao telhado. Só em Santa Catarina são 360 mil hectares de florestas plantadas. Com apenas 1,3% do território nacional, o estado é o terceiro maior produtor de celulose e papel, o primeiro produtor de celulose de fibra longa e o segundo maior produtor de derivados da madeira.


O Congresso Internacional do Pinus teve palestras técnicas e um espaço aberto para que indústrias de máquinas e equipamentos e centros de pesquisa pudessem divulgar seus trabalhos. Paralelamente ao Congresso, foi realizada a Mostra de Trabalhos Técnico-Científicos, Administrativos e Gerenciais para o Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Pinus e do Setor Florestal com ênfase para países do Mercosul e a Mostra de Ensino, Pesquisa, Extensão e Ações para o Desenvolvimento Florestal. Participaram do Congresso, além do Brasil, o Canadá, França, Suécia, Alemanha, Japão e Estados Unidos.
Mais informações: pinus@cnpf.embrapa.br
ou no telefone (41) 345-1431